Museu da Escola Sá de Miranda
O Espólio do Liceu Sá de Miranda
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Taxidermia

A taxidermia é uma forma de conservação de animais vertebrados com o intuito de criar coleções científicas ou conservar espécimes ameaçados de extinção. O processo de taxidermização envolve conhecimentos de várias áreas para além da biologia, como é caso da química, da anatomia, da ecologia, das artes plásticas, entre muitas outas. As técnicas utilizadas são várias e incluem a preparação de esqueleto e da pele e a montagem, reconstituindo quer as características físicas do animal quer, por vezes, o seu habitat. Atualmente, a taxidermia constitui um instrumento auxiliar do ensino, fazendo parte não só de acervos museológicos, mas também de acervos didáticos. Desta forma, os alunos podem observar e manusear vários espécimes de difícil acesso, facilitando a aprendizagem de conteúdos programáticos. A coleção existente no Museu resulta, em geral, de seres vivos recolhidos no seu meio ambiente e que foram preparados para que resistissem ao longo de vários anos. Para além de animais, podem também fazer parte desta tipologia alguns resquícios das atividades desses mesmos animais, como é o caso de ninhos, ovos, ou pegadas.

O espólio do Museu em termos de Ciências Naturais e de espécimes taxidermizados engloba vários tipos de aves, mamíferos, répteis e peixes. Existem também alguns resquícios da sua atividade. O Museu permite estabelecer uma ponte entre o mundo natural, o seu estudo e o conhecimento.

 

Material de Ciências Naturais

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/200

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom esverdeado, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pombo torcaz por ser bastante maior que os pombos domésticos e apresentar o tom, globalmente, cinzento da plumagem. Apresenta também as barras transversais brancas nas asas (na região das rémiges ou guias) características e as manchas brancas no pescoço. O exemplar em questão apresenta ainda, a cauda quadrada e, muito comprida, característica também típica do pombo torcaz. Ao nível da plumagem da parte posterior do pescoço apresenta pequenas manchas iridescentes verdes. A plumagem do peito é rosa com alguns reflexos metálicos. O bico é curto e fino. As patas são curtas, mas com dedos muito desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Columbiformes; Família: Columbidae; Género: Columba; Espécie: Columba palumbus; Subespécie: Columba palumbus azorica;

Designação

Nome vulgar - Pombo-torcaz-dos-açores;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 25 cm de Altura;

- 40,5 cm de Comprimento;

- 12 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/201

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom avermelhado, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pombo doméstico, de cor predominantemente branca, com a plumagem quer das asas quer da cabeça castanhas. O bico é curto e fino. As patas são curtas, apresentam plumagem e, os dedos são muito desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Columbiformes; Família: Columbidae; Género: Columba; Espécie: Columba livia;

Designação

Nome vulgar - Pombo doméstico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 23 cm de Altura;

- 28,5 cm de Comprimento;

- 8,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/202

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro transparente, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pombo doméstico, de cor predominantemente branca, com a parte inferior da plumagem das asas, da cauda, da cabeça e da parte inferior do pescoço, castanhas. Ao nível da plumagem da parte anterior do pescoço apresenta manchas iridescentes verdes. O exemplar em questão tem cauda quadrada, de dimensão média. O bico é curto e fino. As patas são curtas, mas com dedos muito desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Columbiformes; Família: Columbidae; Género: Columba; Espécie: Columba livia;

Designação

- Nome Vulgar: Pombo doméstico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 19 cm de Altura;

- 30,5 cm de Comprimento;

- 9 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/203

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pombo doméstico, de cor predominantemente castanha, com manchas na plumagem das asas, cinza, bege e esbranquiçadas. Ao nível da plumagem anterior e posterior do pescoço apresenta manchas iridescentes verdes. A região do peito é rosa avermelhada com alguns reflexos metálicos. O exemplar em questão tem cauda quadrada, de cor castanha, de dimensão média. O bico é curto e fino. As patas são curtas, mas com dedos muito desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Columbiformes; Família: Columbidae; Género: Columba; Espécie: Columba livia;

Designação

- Nome vulgar: Pombo doméstico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 15,5 cm de Altura;

- 27,5 cm de Comprimento;

- 8,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/204

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pombo doméstico, de cor predominantemente castanha, com manchas na plumagem das asas de tom bege. Ao nível da plumagem anterior do pescoço apresenta manchas iridescentes verdes. A região do peito é predominantemente castanha, apresentando, pormenores, de tom rosa avermelhada com reflexos metálicos, assim como, algumas manchas verdes iridescentes. O exemplar em questão tem cauda quadrada, de cor castanha, de dimensão média. O bico é curto e fino. As patas são curtas, mas com dedos muito desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Columbiformes; Família: Columbidae; Género: Columba; Espécie: Columba livia;

Designação

- Nome Vulgar: Pombo doméstico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 15,5 cm de Altura;

- 24,5 cm de Comprimento;

- 8 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/205

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, de onde lateralmente se ergue um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. Sobre a base de madeira retangular é possível ainda visualizar um cântaro em barro, alguns sedimentos de diversas dimensões de onde se destacam alguns seixos, cascalho e areia. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro de tom preto, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma gralha preta, por ser, totalmente, preta, incluindo as patas e o bico. O exemplar em questão é bastante grande, apresentando um bico quase do mesmo tamanho da cabeça. Tem a cauda quadrada (o que se confirma no exemplar) e é mais pequena que o corvo. O bico é longo e robusto. As patas são médias.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Corvidae; Género: Corvus; Espécie: Corvus corone; Subespécie: Corvus corone corone;

Designação

- Nome Vulgar: Gralha preta;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 20,5 cm de Altura;

- 40,5 cm de Comprimento;

- 13 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Barro;

- Sedimentos de diversas dimensões (essencialmente, areias, cascalho e seixos);

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/206

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, de onde lateralmente se ergue um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando de frente. Os olhos são de vidro de tom castanho-escuro, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma coruja do mato, por apresentar os olhos muito grandes, orientados para a frente, não apresenta umas falsas orelhas (cornichos). Os seus dedos são separados dois a dois e o bico é adunco. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco, cinza e castanho. Tem a cauda mediana. O seu tamanho é também médio.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Strigidae; Género: Atrix; Espécie: Atrix aluco;

Designação

- Nome Vulgar: Coruja do mato;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 35 cm de Altura;

- 36 cm de Comprimento;

- 16 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/207

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, que por sua vez se encontra assente sobre quatro pequenos cilindros de madeira. Sobre a base retangular ergue-se um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro de tom esverdeado, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma coruja do nabal, por apresentar os olhos grandes e orientados para a frente. Os seus dedos são separados dois a dois e o bico é adunco. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. Tem a cauda mediana. O seu tamanho é também médio.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Strigidae; Género: Asio; Espécie: Asio flammeus;

Designação

- Nome Vulgar: Coruja do nabal;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 32 cm de Altura;

- 33 cm de Comprimento;

- 10,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/208

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom preto, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma pega por apresentar a sua plumagem negra e branca tão típica e uma cauda bem comprida. Ao nível do corpo apresenta alguma plumagem iridescente azul e verde. O bico é médio e robusto. As patas são médias, tendo três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Corvidae; Género: Pica; Espécie: Pica pica;

Designação

- Nome Vulgar: Pega;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 24 cm de Altura;

- 38,5 cm de Comprimento;

- 8 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/209

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma pega por apresentar a sua plumagem negra e branca tão típica e uma cauda bem comprida. Ao nível do corpo apresenta alguma plumagem iridescente azul e verde. O bico é médio e robusto. As patas são médias, tendo três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Corvidae; Género: Pica; Espécie: Pica pica;

Designação

- Nome Vulgar: Pega;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 19 cm de Altura;

- 38,5 cm de Comprimento;

- 9,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/210

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, que por sua vez se encontra assente sobre quatro pequenos cilindros de madeira. Sobre a base retangular ergue-se do centro da qual uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom castanho claro, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pombo doméstico, de cor predominantemente castanha clara, com a parte inferior da plumagem das asas e da cauda, assim como a parte posterior da cabeça brancas. O exemplar em questão tem cauda quadrada, de dimensão média. O bico é curto e fino. As patas são curtas, mas com dedos muito desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Columbiformes; Família: Columbidae; Género: Columba; Espécie: Columba livia;

 

Designação

- Nome Vulgar: Pombo doméstico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 24 cm de Altura;

- 30 cm de Comprimento;

- 10,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/211

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom esverdeado, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pombo doméstico, de cor predominantemente castanho escuro-avermelhado com alguns reflexos metálicos. Em parte do peito e do pescoço apresenta manchas iridescentes verdes. O exemplar tem o leque aberto. O bico é curto e fino. As patas são curtas, mas com dedos muito desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Columbiformes; Família: Columbidae; Género: Columba; Espécie: Columba livia;

Designação

- Nome Vulgar: Pombo doméstico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 21,5 cm de Altura;

- 24 cm de Comprimento;

- 17,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/212

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, do qual se ergue um tronco em madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando quase de frente. Os olhos são de vidro, de tom castanho-escuro, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma coruja das torres por apresentar os olhos grandes e os cornichos curtos. O seu desenho facial em forma de coração é característico desta espécie. Os seus dedos são separados dois a dois e o bico é adunco. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. Tem a cauda mediana. O seu tamanho é também médio.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Tytonidae; Género: Tyto; Espécie: Tyto alba;

Designação

- Nome Vulgar: Coruja das Torres;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 28 cm de Altura;

- 32 cm de Comprimento;

- 11 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/213

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom castanho-escuro, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma pega por apresentar a sua plumagem negra e branca tão típica e uma cauda bem comprida. Ao nível do corpo apresenta alguma plumagem iridescente azul e verde. O bico é médio e robusto. As patas são médias, tendo três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Corvidae; Género: Pica; Espécie: Pica pica;

Designação

- Nome Vulgar: Pega;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 19 cm de Altura;

- 40 cm de Comprimento;

- 8 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/214

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de cor preta, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma coruja das torres por apresentar os olhos grandes e os cornichos curtos. O seu desenho facial em forma de coração é característico desta espécie. Os seus dedos são separados dois a dois e o bico é adunco. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. Tem a cauda mediana. O seu tamanho é também médio.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Tytonidae; Género: Tyto; Espécie: Tyto alba;

Designação

- Nome Vulgar: Coruja das torres;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 22 cm de Altura;

- 34,5 cm de Comprimento;

- 13 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/215

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, de onde se ergue, um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro de tom amarelo-alaranjado, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma coruja do nabal, por apresentar os olhos grandes e orientados para a frente. O bico é adunco e encontra-se aberto. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. Tem a cauda mediana a comprida. O seu tamanho é médio.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Strigidae; Género: Asio; Espécie: Asio flammeus;  

Designação

- Nome Vulgar: Coruja do nabal;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 32,5 cm de Altura;

- 35,5 cm de Comprimento;

- 13,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/216

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de um falcão peneireiro por apresentar as rémiges das asas rígidas e possantes, sua plumagem castanha e bege com tons avermelhados. Apresenta uma cauda com uma barra terminal castanha escura e larga. As suas unhas são negras, pelo que permite distingui-lo do milhafre, que é semelhante, mas que apresenta as unhas brancas. É mais pequeno que os restantes falconídeos. O bico é médio, robusto, curvo e com bordos cortantes. As patas são médias e nuas, tendo três dedos posicionados para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Falconiformes; Família: Falconidae; Género: Falco; Espécie: Falco tinnunculus;

Designação

- Nome Vulgar: Falcão peneireiro ou Peneireiro-vulgar;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 28 cm de Altura;

- 30 cm de Comprimento;

- 8,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/217

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, de onde se ergue, um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando de frente. Os olhos são de vidro de tom avermelhado-alaranjado, simulando o aspeto natural. Trata-se de um bufo real, por apresentar os olhos grandes e orientados para a frente. O bico é adunco. Tem cornichos de penas (no alto da cabeça). Tem corpulência quase o dobro das corujas e aproxima-se do tamanho das águias. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. É mais claro na parte ventral (peito), que na parte dorsal (asas). Tem a cauda comprida. Tamanho grande. As patas são bastante robustas, nomeadamente, a zona do tarso e, apresenta os dedos separados dois a dois.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Strigidae; Género: Bubo; Espécie: Bubo bubo;

Designação

- Nome Vulgar: Bufo-real;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 51 cm de Altura;

- 58 cm de Comprimento;

- 29 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/218

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre um toro de madeira, de onde se ergue, um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando de frente. Os olhos são de vidro de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de um bufo real, por apresentar os olhos grandes e orientados para a frente. O bico é adunco e encontra-se, ligeiramente, aberto. Tem cornichos de penas (no alto da cabeça). Tem corpulência quase o dobro das corujas e aproxima-se do tamanho das águias. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. No ventre predomina, os tons, bege e branco. No dorso, o castanho-escuro. Tem a cauda comprida. Tamanho grande. As patas são bastante robustas, nomeadamente, a zona do tarso e, apresenta os dedos separados dois a dois.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Strigidae; Género: Bubo; Espécie: Bubo bubo;

Designação

- Nome Vulgar: Bufo-real;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 61 cm de Altura;

- 64,5 cm de Comprimento;

- 27 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/219

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, da qual se ergue um tronco de madeira bifurcado, em que um dos ramos é que serve de poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, estando numa posição lateral, devido ao ramo se encontrar numa posição oblíqua ao plano em que nos encontrámos. Os olhos são de vidro, de tom castanho-alaranjado, simulando o aspeto natural. Trata-se de um bufo real, por apresentar os olhos grandes e orientados para a frente. O bico é adunco e encontra-se, fechado. Tem cornichos de penas (no alto da cabeça). Tem corpulência quase o dobro das corujas e aproxima-se do tamanho das águias. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. No ventre predomina, o tom bege. No dorso, o castanho-escuro. Tem a cauda comprida. Tamanho grande. As patas são bastante robustas, nomeadamente, a zona do tarso e, apresenta os dedos separados dois a dois.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Strigidae; Género: Bubo; Espécie: Bubo bubo;

Designação

- Nome Vulgar: Bufo-real;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 52 cm de Altura;

- 72 cm de Comprimento;

- 19,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/220

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre um toro de madeira, numa postura de observação, com garras bem presas a um pombo doméstico. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma águia-real por apresentar: brilhantes reflexos da sua plumagem: patas compridas, cobertas de penas até ao início dos dedos; cabeça coberta de penas e, os bordos do bico mais ou menos sinuosos, mas sem dentes; bico curvo. A plumagem deste exemplar é, predominantemente, castanho-escuro, apresentando alguma plumagem mais clara em tons de bege-cinza. A sua cauda é comprida.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Falconiformes; Família: Accipitridae; Género: Aquila; Espécie: Aquila chrysaetos;

Designação

- Nome Vulgar: Águia-real;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 66 cm de Altura;

- 78 cm de Comprimento;

- 25 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/221

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910). Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, de onde se ergue, obliquamente, um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira e na sua presa, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro de tom avermelhado-alaranjado, simulando o aspeto natural. Encontra-se de asas bem abertas. Trata-se de um bufo real, por apresentar os olhos grandes e orientados para a frente. O bico é adunco e encontra-se aberto. Tem cornichos de penas (no alto da cabeça). Tem corpulência quase o dobro das corujas e aproxima-se do tamanho das águias. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. É mais claro na parte ventral (peito), que na parte dorsal (asas). Tem a cauda comprida. Tamanho grande. As patas são bastante robustas e cobertas, nomeadamente, a zona do tarso e, apresenta os dedos separados dois a dois.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Strigidae; Género: Bubo; Espécie: Bubo bubo;

Designação

- Nome Vulgar: Bufo real;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 50 cm de Altura;

- 65 cm de Comprimento;

- 111 cm de Largura (asas abertas);

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/222

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, que se encontra assente sobre quatro pequenos cilindros. Dessa base retangular ergue-se um tronco em madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Pertence à família Accipitradae por apresentar: brilhantes reflexos da sua plumagem: patas compridas; cabeça coberta de penas e, os bordos do bico mais ou menos sinuosos, mas sem dentes; bico curvo. A plumagem deste exemplar é, predominantemente, castanho-escuro, apresentando as rémiges cinzas que terminam em tom castanho-escuro, pelo que isso permite identificar como sendo um macho de um tartaranhão-ruivo-dos-pauis ou águia-sapeira. Parte do dorso apresenta uma mancha de tom avermelhado, que apresenta reflexo. A sua cauda é comprida. As patas não são revestidas por penas até aos dedos.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Falconiformes; Família: Accipitridae; Género: Circus; Espécie: Circus aeruginosus;

Designação

- Nome Vulgar: Tartaranhão-ruivo-dos-pauis ou Águia-sapeira;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 48 cm de Altura;

- 70 cm de Comprimento;

- 21 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/223

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, onde se encontra pousada a ave numa postura de observação, olhando ligeiramente de modo lateral. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma ave-fria com plumagem predominantemente castanho-escura no corpo e asas e, branca no peito e em parte do pescoço (garganta). Revela tonalidades esverdeadas e púrpuras iridescentes no dorso. O uropígio é branco e apresenta uma barra castanho-escura na cauda. Possui uma característica poupa, identificativa da espécie. O bico é direito e comprido. Dedo posterior muito mais acima que os outros três dedos.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Charadriidae; Género: Vanellus; Espécie: Vanellus vanellus;

Designação

- Nome Vulgar: Ave-fria/Pendre/Abibe/Calispo/Bisbis;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 21 cm de Altura;

- 26,5 cm de Comprimento;

- 11 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/224

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira quadrada, que se encontra assente sobre quatro pequenos cilindros. Sobre a base quadrada temos um cilindro de madeira que serve de poleiro à ave. Esta encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas ao cilindro de madeira, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom amarelo, simulando o aspeto natural. Trata-se de um faisão dourado macho por apresentar: poupa cor de âmbar; colarinho amarelo-ouro com faixas negras; brilhantes reflexos azuis-esverdeados abaixo do colarinho com iridescência; peito avermelhado com reflexos iridescentes; patas compridas, sem penas, com unhas adaptadas para escavar; bico curto, com o cúlmen muito encurvado e a mandíbula superior mais comprida e larga do que a inferior, de maneira que a ponta e os bordos da primeira sobressaem da segunda. A sua cauda é comprida, de tom amarelado-ouro e manchas negras.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Chrysolophus; Espécie: Chrysolophus pictus;

Designação

- Nome Vulgar: Faisão dourado;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 33 cm de Altura;

- 77 cm de Comprimento;

- 12,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/225

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular. A ave encontra-se numa postura de observação, com patas bem presas, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom castanho-claro, simulando o aspeto natural. Trata-se de um galo ornamental, da raça "Houdan" por apresentar: pernas escamosas; esporões nas patas; crista tríplice, transversal; brincas de quatro a seis centímetros (4,5 cm), separados por pequenas penas, ligadas à crista, por partes carnudas, das faces; penas do rabo mais compridas; a cabeça é encimada por meia poupa cujas penas se dirigem para trás e para os lados; o bico é médio, forte e um pouco curvo; a plumagem é salpicada de negro, um pouco de branco e amarelo-paIha; as penas das asas são negras, algumas verdes-iridescentes; as da cauda negras, bordado de branco; as do peito negras-acinzentadas; as patas são robustas e os dedos terminam por unhas relativamente curtas, inserindo-se o dedo posterior um pouco acima dos restantes.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Gallus; Espécie: Gallus gallus; Subespécie: Gallus gallus domesticus;

Designação

- Nome Vulgar: Galinha ornamental - Galinha de Houdan (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 38 cm de Altura;

- 44,5 cm de Comprimento;

- 17 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/226

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular. A ave encontra-se numa postura de observação, com patas bem presas, olhando quase de frente. Os olhos são de vidro, de tom castanho-claro, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma galinha ornamental, da raça "Polonesa Branca" por apresentar: penas do rabo mais compridas e a 45º com o resto do corpo; a cabeça é encimada por meia poupa cujas penas se dirigem para trás e para os lados; o bico é médio, forte e um pouco curvo; a plumagem é branca; as patas são robustas e os dedos terminam por unhas relativamente curtas, inserindo-se o dedo posterior um pouco acima dos restantes.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Gallus; Espécie: Gallus gallus; Subespécie: Gallus gallus domesticus;

Designação

- Nome Vulgar: Galinha ornamental - Galinha Polonesa Branca;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 38 cm de Altura;

- 44,5 cm de Comprimento;

- 17 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/227

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira quadrangular, que se encontra assente sobre quatro pequenos cilindros. Nesta base quadrangular encontra-se em postura de observação a ave, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom castanho-alaranjado, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma faisoa por apresentar uma mancha avermelhada em redor do olho e uma plumagem em tom de castanho-bege claro. O ventre da ave é um mesclado de castanho, bege e branco, assim como a sua cauda comprida. Este exemplar apresenta uma pequena poupa. Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Não Identificado; Espécie: Não Identificada.

Designação

- Nome Vulgar: Faisão (fêmea);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 40,5 cm de Altura;

- 55,5 cm de Comprimento;

- 14 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/228

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, onde numa postura de observação, se encontra a ave, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom preto, simulando o aspeto natural. Trata-se de um faisão mikado macho por apresentar: ao redor dos olhos mancha vermelha; patas compridas, sem penas, com unhas adaptadas para escavar, com esporões; bico curto, com o cúlmen muito encurvado e a mandíbula superior mais comprida e larga do que a inferior, de maneira que a ponta e os bordos da primeira sobressaem da segunda. A sua cauda é média a comprida, de tom escuro listada de branco. Por todo o corpo tem plumagem azul-arroxeada iridescente e as rémiges das asas terminam com uma lista branca.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Syrmaticus; Espécie: Syrmaticus mikado;

Designação

- Nome Vulgar: Faisão Mikado (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 33 cm de Altura;

- 57,5 cm de Comprimento;

- 13,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/229

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, onde numa postura de observação, se encontra a ave, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom preto, simulando o aspeto natural. Trata-se de um faisão eliots (macho) por apresentar: ao redor dos olhos mancha vermelha; patas compridas, sem penas, com unhas adaptadas para escavar, com esporões; bico curto, com o cúlmen muito encurvado e a mandíbula superior mais comprida e larga do que a inferior, de maneira que a ponta e os bordos da primeira sobressaem da segunda. A sua cauda é média a comprida, de tom castanho-claro listada de cinza. A plumagem da nuca é castanha, da parte inferior do pescoço é castanha com reflexos azuis iridescentes, da parte superior do pescoço é branco-cinza. Parte do dorso e ventre é castanho-avermelhado com manchas negras. Em cada asa tem uma mancha azul iridescente e umas listas brancas. A parte mais inferior do ventre é toda branca. Na região da rabadilha a plumagem é castanha com listas brancas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Syrmaticus; Espécie: Syrmaticus ellioti;

Designação

- Nome Vulgar: Faisão Eliots (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 36,5 cm de Altura;

- 59 cm de Comprimento;

- 15,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/230

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, onde numa postura de observação, se encontra, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom amarelado, simulando o aspeto natural. Trata-se de um faisão comum (macho) por apresentar: ao redor dos olhos mancha vermelha; patas compridas, sem penas, com unhas adaptadas para escavar, com esporões; bico curto, com o cúlmen muito encurvado e a mandíbula superior mais comprida e larga do que a inferior, de maneira que a ponta e os bordos da primeira sobressaem da segunda. A sua cauda é média, de tom castanho-claro e escuro. A plumagem da nuca é um pintalgado de cores: negro, branco, verde alface, amarelo-palha, castanho; o pescoço é de tons verdes e azuis iridescentes, seguida de uma lista branca; parte do dorso e o ventre são de um tom castanho-avermelhado com faixas negras; as asas são a parte superior do mesmo tom castanho-avermelhado, mas sem as faixas negras e pintalgadas de bege e, na parte inferior, na região das rémiges são beges-esbranquiçadas. Na região da rabadilha a plumagem apresenta alguma iridescência de verdes claros.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Phasianus; Espécie: Phasianus colchicus;

Designação

- Nome Vulgar: Faisão comum ou faisão-dos-caçadores (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 26,5 cm de Altura;

- 56 cm de Comprimento;

- 15,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/231

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Apresenta plumagem com tons de verde alface e castanho com reflexos avermelhados/arroxeados. Apresenta também várias manchas verdes iridescentes. A cauda é castanha e quadrada. Tem uma mecha de penas verde-alface e castanha na cabeça. O bico é curto, mas robusto, para o tamanho. As patas são curtas, mas com dedos muito desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, pelo que pertence à Ordem Passeriformes.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Não identificada; Género: Não Identificado; Espécie: Não Identificada;

Designação

- Nome Vulgar: Não Identificado;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 29 cm de Altura;

- 32 cm de Comprimento;

- 9 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/232

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, com 18 aves, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira robusta, oval, de onde se ergue um tronco em madeira, com vários ramos, formando o poleiro das dezoito aves. As aves encontram-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira. Algumas encontram-se de frente para o observador, outras lateralmente e outras de costas. Os olhos são de vidro, de tons diferentes, simulando o aspeto natural. Trata-se de espécies diferentes, com características distintas: tipo de bico (adaptado à alimentação da ave); tipo de patas e disposição dos dedos; tamanho da cauda e seu formato; cor e tamanho da ave, pertencentes a Ordens diferentes. Permitiria o estudo de distintas Ordens das Aves, assim como, a associação entre as características que apresentam e os modos de alimentação e o seu habitat.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 18 aves); Família: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 18 aves); Género: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 18 aves); Espécie: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 18 aves);

Designação

- Nome Vulgar: Não especificadas;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (do objeto todo, sem campânula)

- 75 cm de Altura;

- 54 cm de Comprimento;

- 27 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação (Não existe a campânula)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/233

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, com 9 aves, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira robusta, adornada, oval, de onde se ergue um tronco em madeira, com vários ramos, formando o poleiro das nove aves. As aves encontram-se numa postura de observação, com garras bem presas (exceto uma, a da esquerda, superior) no tronco de madeira. Algumas encontram-se de frente para o observador, outras lateralmente e uma de costas. Os olhos são de vidro, de tons diferentes, simulando o aspeto natural. Trata-se de espécies diferentes, com características distintas: tipo de bico (adaptado à alimentação da ave); tipo de patas e disposição dos dedos; tamanho da cauda e seu formato; cor e tamanho da ave, pertencentes a Ordens diferentes. Permitiria o estudo de distintas Ordens das Aves, assim como, a associação entre as características que apresentam e os modos de alimentação e o seu habitat.

Tem uma campânula de proteção.

A ave inferior da esquerda encontra-se em mau estado de conservação.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 9 aves); Família: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 9 aves); Género: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 9 aves); Espécie: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 9 aves);

Designação

- Nome Vulgar: Não especificadas;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (do objeto todo, sem campânula)

- 71 cm de Altura;

- 52,5 cm de Comprimento;

- 24,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/234

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, com 52 aves, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado no interior de uma caixa, tipo registo, fechada. Tem uma espécie de bebedouro lá dentro. As aves encontram-se numa postura de observação, com garras bem presas, umas na base e outras nos vários ramos de um tronco de madeira. Algumas de frente para o observador, outras lateralmente e outras de costas. São de diversos tamanhos, cores, tipos de bico, tipos de patas e disposição dos dedos, pelo que são de diferentes Ordens e, consequentemente, de diferentes Famílias, Géneros e Espécies. Os olhos são de vidro, de tons diferentes, simulando o aspeto natural. Trata-se de espécies diferentes, com características distintas: tipo de bico (adaptado à alimentação da ave); tipo de patas e disposição dos dedos; tamanho da cauda e seu formato; cor e tamanho da ave, pertencentes a Ordens diferentes. Permitiria o estudo de distintas Ordens das Aves, assim como, a associação entre as características que apresentam e os modos de alimentação e o seu habitat.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 52 aves); Família: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 52 aves); Género: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 52 aves); Espécie: Várias/Não especificadas (a peça apresenta 52 aves);

         

         

 

Designação

- Nome Vulgar: Não especificadas;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (do expositor-registo)

- 71 cm de Altura;

- 70,5 cm de Comprimento;

- 36,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/235

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, no interior de um expositor, de madeira e vidro, fixo, onde se encontram mais dois exemplares. A ave está numa postura de observação, bem apoiada, olhando de frente, mas em posição lateral, em relação ao observador. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma pavoa-azul por a sua plumagem ser, predominantemente, castanha-bege-acinzentada, apresentando manchas ao nível do pescoço de tom verde iridescentes, e uma mecha de penas castanhas fina no cocuruto da cabeça; algumas manchas iridescentes azuis na zona do peito; o bico é médio, forte e um pouco curvo; as patas são robustas e os dedos terminam por unhas relativamente curtas, inserindo-se o dedo posterior um pouco acima dos restantes. A cauda é média.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Pavo; Espécie: Pavo cristatus;

Designação

- Nome Vulgar: Pavoa-azul;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 57 cm de Altura;

- 79 cm de Comprimento;

- 25 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/236

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira quadrangular, no interior de um expositor, de madeira e vidro, fixo, onde se encontram mais dois exemplares. A ave está numa postura de observação, bem apoiada, olhando de frente, para o observador. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pavão-azul, macho e com a plumagem de acasalamento, por esta última ser, predominantemente, iridescente azul-esverdeada, a parte inferior do pescoço ser azul, as penas do leque serem oceladas de tons iridescentes azuis-esverdeados e por apresentar uma mecha de penas azuis no cocuruto da cabeça. Para além disso, o bico é médio, forte e um pouco curvo; as patas são robustas e os dedos terminam por unhas relativamente curtas, inserindo-se o dedo posterior um pouco acima dos restantes e tem esporões. As suas tectrizes superiores tapam a verdadeira cauda. As tectrizes superiores (a que o povo, no pavão chama de cauda, por a cauda estar escondida) são compridas, extremamente coloridas e, neste caso, encontram-se abertas em leque. A verdadeira cauda é média, do tamanho da cauda das fêmeas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Pavo; Espécie: Pavo cristatus;

Designação

- Nome Vulgar: Pavão-azul (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 170 cm de Altura (com o leque aberto);

- 220 cm de Comprimento (com o leque aberto);

- 220 cm de Largura (com o leque aberto);

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/237

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, no interior de um expositor, de madeira e vidro, fixo, onde se encontram mais dois exemplares. A ave está numa postura de observação, bem apoiada, olhando de frente, mas em posição lateral, em relação ao observador. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pavão-azul, macho e com a plumagem de acasalamento, por esta última ser, predominantemente, iridescente azul-esverdeada, a parte inferior do pescoço ser azul, as penas das tectrizes superiores serem oceladas de tons iridescentes azuis-esverdeados e por apresentar uma mecha de penas azuis no cocuruto da cabeça. Para além disso, o bico é médio, forte e um pouco curvo; as patas são robustas, os dedos terminam por unhas relativamente curtas, inserindo-se o dedo posterior um pouco acima dos restantes e tem esporões. As suas tectrizes superiores tapam a verdadeira cauda. As tectrizes superiores (a que o povo, no pavão chama de cauda, por a cauda estar escondida) são compridas e extremamente coloridas. A verdadeira cauda não se consegue observar, uma vez que se encontra por baixo das tectrizes superiores e, atendendo a que não é possível retirar-se o exemplar do expositor.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Pavo; Espécie: Pavo cristatus;

Designação

- Nome Vulgar: Pavão-azul (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 60 cm de Altura;

- 155 cm de Comprimento;

- 25 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/238

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira circular. A ave encontra-se numa postura de observação, com patas bem presas, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom castanho-claro, simulando o aspeto natural. Trata-se de um galo, da raça Orpington perdiz, de origem inglesa, por apresentar: pernas escamosas; esporões bem desenvolvidos nas patas; crista serra no cocuruto da cabeça; brincas de três centímetros e meio; penas do rabo compridas e a 45º com o resto do corpo; o bico é médio, forte e um pouco curvo; a plumagem é negra, intercalando com amarelo-paIha-ouro e azul-verde iridescente; as da cauda negras e azul-verde iridescente; as patas são robustas, escamosas, não revestidas de penas (característica específica) e os dedos terminam por unhas relativamente curtas, inserindo-se o dedo posterior um pouco acima dos restantes.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Gallus; Espécie: Gallus gallus; Subespécie: Gallus gallus domesticus;

Designação

- Nome Vulgar: Galinha ornamental - Galinha de Orpington Perdiz (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 45 cm de Altura;

- 55,5 cm de Comprimento;

- 20 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/239

Foto(s):

Descrição

- Espécime utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas e taxonómicas. Fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910). Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira circular. A medusa encontra-se presa numa estrutura em metal. Tem quatro braços orais, de cerca de 30 cm de tamanho, com as extremidades pregueadas e um risco vermelho marrom central. Apresenta uma umbrela - parte superior do corpo em forma de campânula - de 29 cm de diâmetro, de tom amarelo e riscas vermelho marrom. A umbrela termina em pregas. Os 24 tentáculos, característicos desta espécie, estão munidos de cápsulas urticantes - os nematocistos - que injetam uma toxina que pode causar dores muito fortes, mas que não estão conservados neste exemplar. São no entanto visíveis as 24 estruturas em Y marcadas a vermelho marrom na umbrela, que partem de um círculo central também vermelho marrom e, que permite identificar o número de tentáculos.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Cnidaria; Classe: Scyphozoa; Ordem: Semaestomeae; Família: Pelagiidae; Género: Chrysaora; Espécie: Chrysaora hysoscella;

     

     

Designação

- Nome Vulgar: Medusa/Alforreca/Urtiga-do-Mar/Água-Viva;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Cifozoários;

 

Técnica

- Conservação;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 36 cm de Altura;

- 29 cm de Diâmetro;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro (Campânula);

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/240

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular. A ave encontra-se numa postura de observação, sobre um tronco de madeira, com patas bem presas, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom esverdeado, simulando o aspeto natural. Pertence à ordem pelicaniformes, por apresentar uma membrana interdigital que reúne os quatro dedos, ao invés dos outros palmípedes, em que se verifica que o dedo posterior fica sempre livre. Para além disso o bico não está revestido de pele, o que também é uma forma de distinguir os pelicaniformes dos anseriformes. É um corvo-marinho grande/corvo-marinho-de-faces-brancas por ser muito parecido com os pelicanos, mas diferir destes por não apresentar bolsa debaixo do bico e também porque o mais extenso dos dedos é mais longo que o do meio, parecendo quando estão parados, terem os pés torcidos para dentro. O corvo-marinho grande é negro, com as faces brancas, com as patas curtas, relativamente à dos pelicanos, o pescoço bastante comprido, a cabeça prolongada e terminada num bico adunco e também comprido. O bico é amarelo. Tem cauda comprida.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Pelicaniformes; Família: Phalacrocoracidae; Género: Phalacrocorax; Espécie: Phalacrocorax carbo;

       

Designação

- Nome Vulgar: Corvo-Marinho Grande/Corvo-Marinho-de-faces-brancas;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 63 cm de Altura;

- 75,5 cm de Comprimento;

- 18 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/241

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular. A ave encontra-se numa postura de observação, sobre um tronco de madeira, com patas bem presas, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom branco, simulando o aspeto natural. Pertence à ordem pelicaniformes, por apresentar uma membrana interdigital que reúne os quatro dedos, ao invés dos outros palmípedes, em que se verifica que o dedo posterior fica sempre livre. Para além disso o bico não está revestido de pele, o que também é uma forma de distinguir os pelicaniformes dos anseriformes. É um alcatraz por ser muito parecido com os pelicanos, mas diferir destes por não apresentar bolsa debaixo do bico, este ser grande e robusto, quase cónico, com bordos muito finamente dentados, a ponta da mandíbula superior um pouco encurvada e as narinas tapadas. Para além disso os pés têm o dedo mais externo do mesmo tamanho ou quase do mesmo tamanho do dedo central e a unha deste último apresenta o bordo interior serrilhado. É um alcatraz camanay/ganso-patola-de-pés-azuis, pois tem as patas curtas, relativamente à dos pelicanos, o pescoço bastante comprido, a cabeça prolongada e esta termina num bico também comprido. O bico é azul, característico desta espécie. Tem cauda média. A sua plumagem é de um tom mesclado branco-bege-castanho. As suas patas no estado vivo são azuladas no macho, pelo que se pressupõe que o exemplar em questão como não tem as patas azuladas seja uma fêmea.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Pelicaniformes; Família: Sulidae; Género: Sula; Espécie: Sula nebouxii;

       

Designação

- Nome Vulgar: Alcatraz Camanay/Ganso-patola-de-pés-azuis;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 49 cm de Altura;

- 82,5 cm de Comprimento;

- 26 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/242

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, de onde se ergue, perpendicularmente, um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas no tronco de madeira, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro de tom castanho-alaranjado, simulando o aspeto natural. Encontra-se de asas bem abertas. Trata-se de um bufo real, por apresentar os olhos grandes e orientados para a frente. O bico é adunco e encontra-se, ligeiramente, aberto. Tem cornichos de penas (no alto da cabeça). Tem corpulência quase o dobro das corujas e aproxima-se do tamanho das águias. A plumagem deste exemplar é um mesclado de diversos tons de amarelo, branco e castanho. É mais claro na parte ventral (peito), que na parte dorsal (asas). Tem a cauda comprida. Tamanho grande. As patas são bastante robustas e cobertas, nomeadamente, a zona do tarso e, apresenta os dedos separados dois a dois.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Strigiformes; Família: Strigidae; Género: Bubo; Espécie: Bubo bubo;

Designação

- Nome Vulgar: Bufo-real;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 42 cm de Altura;

- 64 cm de Comprimento;

- 121 cm de Largura (asas abertas);

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/243

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, de onde se ergue, perpendicularmente, um tronco de madeira, formando o suporte do mamífero. O primata encontra-se numa postura de observação, agarrado ao tronco de madeira, quer pelos membros superiores, quer pelos membros inferiores, quer pela cauda que é um pouco preênsil e, olhando de frente. Os olhos são de vidro, pequenos, de tom castanho, simulando o aspeto natural. É um símio, pertencente à família dos cebídeos, que se caracteriza por ter o primeiro dedo do pé mais desenvolvido do que os outros e uma cauda comprida, que tem certa tendência a enroscar-se e a agarrar-se a objetos, mas sem ser completamente, preênsil. É um saguim-de-tufos-negros por apresentar: tufos de pelo negro junto às orelhas; na testa e na face a pelagem é esbranquiçada; a pelagem da cauda e do resto do corpo é acastanhada com bandas mais claras e mais escuras; a cauda mede mais que 32 cm (35 cm); o corpo sem contar a cauda mede menos de 23 cm (19,5); aparenta ser muito leve.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Primates; Subordem: Haplorrhini; Família: Cebidae; Subfamília: Callithrichidae; Género: Callithrichix; Espécie: Callithrichix penicillata;

    

Designação

- Nome Vulgar: Saguim-de-tufos-negros;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 14 cm de Altura;

- 35 cm de Comprimento (da cauda);

- 19,5 cm de Comprimento (do corpo, sem contabilizar a cauda);

- 33 cm de Comprimento (conforme se encontra disposto no objeto, membros abertos, sem contar a cauda);

- 15 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/244

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular. A raposa-vermelha encontra-se numa postura de observação, apoiada nos quatro membros, na base de madeira e, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, grandes, de tom esverdeado, simulando o aspeto natural. A raposa-vermelha tem um focinho esguio rematado por orelhas longas, triangulares e pontiagudas. No caso desta subespécie - Vulpes vulpes silacea - a parte de trás das orelhas são pretas. A cauda é espessa, vistosa e termina numa pelagem branca. A pelagem do corpo é avermelhada, com tons de cinzento e castanho. As patas estão dotadas de garras não retrácteis. O seu comprimento pode variar entre 55 a 90 cm, a cauda entre 35-45 cm e o peso entre 3 a 7 kg. As fêmeas são, ligeiramente, mais pequenas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Canidae; Género: Vulpes; Espécie: Vulpes vulpes; Subespécie: Vulpes vulpes silacea;

Designação

- Nome Vulgar: Raposa-vermelha;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 35 cm de Altura;

- 85 cm de Comprimento;

- 15 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/245

Foto(s):

Descrição

- Ninho de ave com vestígios de ovos, taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais. É constituído por um conjunto de pequenos ramos e folhas, construído pelas aves para ali porem os seus ovos, para fornecerem proteção e alimentarem as suas crias, até estas se poderem defender e saírem do ninho para procurarem os seus próprios alimentos.

Designação

- Nome Vulgar: Ninho;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida

- 15 cm de Diâmetro;

 

Material

- Vegetal;

- Casca de Ovo;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/246

Foto(s):

Descrição

- Ninho de ave com vestígios de ovos, taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais. É constituído por um conjunto de pequenos ramos e folhas, construído pelas aves para ali porem os seus ovos, para fornecerem proteção e alimentarem as suas crias, até estas se poderem defender e saírem do ninho para procurarem os seus próprios alimentos.

Designação

- Nome Vulgar: Ninho;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida

- 17 cm de Diâmetro;

 

Material

- Vegetal;

- Casca de Ovo;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/247

Foto(s):

Descrição

- Ninho de ave, taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais. É constituído por um conjunto de pequenos ramos e folhas, construído pelas aves para ali porem os seus ovos, para fornecerem proteção e alimentarem as suas crias, até estas se poderem defender e saírem do ninho para procurarem os seus próprios alimentos.

Designação

- Nome Vulgar: Ninho;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida

- 12,5 cm de Diâmetro;

 

Material

- Vegetal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/248

Foto(s):

Descrição

- Ninho de ave com vestígios de ovos, taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, dentro de uma caixa de cartão. É constituído por um conjunto de pequenos ramos e folhas, construído pelas aves para ali porem os seus ovos, para fornecerem proteção e alimentarem as suas crias, até estas se poderem defender e saírem do ninho para procurarem os seus próprios alimentos.

Designação

- Nome Vulgar: Ninho;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida

- 12,5 cm de Diâmetro;

 

Material

- Vegetal;

- Casca de Ovo;

- Caixa de Cartão;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/249

Foto(s):

Descrição

- Ninho de ave com vestígios de ovos, taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais. É constituído por um conjunto de pequenos ramos e folhas, construído pelas aves para ali porem os seus ovos, para fornecerem proteção e alimentarem as suas crias, até estas se poderem defender e saírem do ninho para procurarem os seus próprios alimentos.

Designação

- Nome Vulgar: Ninho;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida

- 14,5 cm de Diâmetro;

 

Material

- Vegetal;

- Casca de Ovo;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/250

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do corpo humano nas aulas de Ciências Naturais. Modelo anatómico de corpo humano com abertura no tronco que permitia estudar os principais músculos, as principais artérias e veias (sistema circulatório) e o sistema nervoso, assim como, observar os principais órgãos internos. O modelo é desmontável em peças. Uma dessas peças encontra-se pousada dentro do armário, onde está em exposição o modelo anatómico e, representa um corte longitudinal da cabeça e pescoço, onde é possível observar-se: cérebro, espinal medula, encéfalo, bolbo raquidiano, boca, nariz, fossas nasais, faringe e laringe.

    

    

Designação

- Corpo Humano;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Modelo em Gesso;

 

Medida

- 140 cm de Altura;

- 38 cm de Largura;

- 50 cm de Profundidade;

 

Material

- Madeira;

- Metal;

- Mineral\Gesso;

- Tela;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/251

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do esqueleto humano nas aulas de Ciências Naturais. Fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910). Encontra-se numa vitrina hexagonal, suspenso numa argola, por filamentos de metal. Encontra-se em razoável estado de conservação, no entanto, apenas um dos dedos das mãos se encontra completo, apresentando, falange distal ("falangeta"), falange média ("falanginha") e falange proximal. Parte dos dentes não se encontram conservados. O esqueleto humano tem como função principal sustentar e dar forma ao corpo, protegendo determinados órgãos vitais, como, por exemplo, o cérebro, que é protegido pelo crânio, e também os pulmões e o coração, que são protegidos pelas costelas e pelo esterno. Os ossos do corpo humano variam de formato e tamanho: o maior é o fémur (localizado na zona da coxa) e o menor é o estribo (localizado dentro do ouvido médio). Os músculos prendem-se aos ossos através dos tendões.

Este exemplar é da Escola de Medicina de Paris, segundo etiqueta antiga.

      

      

Designação

- Esqueleto humano;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Conservação\Em esqueleto;

 

Medida

- 174 cm de Altura;

- 40 cm de Largura;

- 25 cm de Profundidade;

 

Material

- Metal;

- Ossos;

- Dentes;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/252

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do esqueleto de gorila nas aulas de Ciências Naturais. Permitia ainda a comparação com o esqueleto humano, também existente na escola. Fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910). Encontra-se numa vitrina hexagonal, suspenso por um cabo metálico. O esqueleto de gorila tem como função principal sustentar e dar forma ao corpo, protegendo determinados órgãos vitais, como, por exemplo, o cérebro, que é protegido pelo crânio, e também os pulmões e o coração, que são protegidos pelas costelas e pelo esterno. Os ossos do corpo de gorila variam de formato e tamanho: o maior é o fémur (localizado na zona da coxa) e o menor é o estribo (localizado dentro do ouvido médio). Os músculos prendem-se aos ossos através dos tendões.

Relativamente, ao esqueleto humano, o esqueleto de gorila apresenta uma caixa torácica muito mais desenvolvida. O crânio é bastante maior, sendo o maxilar e a mandíbula, muito mais proeminentes. Apresenta uma crista óssea no alto do crânio que permite identificá-lo como sendo um macho. Esta crista existe nos machos com a função destes conseguirem contraírem os músculos a esta associada, permitindo eriçar os pelos da cabeça, de modo, a tentar ameaçar os inimigos. As arcadas orbitais (oculares) são também maiores e vincadas. A região da bacia também é muito mais desenvolvida, assim como, os seus quatro membros. As falanges são enormes, relativamente, às dos humanos. Tem vértebras coccígeas também mais desenvolvidas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Primates; Família: Hominidae; Género: Gorilla; Espécie: Gorilla gorilla;

     

Designação

- Esqueleto de gorila;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida

- 157 cm de Altura;

- 45,5 cm de Largura;

- 37,5 cm de Profundidade;

 

Material

- Metal;

- Ossos;

- Polímero (Plástico);

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/253

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do crânio de hipopótamo nas aulas de Ciências Naturais. Permitia ainda a comparação com outros crânios, existentes também na escola. Encontra-se numa vitrina paralelepipédica retângula. O crânio deste exemplar encontra-se em bom estado de conservação, apresentando a maioria dos seus ossos. Para além disso, tem implantado parte dos seus dentes, quer no maxilar superior, quer inferior.

A sua dentição é tipicamente herbívora, mas tem caninos grandes, usados para se defender. São extremamente territoriais, pelo que são animais agressivos que defendem o seu espaço de possíveis invasores, constituindo, por isso mesmo, a espécie de mamífero africana, que mata mais seres humanos anualmente.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Artiodactyla; Família: Hippopotamidae; Género: Hippopotamus; Espécie: Hippopotamus amphibius;

Designação

- Crânio inteiro de Hipopótamo-comum;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Em esqueleto;

 

Medida

- 55,5 cm de Altura;

- 52,5 cm de Largura;

- 73 cm de Comprimento;

 

Material

- Metal;

- Ossos;

- Dentes;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/254

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação de vértebra de cachalote nas aulas de Ciências Naturais. Este objeto foi doado pelo Prof. João Rodrigues, de Geografia, da Escola Secundária Alberto Sampaio e é oriundo dos Açores. Está numa vitrina paralelepipédica retângula. Este exemplar encontra-se em bom estado de conservação. Esta vértebra é constituída por 3 apófises.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Cetacea; Família: Physeteridae; Género: Physeter; Espécie: Physeter catodon;

Designação

- Vértebra inteira de Cachalote;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Em esqueleto;

 

Medida

- 42 cm de Altura máxima;

- 82 cm de Diâmetro máximo;

 

Material

- Osso;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/255

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação da anatomia dos corais nas aulas de Ciências Naturais. Está exposto, permanentemente, no Museu, na parede. Sob um fundo preto, retangular, é apresentado um corte longitudinal de uma haste de Coral (Corallium rubrum) com dois pólipos. Este modelo, altamente ampliado está fixado e legendado em francês. Faz parte do catálogo de 1908 da Les Fils D'Émile Deyrolle, Paris. Sabe-se qual é a espécie, através da consulta do catálogo que o refere, expressamente. Já fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910). Tradução para Português da Legenda (do que foi possível): "1- Pólipo; 2- Corte longitudinal de Pólipo; 3- Pólipo retraído coberto pelo cálice; 4- Tentáculos; 5- Abertura bucal; 6- Cavidade Gastral; 7- Diafragma; 8- Filamentos mesentéricos; 9- Gónadas; 10- Hidrantes; 11- Sarcosome (não traduzido); 12- Calice sarcosomique (não traduzido); 13- Vasos irregulares; 14- Orifícios dos vasos irregulares das cavidades dos pólipos; 15- Vasos longitudinais; 16- Pólipos."

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Cnidaria; Classe: Anthozoa; Ordem: Alcyonacea; Família: Coralliidae; Género: Corallium; Espécie: Corallium rubrum;

Designação

- Coral - Modelo Anatómico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\ Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Modelo anatómico em Gesso;

 

Medida

- 42,5 cm de Largura (quadro);

- 48 cm de Comprimento (quadro);

- 26 cm de Altura (objeto);

- 29,5 cm de Comprimento (objeto);

 

Material

- Gesso;

- Madeira;

- Cartão;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/256

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação da anatomia dos tunicados nas aulas de Ciências Naturais. Está exposto, permanentemente, no Museu, na parede. Sob um fundo preto, retangular, são apresentados dois cortes longitudinais de tunicado, de Ascídia, pertencente ao género Molgula. São dois modelos, altamente ampliados que estão fixados ao quadro de madeira e legendados em francês. Fazem parte do catálogo de 1908 da Les Fils D'Émile Deyrolle, Paris. Sabe-se qual é o género, através da consulta do catálogo que o refere, expressamente. Já fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910). No modelo da esquerda pode observar-se que foi retirada a parede corporal de modo a possibilitar a observação da anatomia da faringe, com as suas inúmeras fendas branquiais e do coração ventral. O modelo da direita representa um corte longitudinal no corpo do animal, depois de lhe terem sido retirados os principais órgãos internos, de modo a tornar possível a observação da localização de alguns vasos sanguíneas e de algumas células nervosas. Na zona inferior possui uma legenda explicativa, em francês, devidamente numerada. Tradução para Português da Legenda: ""Anatomia de Ascídia (Tunicado)" A. Corte lateral do tegumento do animal, com remoção dos órgãos genitais e dos rins. B. Corte de frente do tegumento e de grande parte das brânquias do animal, depois de removidas as vísceras do animal. 1- Túnica; 2- Manto; 3- Dobras de revestimento primário que envolvem as vísceras; 4- Sifão branquial; 5- Sifão cloacal; 6- Mancha pigmentar (músculos longitudinais); 7- Anel tentacular; 8- Tentáculos; 9- Faringe transformada em brânquia; 10- Esófago; 11- Estômago; 12- Intestino; 13- Ânus; 14- Fole; 15- Rim; 16- Ovário; 17- Ovidutos; 18- Testículos; 19- Canais deferentes; 20- Cavidade branquial; 21- Coração; 22- Artérias genitais; 23- Artérias intestinais; 24- Artérias branquiais; 25- Artéria da túnica; 26- Veia branquial; 27- Veia paliobrânquia; 28- Veias intestinais; 29- Veia da túnica; 30- Corte dos vasos do manto; 31- Coroa sanguínea formada pelas artérias e a veia branquial; 32- Endóstilo; 33- Corte de endóstilo; 34- Sulco pericoronário; 35- Glândula; 36- Corpo vibrátil; 37- Abertura das brânquias, pelas quais a água penetra pelo sifão branquial, atravessa a cavidade peri-branquial até ao exterior do sifão cloacal; 38- Gânglio nervoso.

As contrações do coração ocorrem, por vezes, num sentido como no outro, fazendo com que os vasos alternem o seu papel de veia ou de artéria. Nestes modelos assumiu-se o sangue circulante na direção indicada na figura pelas setas. Chamamos artérias, aos vasos contendo sangue que é oxigenado, na passagem pelas brânquias e, que está representado a vermelho. Chamamos veias, aos vasos representados a azul, que contêm sangue impróprio para o ser vivo." 

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Tunicata ou Urochordata; Classe: Ascidiacea; Ordem: Pleurogona; Família: Molgulidae; Género: Molgula;

Designação

- Tunicado - Ascídia - Modelo Anatómico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\ Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Modelo anatómico em Gesso;

 

Medida

- 41,5 cm de Largura (quadro);

- 48,5 cm de Comprimento (quadro);

 

Material

- Gesso;

- Madeira;

- Cartão;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/257

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira em forma de gota de água, de onde lateralmente se ergue um tronco de madeira, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas no tronco de madeira, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro de tom preto, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma gralha cinzenta, por ser, preta e cinzenta. Distingue-se da gralha-preta pelos tons cinzentos no dorso e nas partes inferiores do corpo, que contrastam com a cabeça, as asas e as patas pretas. O bico ao contrário da gralha-preta não é preto e é de tom amarelo-avermelhado. O exemplar em questão é bastante grande, apresentando um bico quase do mesmo tamanho da cabeça. Tem a cauda quadrada (o que se confirma no exemplar). O bico é longo e robusto. As patas são médias e os dedos agrupados três para a frente e um para trás.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Corvidae; Género: Corvus; Espécie: Corvus corone; Subespécie: Corvus corone cornix;

Designação

- Nome Vulgar: Gralha cinzenta;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 27 cm de Altura;

- 42 cm de Comprimento;

- 16,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/258

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, pretos, simulando o aspeto natural. Trata-se de um pica-pau-verde por apresentar a plumagem do corpo de cor verde, tendo uma tonalidade mais clara, quase amarelada, na zona do uropígio e a da coroa da cabeça de tom vermelho. Trata-se de um macho por apresentar na zona do "bigode" duas manchas vermelhas. O bico é comprido e robusto. As patas são curtas, mas com dedos desenvolvidos, estando dois dedos posicionados para a frente e dois para trás, sendo dotados de unhas fortes e curvas que servem de aderência para trepar pelos troncos e ramos das árvores.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Piciformes; Família: Picidae; Género: Picus; Espécie: Picus viridis;

Designação

- Nome Vulgar: Pica-pau-verde, Peto-real ou Cavalo-richante (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 12,5 cm de Altura;

- 27 cm de Comprimento;

- 11 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/259

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, azuis, simulando o aspeto natural. Trata-se de um gaio por apresentar uma poupa eréctil de penas branca e castanha escura, quase negra, manchas negras em forma de bigode que lhe adornam a boca, tectrizes primárias azuis com estreitas faixas pretas e brancas, que formam uma linda mancha, em cada uma das asas. Apresenta o resto do corpo em tons de bege e castanhos. O bico é curto e robusto. As patas são médias, com dedos desenvolvidos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, sendo dotados de unhas fortes e curvas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Corvidae; Género: Garrulus; Espécie: Garrulus glandarius;

Designação

- Nome Vulgar: Gaio;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 19,5 cm de Altura;

- 30 cm de Comprimento;

- 9 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/260

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira quadrangular, do centro da qual se ergue uma estrutura em sedimentos, pintado de verde, que tenta simular um rochedo marinho, que serve de poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma andorinha-do-mar-comum por apresentar um característico barrete negro, que se estende desde a testa até à nuca. O bico pontiagudo é vermelho e com a ponta preta. As patas são curtas e vermelhas, com três dos dedos associados numa membrana interdigital. A parte superior do corpo e as asas são de um cinzento muito pálido, assim como, a cauda. Esta última é bifurcada.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Laridae; Género: Sterna; Espécie: Sterna hirundo;

Designação

- Nome Vulgar: Andorinha-do-mar-comum, Gaivina ou Garajau;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 15 cm de Altura;

- 41 cm de Comprimento;

- 10 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Sedimentos;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/261

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, do centro da qual se ergue um tronco que serve de poleiro a duas aves da mesma espécie. Num ramo inferior encontra-se numa postura de observação, uma das aves, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom castanho e estão semicerrados. Tem uma poupa/crista com grandes plumas erécteis, no cocuruto da cabeça, orlada por pontas castanhas bem escuras, aberta. O bico é muito comprido e curvo. Apresenta plumagem de tom castanho-bege-alaranjado, na maioria do seu corpo. As asas e a cauda são listadas de branco e castanho bem escuro. Num ramo superior encontra-se a outra ave, também numa postura de observação, com iguais características à ave descrita, anteriormente, mas onde os olhos se encontram bem abertos e onde é possível observar melhor as patas, que são de tamanho médio. A poupa/crista desta segunda ave não se encontra levantada. Ambos os exemplares são poupas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Upupiformes; Família: Upupidae; Género: Upupa; Espécie: Upupa epops;

Designação

- Nome Vulgar: Poupa;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só de cada espécime)

Inferior:

- 16 cm de Altura;

- 25 cm de Comprimento;

- 5 cm de Largura;

Superior:

- 13,5 cm de Altura;

- 25,5 cm de Comprimento;

- 5,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/262

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado dentro de uma vitrina retangular.

Sobre uma base de ardósia que depois foi revestida por cerâmica ergue-se como que um "tronco" em cerâmica que serve de poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras bem presas nesse "tronco", olhando de frente. Os olhos são de vidro, pretos, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma pega-azul por apresentar cauda e asas azuladas, tonalidade do corpo ocre, região da garganta branca, cabeça preta. Para além disso, as patas são negras, médias e os dedos agrupados três para a frente e um para trás, sendo as unhas bem desenvolvidas, em especial a do dedo posterior. O bico é robusto e negro. A cauda é comprida o que proporciona a estas aves um voo lento, mas uma capacidade de manobra notável, nomeadamente, têm grande facilidade, em inverter a direção durante o voo.

 Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Corvidae; Género: Cyanopica; Espécie: Cyanopica cyanus;

       

Designação

- Nome Vulgar: Pega-azul;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 25 cm de Altura;

- 32,5 cm de Comprimento;

- 6 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Rocha;

- Cerâmica;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/263

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, sobre a qual tem uma outra base também retangular, mas mais pequena e mais elevada em camurça onde está apoiada a ave. Já fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910). A ave encontra-se numa postura de observação, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom alaranjado, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma perdiz-chukar por apresentar garganta branca e uma faixa preta desde a testa, que atravessa a região do olho, a cabeça e faz como que um colar na zona da garganta. Tem também o ventre e dorso de tons cinza e ruivo, as patas vermelhas, o bico robusto e avermelhado e, o padrão típico listado de tons bege-castanho escuro-cinza por debaixo das asas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Alectoris; Espécie: Alectoris chukar;

Designação

- Nome Vulgar: Perdiz-chukar;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 15,5 cm de Altura;

- 28,5 cm de Comprimento;

- 11 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Ouriços e Castanhas;

- Camurça;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (por causa da vitrina que se encontra arranjada com fita cola)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/264

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, apoiada sobre quatro cilindros. O animal está em posição de alerta. Tem o dorso coberto por espinhos curtos e lisos, de cinza claro a castanho, a restante parte do corpo é coberta por pelos cinza claros, os olhos são castanho escuros em vidro simulando o aspeto natural.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Erinaceomorpha; Família: Erinaceidae; Género: Erinaceus; Espécie: Erinaceus europaeus;

Designação

- Nome Vulgar: Ouriço-cacheiro;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 9 cm de Altura;

- 17 cm de Comprimento;

- 10,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/265

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Numa das pontas dessa base eleva-se um tronco de madeira, com ramificações, no qual se encontra apoiado um dos mamíferos, que se trata de um toirão. Em baixo e apoiado, diretamente, sobre a base retangular, encontra-se outro exemplar de toirão, que está em posição de ataque, sendo visíveis os seus dentes. O tipo de dentes que apresenta é típico da alimentação carnívora que possui. Os toirões alimentam-se, normalmente, de pequenos roedores, no entanto, não desprezam outras presas, tais como, coelhos e anfíbios. Os toirões são parecidos com as doninhas, mas de maiores dimensões, com a parte inferior do pelo bem mais negra e a restante com um tom amarelado. Apresenta uns grandes bigodes, cauda mediana, olhos escuros (aqui em vidro, simulando o aspeto natural). As suas patas são pequenas. A cabeça é achatada, com orelhas pequenas e arredondadas. O corpo é alongado e cilíndrico.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Mustelidae; Género: Mustela; Espécie: Mustela putorius;

Designação

- Nome Vulgar: Toirão;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só de cada espécime)

Inferior:

- 16 cm de Altura;

- 53 cm de Comprimento com cauda;

- 19 cm de Comprimento da cauda;

- 10 cm de Largura;

Superior:

- 14 cm de Altura;

- 50 cm de Comprimento com cauda;

- 15 cm de Comprimento da cauda;

- 9 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/266

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação de parte do corpo humano nas aulas de Ciências Naturais. Modelo anatómico da caixa torácica que permitia estudar a morfologia dos pulmões e do coração e as principais artérias e veias do sistema circulatório. Permitia ainda observar a traqueia e a árvore brônquica. No modelo anatómico é possível observar o pulmão direito dividido em 3 lobos: inferior, médio e superior e o pulmão esquerdo dividido apenas em 2 lobos: inferior e superior. Em cada lobo pulmonar existem brônquios e bronquíolos, artérias pulmonares e veias pulmonares. Ao nível do coração para além de ser possível visualizar a dimensão mediana de um coração humano, é possível observar a disposição da artéria aorta, da artéria pulmonar, da veia cava e das veias pulmonares (ver as duas faces do modelo). Ao nível da traqueia é possível verificar a textura dos anéis constituintes e assim compreender melhor a sua função. De cada lado da traqueia, a vermelho, é possível observar a carótida esquerda e a direita.

          

      

Designação

- Caixa torácica;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Modelo em Gesso e Cerâmica;

 

Medida (não contabilizando a estrutura em metal)

- 26,5 cm de Altura;

- 27 cm de Largura;

- 17 cm de Profundidade;

 

Material

- Madeira;

- Metal;

- Mineral\Gesso;

- Tela;

- Cerâmica;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/267

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira, que dá para pendurar numa parede. No centro dessa base assenta o exemplar, que se trata da cabeça de um peixe, com a boca bem aberta. A boca é larga e com numerosos, mas minúsculos dentes, que ao tato parecem uma serra. O facto de ter esse conjunto de dentes dá-nos a indicação de ser um peixe predador. A maxila inferior é mais proeminente e mais saliente do que a superior, o que é característico desta espécie. A cabeça é de tom verde escuro-azeitona, com os flancos dourados. Os olhos são de vidro, de tom castanho-alaranjado, a simular o aspeto natural. Trata-se de um achigã, peixe de água doce, que suporta água salobra, que apenas foi introduzido em Portugal, em 1898, na Ilha de São Miguel, nos Açores, sendo oriundo do sul do Canadá e dos Estados Unidos da América. Nas bacias hidrográficas do Continente existe desde 1952. É um peixe de águas temperadas ou pouco frias, de pouca profundidade, que habita em locais com vegetação aquática. Durante o período de reprodução, de abril a junho, o macho tem um comportamento territorial, protegendo o ninho até os novos seres terem 3 a 4 semanas de idade. Após a desova a fêmea é expulsa do ninho e pode mesmo ser morta e servir de alimento ao próprio macho, caso ofereça algum tipo de resistência. Segundo inscrição inserida por baixo da peça, este achigã foi recolhido no Rio Cávado, pesava 3 kg e pertencia a Nuno Lopes.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Superclasse: Peixes; Classe: Actinopterygii; Ordem: Perciformes; Família: Centrarchidae; Género: Micropterus; Espécie: Micropterus salmoides;

Designação

- Nome Vulgar: Achigã;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Peixes;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida

- 12 cm de Altura;

- 13,5 cm de Comprimento;

- 9 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/268

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do crânio de gato nas aulas de Ciências Naturais. Permitia ainda a comparação com outros crânios, existentes também na escola. O crânio deste exemplar encontra-se em bom estado de conservação, apresentando a maioria dos seus ossos: temporal; parietal; frontal; occipital e do arco zigomático. Para além disso, tem implantado parte dos seus dentes, quer no maxilar superior, quer inferior. Trata-se de apenas meio crânio, dividido longitudinalmente.

A sua dentição é tipicamente de um carnívoro, com caninos bem desenvolvidos, pré-molares e molares.

Esta peça faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1901, uma vez que figura do inventário publicado nesse ano no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Felidae; Género: Felis; Espécie: Felis catus; Subespécie: Felis catus domestica;

Designação

- Meio Crânio de gato doméstico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Em esqueleto;

 

Medida (sem o suporte)

- 6,5 cm de Altura;

- 3 cm de Profundidade;

- 9 cm de Comprimento;

 

Material

- Metal;

- Animal/Osso;

- Animal/Dentes;

- Madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/269

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do crânio de Canguru nas aulas de Ciências Naturais. Permitia ainda a comparação com outros crânios, existentes também na escola. O crânio deste exemplar encontra-se em bom estado de conservação, apresentando a maioria dos seus ossos: temporal; parietal; frontal; occipital e do arco zigomático. Para além disso, tem implantado parte dos seus dentes, quer no maxilar superior, quer inferior. Trata-se de apenas meio crânio, dividido longitudinalmente.

A sua dentição é tipicamente de um herbívoro, apesar de apresentar um dente mais desenvolvido, no maxilar inferior, para o exterior da boca, que tem a função de se defender dos seus predadores. A dentição no maxilar superior é diferente do maxilar inferior.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Subclasse: Marsupiallia; Ordem: Diprotodontia; Família: Macropodidae; Género: Macropus; Espécie: Macropus giganteus;

Designação

- Meio Crânio de Canguru cinza oriental;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Em esqueleto;

 

Medida (sem o suporte)

- 7 cm de Altura;

- 4 cm de Profundidade;

- 14 cm de Comprimento;

 

Material

- Metal;

- Animal/Osso;

- Animal/Dentes;

- Madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/270

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do crânio de Crocodilo nas aulas de Ciências Naturais. Permitia ainda a comparação com outros crânios, existentes também na escola. O crânio deste exemplar encontra-se em bom estado de conservação, apresentando a maioria dos seus ossos. Para além disso, tem implantado grande parte dos seus dentes, quer no maxilar superior, quer inferior. Trata-se de apenas meio crânio, dividido longitudinalmente.

Trata-se de um crânio de um jovem, atendendo ao seu tamanho e, porque o 4.º dente característico desta espécie que é muito mais desenvolvido, enquanto adulto, ainda, não é muito evidente. Os crocodilos jovens alimentam-se apenas de invertebrados, de anfíbios, de pequenos répteis, de peixes e de outros pequenos vertebrados. Antigamente, esta espécie era designada por Crocodilus vulgaris. Atualmente, o crocodilo-do-Nilo é o único considerado pertencente a esta antiga espécie.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Crocodylia; Família: Crocodylidae; Género: Crocodilus; Espécie: Crocodilus niloticus;

Designação

- Meio Crânio de Crocodilo-do-Nilo;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Répteis;

 

Técnica

- Conservação\Em esqueleto;

 

Medida (sem o suporte)

- 8 cm de Altura;

- 4,5 cm de Profundidade;

- 19 cm de Comprimento;

 

Material

- Metal;

- Animal/Osso;

- Animal/Dentes;

- Madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/271

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do esqueleto de rã nas aulas de Ciências Naturais. Permitia ainda a comparação com outros esqueletos, existentes também na escola. O esqueleto deste exemplar encontra-se em bom estado de conservação, quase completo, apesar de já figurar no Catálogo de 1901, com o espólio pertencente ao Liceu, para o estudo de História Natural, arquivado na Biblioteca da Escola Sá de Miranda.

Este espécime encontra-se apoiado numa base de madeira circular, suportado por três bases de madeira. Por cima está protegido por uma campânula de vidro.

É possível observar-se o crânio plano, onde se vê as duas grandes órbitas e a zona do maxilar. A coluna vertebral da rã é constituída por 9 vértebras, incluindo a vértebra sacra. Ao fundo e junto a esta última encontra-se um vestígio da cauda das rãs primitivas que se designa por urostilo, que é uma extensão da coluna vertebral. No final do urostilo encontramos um osso designado por ísquio. Nas patas dianteiras, ao nível dos ombros são bem visíveis as escápulas. Também bem observáveis os úmeros, os rádios-ulna e a constituição dos dedos das patas dianteiras (falta um dedo na pata direita). Nas patas traseiras bem desenvolvidas as tibifíbulas, que permitem que a rã salte.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Amphibia; Ordem: Anura; Família: Ranidae; Género: Rana; Espécie: Rana esculenta;

Designação

- Esqueleto de Rã;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Anfíbios;

 

Técnica

- Conservação\Em esqueleto;

 

Medida (espécime)

- 3 cm de Altura;

- 12 cm de Profundidade;

- 9,5 cm de Comprimento;

 

Material

- Campânula de vidro;

- Animal/Osso;

- Madeira;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/272

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do sapo-parteiro-comum. Este espécime encontra-se conservado em formol. Já fazia parte do espólio do Liceu em 1901, conforme comprova o Catálogo arquivado na nossa Biblioteca. Foi uma oferta de S. Motta, segundo esse mesmo Catálogo.

O nome comum deste sapo advém dos cuidados parentais que esta espécie apresenta: depois de fertilizados os ovos, o macho enrola o cordão de ovos nas patas traseiras e anda com eles até à altura da eclosão (aproximadamente um mês), protegendo-os dos predadores, dos fungos e da seca. É devido a esse facto que apresenta verrugas na região lombar, para que os consiga transportar mais facilmente, sem os perder. Esta espécie é, predominantemente, terrestre e, só vive na água na época da reprodução. Quando o desenvolvimento dos embriões chega ao fim este sapo aproxima-se das águas calmas, onde as cascas dos ovos se rompem, ficando os girinos em liberdade.

O tamanho da cabeça destes sapos é bastante grande atendendo à dimensão do seu corpo. Os olhos são grandes e com pupila vertical, em forma de fenda.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Amphibia; Ordem: Anura; Família: Alytidae; Género: Alytes; Espécie: Alytes obstretricans;

Designação

- Sapo-parteiro-comum;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Anfíbios;

 

Técnica

- Conservação\Em formol;

 

Medida (espécime)

- 2 cm de Altura;

- 5 cm de Profundidade;

- 8,5 cm de Comprimento;

 

Material

- Vidro;

- Animal;

- Tela;

- Formol;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (por causa do invólucro que não está em muito bom estado)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/273

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado, diretamente, sobre uma base de madeira retangular. Este espécime trata-se de um jacaré-americano ou caimão-americano jovem atendendo à sua dimensão (quando adultos medem em média 3 metros podendo, no entanto, atingir o tamanho de 5 metros). É um jacaré-americano, uma vez que, apresenta os dentes da mandíbula superior externamente aos da mandíbula inferior o que faz com que o quarto dente inferior, tipicamente maior, encaixe na mandíbula superior permitindo que este animal feche a boca, o que não se verifica nos crocodilos; tem focinho comprido, achatado e liso; cor dorsal verde-azeitona, com listas castanhas escuras. Apresenta os dedos ligados por membranas interdigitais que lhe facilitam a locomoção em meio aquático.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Crocodylia; Família: Alligatoridae; Género: Alligator; Espécie: Alligator mississippiensis;

Designação

- Nome Vulgar: Jacaré-americano ou Aligátor-americano ou Caimão-americano;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Répteis;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 6 cm de Altura;

- 48 cm de Comprimento;

- 17 cm de Profundidade;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (falta-lhe o final da cauda)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/274

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Já fazia parte do espólio do Liceu em 1901, conforme comprova o Catálogo arquivado na nossa Biblioteca. Este exemplar encontra-se colocado, no interior de uma vitrina, selada, retangular e de vidro, metal e madeira. Este espécime trata-se de um gato doméstico, onde é possível observar o seu esqueleto, dentes e a sua pele. Os ossos encontram-se articulados entre si através de pequenos filamentos de metal. Numa das faces é visível a pele do animal e, na outra o seu esqueleto. O olho é de vidro, simulando o aspeto natural.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Felidae; Género: Felis; Espécie: Felis catus; Subespécie: Felis catus domestica;

Designação

- Nome Vulgar: Gato doméstico;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (vitrina)

- 29 cm de Altura;

- 52 cm de Comprimento;

- 13 cm de Profundidade;

 

Material

- Animal/Osso;

- Animal/Dentes;

- Animal/Pele;

- Madeira;

- Vidro;

- Metal;

- Polímero (Plástico);

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/275

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, onde está apoiada a ave. A ave encontra-se numa postura de observação. Os olhos são de vidro, de tom alaranjado, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma codorniz, sendo a galiforme europeia mais pequena. É pequena e rechonchuda e, no seu habitat, facilmente passa despercebida devido ao seu mimetismo. Apresenta um padrão ocre malhado, extremamente semelhante ao padrão do ambiente que a rodeia. Não se trata de um macho pois a sua garganta é clara em vez de preta (característica típica dos machos que apresentarem garganta preta). Quer no dorso, quer nos flancos tem listas em tons bege e castanho-escuro que ajudam na sua identificação. O bico é pequeno mas robusto e as patas compridas, para o tamanho que tem.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Coturnix; Espécie: Coturnix coturnix;

Designação

- Nome Vulgar: Codorniz (fêmea);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 12,5 cm de Altura;

- 14 cm de Comprimento;

- 6,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (Mal apoiada na base)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/276

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas na barra, olhando de lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Apresenta plumagem com tons de cinza azulado na cabeça e no ventre e no resto do corpo um tom castanho ruivo. A cor das infra caudais são de castanho mais escuro, permitindo identificar a espécie como papa-moscas do paraíso. As retrizes centrais alongadas não estão presentes pois apenas as exibem na época de reprodução e são facilmente perdidas, mesmo na natureza. O bico é médio, achatado, fino e frágil. As patas são curtas, finas e com dedos desenvolvidos, mas finos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, pelo que pertence à Ordem Passeriformes. São aves de origem africana.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Monarchidae; Género: Terpsiphone; Espécie: Terpsiphone rufocinerea;

Designação

- Nome Vulgar: Papa-moscas do paraíso ou Papa-moscas congolês;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 10 cm de Altura;

- 12 cm de Comprimento;

- 3,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/277

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas na barra, olhando de lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom acinzentados, simulando o aspeto natural. Apresenta plumagem com tons de amarelo esverdeado, o ventre é um amarelo-limão e a cauda é castanha com bordos brancos. A cauda é curta e quadrada. O bico é curto mas forte. As patas são curtas, finas e com dedos desenvolvidos, mas finos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, pelo que pertence à Ordem Passeriformes. É uma felosa, pois é facilmente identificável pelo seu tamanho e pela cor da sua plumagem. Não é uma felosa-comum nem uma felosa-ibérica porque não apresenta as patas negras. É uma felosa-musical por apresentar as suas patas mais claras e umas asas mais longas do que uma felosa-comum.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Phylloscopidae; Género: Phylloscopus; Espécie: Phylloscopus trochilus;

Designação

- Nome Vulgar: Felosa-musical;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 7,5 cm de Altura;

- 9 de Comprimento;

- 4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/278

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas na barra, olhando de lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom acinzentados, simulando o aspeto natural. Apresenta uma mancha de tom laranja que vai desde a testa até ao peito e que contrasta, enormemente, com o abdómen branco e, com o dorso e a nuca castanhos. O bico é curto, típico de se alimentar de insetos e aranhas, apesar de também conseguir alimentar-se de pequenas minhocas e caracóis. As patas são curtas, finas e com dedos desenvolvidos, mas finos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, pelo que pertence à Ordem Passeriformes. É um pisco-de-peito-ruivo.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Muscicapidae; Género: Erithacus; Espécie: Erithacus rubecula;

Designação

- Nome Vulgar: Pisco-de-peito-ruivo;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 7 cm de Altura;

- 9 de Comprimento;

- 4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/279

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se com as asas abertas, com garras presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. É um pintassilgo por ser uma ave de pequeno porte que apresenta face vermelha e o resto da cabeça preta e branca. Para além disso, as asas são pretas, com uma barra amarelo vivo, muito característica. O bico é de cor marfim, sendo mais escuro na ponta. É robusto, permitindo que esta ave se alimente de sementes. As patas são curtas, finas e com dedos desenvolvidos, mas finos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, pelo que pertence à Ordem Passeriformes.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Fringillidae; Género: Carduelis; Espécie: Carduelis carduelis;

Designação

- Nome Vulgar: Pintassilgo-Europeu;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 7 cm de Altura;

- 10 de Comprimento;

- 10 cm de Largura (asas abertas);

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/280

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas na barra, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom castanho-alaranjado, simulando o aspeto natural. É um chapim-azul por ser uma ave de pequeno porte que apresenta uma mancha azul rodeada de branco, no alto da cabeça, uma lista ocular preta e um colar preto. Para além disso, as asas são em tons de azul-esverdeado, o dorso num verde azeitona e o peito verde mais claro, pintalgado de branco. O bico é pequeno, mas muito forte. As patas são curtas, finas e com dedos desenvolvidos, mas finos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, pelo que pertence à Ordem Passeriformes.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Paridae; Género: Cyanistes; Espécie: Cyanistes caraeuleus (Nota: anteriormente, era designada por Parus caeruleus, mas a atual classificação é esta);

Designação

- Nome Vulgar: Chapim-azul;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 5,5 cm de Altura;

- 10,5 de Comprimento;

- 3 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/281

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas na barra, olhando quase de frente. Os olhos são de vidro, de tom preto, simulando o aspeto natural. É um dom-fafe por ser uma ave de pequeno porte que apresenta o alto da cabeça de tom escuro, o peito de tom mais vivo arruivado e uma faixa na zona da nuca da mesma cor e a restante zona do corpo num tom mesclado de cinza, branco e castanho. As asas são predominantemente, castanhas escuras. As retrizes centrais alongadas não estão presentes pois apenas as exibem na época de reprodução e são facilmente perdidas, mesmo na natureza. O bico é pequeno, mas muito forte e triangular. As patas são curtas, finas e com dedos desenvolvidos, mas finos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, pelo que pertence à Ordem Passeriformes.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Fringillidae; Género: Pyrrhula; Espécie: Pyrrhula pyrrhula;

Designação

- Nome Vulgar: Dom-fafe;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 6,5 cm de Altura;

- 11,5 de Comprimento;

- 4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/282

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Já figurava no Catálogo de 1901, como pertencente ao espólio do Liceu, para o estudo de História Natural, arquivado na Biblioteca da Escola Sá de Miranda.

Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom preto, simulando o aspeto natural. É um guarda-rios por ser uma ave de pequeno porte que apresenta plumagem colorida, pescoço curto, bico tão comprido quanto a cabeça. As asas são arredondadas e a cauda é curta. As patas são pequenas e sindáctilas, com os dedos frontais unidos. O bico é amarelado e achatado. O peito e o ventre são cor-de-laranja e o dorso e as asas são sarapintadas de azul sulfato. A garganta é branca. Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Coraciiformes; Família: Alcedinidae; Género: Alcedo; Espécie: Alcedo atthis; Subspécie: Alcedo atthis ispida;

Designação

- Nome Vulgar: Guarda-rios ou martim-pescador ou papa-peixe ou pica-peixe ou espreita-marés ou freirinha ou pisco-ribeiro;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 8 cm de Altura;

- 14 cm de Comprimento;

- 5,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/283

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Já figurava no Catálogo de 1901, como pertencente ao espólio do Liceu, para o estudo de História Natural, arquivado na Biblioteca da Escola Sá de Miranda.

Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom preto, simulando o aspeto natural. É um guarda-rios por ser uma ave de pequeno porte que apresenta plumagem colorida, pescoço curto, bico tão comprido quanto a cabeça. As asas são arredondadas e a cauda é curta. As patas são pequenas e sindáctilas, com os dedos frontais unidos. O bico é amarelado e achatado. O peito e o ventre são cor-de-laranja e o dorso e as asas são sarapintadas de azul sulfato. A garganta é branca. Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Coraciiformes; Família: Alcedinidae; Género: Alcedo; Espécie: Alcedo atthis; Subspécie: Alcedo atthis ispida;

Designação

- Nome Vulgar: Guarda-rios ou martim-pescador ou papa-peixe ou pica-peixe ou espreita-marés ou freirinha ou pisco-ribeiro;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 10 cm de Altura;

- 13,5 cm de Comprimento;

- 3,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (Bico partido)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/284

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave. A ave encontra-se numa postura de observação, com garras presas na barra, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom acastanhado, simulando o aspeto natural. É um canário-de-terra-brasileiro por ser uma ave de pequeno porte que apresenta plumagem amarelo-olivácea, com algumas estrias castanhas. Como se trata de uma fêmea é predominantemente, olivácea. Os machos são bem mais amarelos. As patas são médias, finas e com dedos desenvolvidos, mas finos, estando três dedos posicionados para a frente e um para trás, pelo que pertence à Ordem Passeriformes. O bico é amarelado, robusto e triangular. Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Emberizidae; Género: Sicalis; Espécie: Sicalis flaveola;

Designação

- Nome Vulgar: Canário-da-terra-brasileiro (fêmea);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 8,5 cm de Altura;

- 13 cm de Comprimento;

- 4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/285

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Já figurava no Catálogo de 1901, como pertencente ao espólio do Liceu, para o estudo de História Natural, arquivado na Biblioteca da Escola Sá de Miranda.

Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, que por sua vez está apoiada sobre quatro pequenos cilindros de madeira. A tartaruga encontra-se numa postura de observação, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom preto, simulando o aspeto natural. É uma tartaruga-terrestre por apresentar: uma carapaça óssea, de origem dérmica e revestida por placas córneas, convexa; a placa nucal muito estreita (5mm) e as placas caudais mais desenvolvidas/volumosas; uma dimensão total (incluindo a cauda) de 23 cm. A sua cor é entre tons de amarelo e negro. Os membros são maciços, curtos, horizontais, com dedos terminados por garras. A cabeça encontra-se fora da carapaça. Apresenta uma cauda. A tartaruga-terreste tem um exosqueleto constituído por uma carapaça, formada de um escudo dorsal, convexo, e outro ventral, achatado, ligados entre si, mas com duas aberturas, anterior e posterior, por onde saem a cabeça, a cauda curta e os membros.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Testudines; Família: Testudinidae; Género: Testudo; Espécie: Testudo graeca;

Designação

- Nome Vulgar: Tartaruga-terrestre ou Tartaruga-grega;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Répteis;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 6 cm de Altura;

- 23 cm de Comprimento;

- 16 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/286

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação de uma cobra. Este espécime encontra-se conservado em líquido. Já constava do inventário de 1895 do Liceu Sá de Miranda, enviado à DGIP (Direção Geral de Instrução Pública) conforme consta no arquivo da Torre do Tombo.

O nome comum desta cobra é cobra-lisa-meridional ou cobra-lisa-bordalesa. Apresenta: cabeça pequena mas diferenciada do corpo; focinho saliente, mas arredondado na extremidade; dorso acastanhado, com algumas manchas escuras; na região posterior da cabeça possui uma pequena mancha em U com convexidade virada para a cauda; flancos com pequenas manchas escuras; ventre claro com muitas manchas escuras.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Squamata; Subordem: Serpentes; Família: Colubridae; Género: Coronella; Espécie: Coronella girondica;

Designação

-Cobra-lisa-meridional ou Cobra-lisa-bordalesa;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Réptil;

 

Técnica

- Conservação\Em formol;

 

Medida (espécime)

- ≈38 cm de Comprimento;

- ≈1 cm de Diâmetro;

 

Material

- Vidro;

- Animal;

- Tela;

- Formol;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (por causa do invólucro que não está em muito bom estado)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/287

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação de um lagarto. Este espécime encontra-se conservado em líquido. Já constava do inventário de 1906 do Liceu, enviado à DGIP conforme consta no arquivo da Torre do Tombo, assim como, do Catálogo de 1901, arquivado na nossa Biblioteca e da relação de "Animais, vertebrados e invertebrados, enviados pela Universidade de Coimbra", a 4 de junho de 1898, ao Liceu de Braga, conforme consta no arquivo da Torre do Tombo.

O nome comum deste lagarto é lagarto verde. O espécime em questão ainda não é adulto, na medida em que, em adultos chegam a medir 15cm da ponta do focinho à cloaca e, a sua cauda a medir até o dobro do tamanho do resto do corpo. Para além disso, em adultos, apresentam uma tonalidade bem mais verde e brilhante. Enquanto juvenis apresentam tons mais acinzentados-acastanhados, com manchas acastanhadas, como o exemplar em questão. A cauda apresenta-se listada. A cabeça é grande, mas mais fina nas fêmeas. Nos machos a cabeça tem uma coloração azulada, característica. O tronco é cilíndrico e achatado. Cada membro tem 5 dedos e unhas. A cauda é flexível e tem a capacidade de se soltar, quando o lagarto se sente ameaçado e, posteriormente, regenerar.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Squamata; Família: Lacertidae; Género: Lacerta; Espécie: Lacerta viridis;

Designação

- Lagarto verde (fêmea);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Réptil;

 

Técnica

- Conservação\Em formol;

 

Medida (espécime)

- ≈6 cm de Comprimento sem cauda;

- ≈14 cm de Comprimento com cauda;

- ≈5 cm de Profundidade;

 

Material

- Vidro;

- Animal;

- Tela;

- Formol;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (por causa do invólucro que não está em muito bom estado)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/288

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira. No centro dessa base assenta o exemplar, que se trata de um rocaz, com a boca semiaberta. Os olhos são de vidro a simular os naturais. Apresenta uma cabeça grande, barbatanas bastantes desenvolvidas, em particular as do par torácico e couraça com raios espinhosos muito robustos. A sua boca é grande. O rocaz distingue-se dos restantes peixes escorpiões (família a que pertence) por ser de maiores dimensões, entre 30 cm a 50 cm de comprimento (até 3kg), apresentar mais barbilhos no maxilar inferior, ser mais avermelhado-alaranjado e apresentar várias manchas negras pintalgadas por todo o seu corpo. Tem 12 espinhas dorsais, 9 raios dorsais moles, 3 espinhos anais, e 5 raios moles. Tem tentáculos supraorbitais longos. Os seus espinhos são venenosos, pelo que em contato com estes é necessário ir-se ao Hospital. O rocaz vive sobre fundos rochosos à volta das ilhas, preferencialmente, entre os 10 e os 100 m de profundidade. É uma espécie sedentária, solitária e não migratória. Alimenta-se de outros peixes, crustáceos e moluscos. Em Portugal existe nos Açores e é uma das espécies mais apreciadas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Superclasse: Peixes; Classe: Actinopterygii; Ordem: Scorpaniformes; Família: Scorpaenidae; Género: Scorpaena; Espécie: Scorpaena scrofa;

Designação

- Rocaz ou cantarilho-legítimo;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

-Tipologia\Fauna\Peixes;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 21 cm de Altura;

- 49 cm de Comprimento;

- 19 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/289

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação das características morfológicas de um crustáceo. Este espécime encontra-se taxidermizado. Já constava do inventário de 1906 do Liceu, enviado à DGIP conforme consta no arquivo da Torre do Tombo, assim como, do Catálogo de 1901, arquivado na nossa Biblioteca e da relação de "Animais invertebrados, enviados pela Universidade de Coimbra", a 14 de novembro de 1898, ao Liceu de Braga, conforme consta no arquivo da Torre do Tombo.

Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, de 47cm x 40cm. No centro dessa base assenta o exemplar, que se trata de uma lagosta. Tem 4 pares de patas locomotoras; 1 par de antenas longas; 1 par de anténulas; 1 par de quelíceras, com pinças bem desenvolvidas; maxilípedes presentes; abdómen dividido em 6 segmentos; barbatana caudal dividida em 5 segmentos; olhos desenvolvidos. É de cor amarelada-alaranjada, com apontamentos acinzentados. Vive nas costas rochosas da linha de baixa-mar, é noturna e, alimenta-se de caranguejos e pequenos animais mortos.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Arthropoda; Subfilo: Crustacea; Classe: Malacostraca; Ordem: Decapoda; Infraordem: Palinura; Família: Palinuridae; Género: Palinurus; Espécie: Palinurus elephas [anteriormente, designado Palinurus vulgaris];

Designação

- Lagosta;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Crustáceos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 11,5 cm de Altura;

- 40 cm de Comprimento;

- 32 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Cascalho;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/290

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação das características morfológicas de uma raia. Este espécime encontra-se taxidermizado. Já constava do inventário de 1906 do Liceu, enviado à DGIP conforme consta no arquivo da Torre do Tombo, assim como, do Catálogo de 1901, arquivado na nossa Biblioteca e da relação de "Animais vertebrados, enviados pela Universidade de Coimbra", a 4 de junho de 1898, ao Liceu de Braga, conforme consta no arquivo da Torre do Tombo.

Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, de 20cm x 11,5cm, suspensa por duas hastes de metal. São peixes marinhos cartilagíneos (Chondrichthyes) classificados na Superordem Bathoidea que também agrupa os tubarões. As raias têm o corpo achatado dorsoventralmente e, por consequência, as fendas branquiais encontram-se por baixo da cabeça sendo essa é a principal característica que distingue os peixes batoídeos dos tubarões. A Raia-lenga possui um corpo romboide e achatado, com um focinho curto e arredondado. A coloração, deste exemplar, é cinzento-acastanhado. A face ventral é, ligeiramente, mais clara e as margens do "disco" cinzenta-avermelhada. A superfície dorsal do disco é espinhosa, mesmo em juvenis, como é o caso da nossa amostra. A cauda apresenta faixas transversais com espinhos/aguilhões. A região central das costas (parte dorsal) também apresenta muitos espinhos/aguilhões. Todo o corpo é coberto por espínulas, que dão uma sensação de aspereza. É uma espécie bentónica, vive semienterrada, em profundidades entre os 20 e os 400 metros. Tem a capacidade de detetar campos elétricos fracos que são emitidos por outros animais, o que a ajuda a evitar predadores e a capturar alimentos.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Superclasse: Peixes; Classe: Condrychites; Superodem: Bathoidea; Ordem: Rajiformes; Família: Rajidae; Género: Raia; Espécie: Raia clavata;

Designação

- Raia-lenga;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Peixes;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- ≈1 cm de Altura;

- 49 cm de Comprimento;

- 34,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/291

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do desenvolvimento embrionário humano, proveniente da Casa Deyrolle. Esta peça faz parte de uma coleção de 3 caixas, sendo que a escola apenas tem as duas últimas, começando a legenda desta caixa no n.º 2. A legenda do modelo encontra-se em francês, sendo ainda a de origem. Tradução da Legenda: Título: Embriogénese [Desenvolvimento Embrionário Humano]; 2 - Parede do Óvulo. Depois do seu lançamento de uma vesícula. Ampliado cerca de 800Xs; 3- Zigoto no processo de segmentação 68 horas após o processo de fecundação. Vemos os espermatozoides flutuando entre as suas membranas. Ampliado cerca de 350Xs. 4- Zigoto, cerca de 4 dias após a fecundação. As células para formar o saco embrionário começam a agrupar-se [fase de blastocisto]. Ampliado cerca de 300Xs. 5- Zigoto, cerca de 8 dias após a fecundação. O saco embrionário começa a tornar-se elíptico; no seu centro é visto o primeiro traço da coluna cérebroespinal. Ampliado cerca de 120Xs. 6- Zigoto, cerca de 9 dias após a fecundação. O embrião é delimitado; os rudimentares das vértebras são visíveis; as vilosidades do primeiro córion aparecendo sobre a membrana vitelina. Ampliado cerca de 60Xs. 7- Zigoto, cerca de 10 dias após a fecundação. Num folheto mucoso da blastoderme desenvolve-se a 1.ª circulação embrionária. O folheto seroso formado em torno do embrião com dobras (âmnio), que ainda não está envolvido totalmente, por existir ainda uma abertura: umbigo amniótico. Ampliado cerca de 30Xs. 8- Embrião, cerca de 12 dias. Mostrando o âmnio ainda segurando o folheto seroso da blastoderme; A extremidade cefálica deprime o saco vitelino; vemos o alantoide. Ampliado cerca de 20Xs. 9- Embrião de 15 a 18 dias e as suas membranas. Distinguimos os detalhes de organização do embrião e dos seus anexos, que é mais ou menos o mesmo em todos os mamíferos, com o mesmo grau de desenvolvimento. Ampliado cerca de 15Xs.

Designação

- Modelo de desenvolvimento embrionário humano;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Modelo em Polímero;

 

Medida (caixa)

- 12,5 cm de Altura;

- 69 cm de Comprimento;

- 59,5 cm de Largura;

 

Material

- Polímero (Plástico);

- Madeira;

- Metal;

- Papel;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (a caixa de madeira já não fecha na totalidade e parte do polímero está partido)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/292

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do desenvolvimento embrionário humano, proveniente da Casa Deyrolle. Esta peça faz parte de uma coleção de 3 caixas, sendo que a escola apenas tem as duas últimas, começando a legenda desta caixa, no n.º 10. A legenda do modelo encontra-se em francês, sendo ainda a de origem. Tradução da Legenda: Título: Embriogénese [Desenvolvimento Embrionário Humano]; 10 - Embrião de 21 dias. Vemos já os órgãos cefálicos no seu estado rudimentar; o córion é vascular em toda a sua extensão. Ampliado cerca de 20Xs; 11- Embrião de 25 dias. Os brotos dos membros aparecem; o corpo se forma. Ampliado cerca de 20Xs. 12- Embrião de 40 dias com uma porção do alantoide e o saco vitelino. O embrião é dissecado a mostrar os órgãos internos; os seus membros já estão desenvolvidos. Muito ampliado. 13- Útero em estado de gravidez no 2.º mês. Útero aberto revela o embrião com as suas membranas. Veem-se as duas trompas de Falópio e os dois ovários; o direito está dissecado. Tamanho natural.

Designação

- Modelo de desenvolvimento embrionário humano;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Modelo em Polímero;

 

Medida (caixa)

- 12,5 cm de Altura;

- 69 cm de Comprimento;

- 59,5 cm de Largura;

 

Material

- Polímero (Plástico);

- Madeira;

- Metal;

- Papel;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (a caixa de madeira já não fecha na totalidade)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/293

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do desenvolvimento embrionário da rã nas aulas de Ciências Naturais. Este exemplar encontra-se em bom estado de conservação, apesar de já figurar no Catálogo de 1901, no espólio pertencente ao Liceu, para o estudo de História Natural, arquivado na Biblioteca da Escola Sá de Miranda, como tendo sido uma oferta de S.Motta. A sua origem é de Wilh. Schlüter (1828-1919), nascido na Alemanha, filho de entomólogo e malacologista, que fundou a sua empresa em 1853 (Naturwisschaftl. Institut.), em Halle an der Saale.

De cima para baixo e legendado em alemão. Título: Rana esculenta, rã que vive em charco: Num pequeno tubo/frasco/contentor ovas de rã; em seguida, dois exemplares de girinos, ainda sem membros (patas); mais abaixo, outros dois exemplares, de girinos mas já com patas posteriores; num plano mais abaixo, dois girinos, com as 4 patas: 2 anteriores e 2 posteriores e uma cauda curta; no plano abaixo, uma rã jovem, sem cauda; por último, no plano mais abaixo, uma rã adulta sem cauda.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Amphibia; Ordem: Anura; Família: Ranidae; Género: Rana; Espécie: Rana esculenta;

        

Designação

- Desenvolvimento embrionário de Rã;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Anfíbios;

 

Técnica

- Conservação\Em formol;

 

Medida (frasco)

- 10,5 cm de Diâmetro;

- 40,5 cm de Altura;

 

Material

- Substância química\Formol;

- Animal/Ovos/Girinos/Rã;

- Vidro;

- Papel/Cartão;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/294

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação de dentição de fóssil de mastodonte. Dente molar de fóssil de mastodonte, colhido na região de Lisboa, datado do Miocénico, entre 25 a 5 M.a.. Pertence à espécie Tetralophodon longirostris, uma das duas, típicas, que habitaram o nosso território.  Mais à esquerda o dente encontra-se partido. Os mastodontes eram seres herbívoros, semelhantes aos atuais elefantes.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Proboscidea; Família: Gomphotheriidae; Género: Tetralophodon; Espécie: Tetralophodon longirostris;

   

 

Designação

- Fóssil de Mastodonte - Dente molar;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamífero;

 

Técnica

- Conservação\Mineralização;

 

Medida (espécime)

- 15,5 cm de Comprimento;

- 7 cm de Altura;

- 8 cm de Largura;

 

Material

- Animal/Dente;

- Madeira;

- Metal;

- Etiqueta de Papel antiga;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (à esquerda o dente está partido)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/295

Foto(s):

Descrição

- Aparelho utilizado em contexto das práticas pedagógicas nas aulas de Biologia, para visualizar estruturas de tamanho extremamente reduzido, como por exemplo as células. Microscópio em ferro preto e dourado, da Ernest Leitz Wetzlar, com o número de série 50922. É composto por: - uma ocular com a referência de 6 (0,1mm); - três objetivas com as referências 3, 6 e 1/12 sendo a última uma objetiva de imersão. Trata-se de um microscópio ótico monocular, com tubo de 25mm, revólver com três objetivas, platina redonda, com espelho e com uma base em U. Não está a focar com nitidez. Data, provavelmente, de 1899, uma vez que, nesse ano foram fabricados, segundo a história deste fabricante os microscópios da série 50000. Para além disso, após um estudo detalhado, dos microscópios espalhados pelo mundo, por este fabricante, há registo, p.ex., dos seguintes microscópios que se encontram ainda com os respetivos n.ºs de série e a informação detalhada de origem, que comprovam o ano de fabrico: 21747 (ano de 1891); 50000 (ano de 1899); 55236 (ano de 1900); 65143 (ano de 1904).

Designação

- Microscópio;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia;

- Tipologia\Instrumento científico;

 

Produção

- Ernst Leitz Wetzlar; Alemanha; Fabricante;

 

Medida

- 18 cm de Profundidade;

- 34 cm de Altura;

- 15,5 cm de Largura;

 

Material

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (não foca com nitidez; exteriormente, estado muito bom)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/296

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Está em posição de alerta, sendo visíveis os seus dentes cerrados. O tipo de dentes que apresenta é típico da alimentação carnívora que possui. As ginetas são predadores noturnos que vivem e caçam de forma solitária. Alimentam-se de insetos, pequenos mamíferos, lagartos e aves; por vezes ingerem também frutos. A gineta assemelha-se a um gato grande, com pelo mais comprido. Este exemplar, apresenta a cauda levantada em arco e as patas traseiras ligeiramente fletidas; tem olhos de vidro escuros, imitando o aspeto natural. A pelagem é em tons cinzento-bege-claro, muito manchada de negro-castanho; a cauda tem 10 anéis negros-castanho e termina num pincel de pelos claros. Apresenta-se com a boca aberta, exibindo a dentição afiada. Tem focinho afiado e longo, orelhas no alto da cabeça e longos bigodes. Assenta todas as patas na base de madeira.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Viverridae; Subfamílea: Viverrinea; Género: Genetta; Espécie: Genetta genetta;

Designação

- Nome Vulgar: Gineta ou Gineta-europeia;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 31,5 cm de Altura;

- 95 cm de Comprimento com cauda;

- 55 cm de Comprimento da cauda;

- 14,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/297

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação do desenvolvimento embrionário de tritão-marmoreado nas aulas de Ciências Naturais. Este exemplar encontra-se em bom estado de conservação, apesar de já figurar no Catálogo de 1901, no espólio pertencente ao Liceu, para o estudo de História Natural, arquivado na Biblioteca da Escola Sá de Miranda.

De baixo para cima num frasco/contentor em vidro com formol temos 3 exemplares, que representam o desenvolvimento do tritão: no exemplar, mais abaixo, a larva ainda não apresenta membros e mede cerca de 5,5 cm de comprimento; o do meio é uma larva um pouco mais desenvolvida, apresentando já os 4 membros, medindo cerca de 6,5 cm de comprimento; o de cima é o tritão no estado adulto, pelo que todo o seu corpo é maior e a sua coloração também é mais escura, medindo cerca de 14,5 cm de comprimento. Possui 5 dedos nas patas posteriores e 4 dedos nas patas anteriores. O tritão adulto tem um corpo alongado, patas relativamente curtas e cauda longa. O tritão-marmoreado apresenta uma pele áspera, um pouco maior que os outros tritões e com coloração ventral mais ou menos escura com pintas brancas e com coloração dorsal e lateral verde-escura numa rede interligada. O espécime adulto conservado trata-se de uma fêmea, atendendo a que apresenta bem visível uma linha vermelha a atravessar todo o seu corpo, inexistente nos machos.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Amphibia; Ordem: Caudata; Família: Salamandridae; Género: Triturus; Espécie: Triturus marmoratus;

 

 

 

Designação

- Desenvolvimento embrionário de Tritão-marmoreado;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Anfíbios;

 

Técnica

- Conservação\Em formol;

 

Medida (frasco)

- 6,5 cm de Diâmetro;

- 30 cm de Altura;

 

Material

- Substância química\Formol;

- Animal\Larvas\Tritão-marmoreado;

- Vidro;

- Papel\Adesivo;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação (necessita de um pouco mais de formol)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/298  

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Está em posição de ataque, sendo bem visíveis os seus dentes afiados. O tipo de dentes que apresenta é típico da alimentação carnívora que possui. Os gatos-bravos têm hábitos crepusculares e noturnos. Preferem caçar em terreno aberto e alimentam-se principalmente de pequenos roedores, aves e, ocasionalmente, de anfíbios e peixes. Os gatos-bravos são maiores que os gatos domésticos, a quem deram origem. São animais solitários e territoriais. Este exemplar apresenta pelagem em tons de bege, listado de negro-castanho; a cauda é comprida, espessa, com aspeto tufado, com quatro anéis negros bem visíveis e termina num pincel de pelos negros. O corpo e as patas apresentam riscas castanhas. As patas são mais compridas que as dos gatos domésticos. A cabeça é grande e arredondada, com focinho curto. Tem uma das patas da frente levantada, em posição de ataque. Apresenta-se com a boca aberta, exibindo a dentição afiada. Tem longos bigodes. Os olhos em vidro, em verde-amarelado-castanho, são grandes e simulam o aspeto natural.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Felidae; Género: Felis; Espécie: Felis silvestris; Subespécie: Felis silvestris silvestris;

Designação

- Nome Vulgar: Gato-bravo ou Gato silvestre;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 30 cm de Altura;

- 83 cm de Comprimento com cauda;

- 31 cm de Comprimento da cauda;

- 19,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/299  

Foto(s):

Descrição

- Espécimes taxidermizados, utilizados como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este dois exemplares encontram-se colocados sobre um aglomerado, que se encontra poisado sobre uma base de madeira retangular. Do lado esquerdo, em posição de ataque, um exemplar de mamífero, que se trata de um toirão, sendo visíveis os seus dentes. Num plano um pouco mais abaixo e à sua direita, encontra-se um outro exemplar, de uma ave, que é a presa do toirão e, é uma perdiz. O tipo de dentes que apresenta o toirão é típico da alimentação carnívora que possui. Os toirões alimentam-se, normalmente, de pequenos roedores, no entanto, não desprezam outras presas, tais como, coelhos, aves e anfíbios. Os toirões são parecidos com as doninhas, mas de maiores dimensões, com a parte inferior do pelo bem mais negra e a restante com um tom amarelado. Apresenta uns grandes bigodes, cauda mediana, olhos escuros (aqui em vidro, simulando o aspeto natural). As suas patas são pequenas. A cabeça é achatada, com orelhas pequenas e arredondadas. O corpo é alongado e cilíndrico. Quanto ao exemplar de perdiz trata-se de uma perdiz-comum por apresentar garganta branca, ventre e dorso de tons cinza, branco e ruivo, as patas vermelhas, o bico robusto e avermelhado e, o padrão típico listado de tons bege-castanho escuro-cinza por debaixo das asas.

Classificação científica do Toirão - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Mustelidae; Género: Mustela; Espécie: Mustela putorius;

Classificação científica da Perdiz-comum - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Alectoris; Espécie: Alectoris rufa;

Designação

- Nomes Vulgares: Toirão + Perdiz-comum;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só de cada espécime)

Toirão:

- 14 cm de Altura;

- 39 cm de Comprimento com cauda;

- 10 cm de Comprimento da cauda;

- 10 cm de Largura;

Perdiz-comum:

- 8 cm de Altura;

- 27 cm de Comprimento;

- 11,5 cm de Largura;

 

Material

- Animais;

- Madeira;

- Vidro;

- Aglomerado;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (a perdiz está com a cabeça desligada do resto do corpo e o aglomerado está descolado da base de madeira)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/300

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Está em posição de observação. Trata-se de um arminho. É um dos mustelídeos mais pequenos da fauna portuguesa. Apresenta um corpo cilíndrico com patas curtas, pescoço longo, cabeça achatada e triangular, olhos pretos brilhantes e ligeiramente salientes, orelhas arredondadas e bigodes compridos. A pelagem é castanho avermelhado na cabeça, cauda e região dorsal, e creme a amarelado no ventre, peito, garganta, lábios, parte interior das patas e rebordo das orelhas. Anualmente sofre duas mudas, sendo que no Inverno o revestimento é mais denso e claro, ficando as populações que se encontram distribuídas mais a norte com os pelos brancos. Este exemplar apresenta a pelagem de Verão. Durante todo o ano a extremidade da cauda é preta, sendo esta uma das características que o diferencia da doninha (Mustela nivalis). Carnívoro especialista em pequenos vertebrados, predando desde micromamíferos a espécies de dimensões consideráveis, proporcionalmente, ao seu tamanho, como coelhos. Quando as presas de pelo são escassas alimenta-se de aves, ovos, rãs, peixes e insetos. Em locais com neve, o arminho (em especial as fêmeas) caça frequentemente debaixo desta e sobrevive exclusivamente de roedores e lemingues. Os sentidos são bastante desenvolvidos, apurando-os consoante o tipo de presa: segue o odor de pequenos mamíferos, observa os peixes nos riachos e localiza os insetos pelo som. Apesar de ser principalmente terrestre, também trepa às árvores e é um excelente nadador. É territorial, competindo pelos recursos não só com os da sua espécie, mas também a nível interespecífico com a doninha. As marcações odoríferas são a principal forma de comunicação e defesa. É uma espécie bastante esquiva, o que dificulta a sua observação no habitat.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Mustelidae; Género: Mustela; Espécie: Mustela erminea;

Designação

- Nome Vulgar: Arminho (pelagem de Verão);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 11,5 cm de Altura;

- 40 cm de Comprimento com cauda;

- 15 cm de Comprimento da cauda;

- 7 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/301

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Já constava do inventário de 1906 do Liceu, enviado à DGIP conforme consta no arquivo da Torre do Tombo, assim como, do Catálogo de 1901, arquivado na nossa Biblioteca e da relação de "Animais, vertebrados e invertebrados, enviados pela Universidade de Coimbra", a 4 de junho de 1898, ao Liceu de Braga, conforme consta no arquivo da Torre do Tombo.

Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Trata-se de uma toupeira-europeia. Apresenta: corpo cilíndrico; focinho pontiagudo, cónico e caloso; pelagem densa, lustrosa e suave, como se fosse felpa e, patas anteriores muito largas, que parecem pás, com cinco unhas grandes e com a palma voltada para fora. Estas patas grandes têm como função escavar a terra de modo eficaz, produzindo a sua toca e enormes galerias que não são meras passagens para as toupeiras, mas sim, armadilhas, para capturarem alimento. As toupeiras são animais escavadores, que se alimentam de minhocas, de insetos, e de outros pequenos animais, assim como, raízes de plantas. O focinho cónico e caloso serve para levantar a terra e o corpo felpudo e sedoso é o mais adequado para deslizar num túnel estreito. Muita gente pensa que as toupeiras são cegas, no entanto, elas têm olhos pequenos, escondidos debaixo da pele. A retina possui no entanto a mesma capacidade, mas uma vez, que estes animais vivem no subsolo a visão destes é mais fraca, sendo no entanto importante, para os avisar quando se aproximam da superfície, dando-lhes a perceção da existência de luz. A toupeira-europeia é semelhante à toupeira-ibérica, no entanto, consegue-se distinguir este exemplar através do crânio menos robusto e pelo facto de neste caso não serem visíveis os olhos.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Soricomorpha; Família: Talpidae; Género: Talpa; Espécie: Talpa europaea;

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Toupeira-europeia;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 3,5 cm de Altura;

- 11,5 cm de Comprimento;

- 5,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/302

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Trata-se de uma toupeira-de-água. Apresenta: corpo cilíndrico; cauda longa; peso varia entre as 50-70 g; pelagem castanho-escura, com reflexos brilhantes no dorso e de cor clara no ventre; olhos pequenos; sem pavilhão auricular; focinho em forma de tromba, na qual estão situados órgãos sensitivos (vibrissas sensoriais e órgãos de Eimer), terminando esta numa depressão onde se encontram duas grandes narinas. A cauda é longa e escamosa, funcionando como um leme, e apresenta uma extremidade achatada verticalmente, onde se pode observar uma fiada de pelos. As patas posteriores são distintamente maiores que as anteriores, e possuem uma fiada de pelos na região externa e uma membrana interdigital unindo 5 dedos com garras. Durante a imersão as narinas fecham-se e duas dobras de pele nua isolam os ouvidos que se encontram protegidos por pelos hidrófugos. A própria pelagem é bastante oleosa, em resultado da ação de glândulas sebáceas, criando uma proteção impermeável contra a água e o frio. É uma espécie muito sensível à poluição e à perturbação causada pelo Homem. Está tipicamente associada às águas límpidas, frias e bastante oxigenadas dos rios de montanha. Os ninhos são construídos nas margens, geralmente rochosas, mas com uma boa cobertura vegetal. Os leitos preferidos têm geralmente pedras emersas, profundidades de 50-100 cm, declives mais ou menos acentuados e larguras que podem variar entre os 2 e os 15 m. É o único insectívoro português incluído no Anexo II da Convenção de Berna. Está também inserido no Anexo II da Diretiva Habitats. É considerada uma espécie Vulnerável pelos Livros Vermelhos de Portugal, França e UICN.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Soricomorpha; Família: Talpidae; Género: Galemys; Espécie: Galemys pyrenaicus;

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Toupeira-de-água;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 3,5 cm de Altura;

- 24,5 cm de Comprimento com cauda;

- 10,5 cm de Comprimento da Cauda;

- 8,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

N.º de Inventário

ME/402849/303

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Consta do Inventário de 1920, do espólio do Liceu, que foi enviado como resposta, à Circular remetida pela Direção Geral do Ensino Secundário aos reitores de todos os Liceus. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Trata-se de um cervídeo, mais, propriamente, de um corço. Apresenta: coloração acastanhada, com uma mancha branca posterior, denominada de escudo anal, em forma reniforme que nos permite afirmar ser um macho, apesar de este exemplar, não ter presente o par de hastes. Nas fêmeas, o escudo anal, é em forma de coração invertido. Os machos, por norma, distinguem-se também, por apresentarem duas pequenas hastes, cilíndricas e pontiagudas, mas que caem no outono. Não se trata de uma cria, pois até aos seis meses, os corços, são castanhos com manchas esbranquiçadas. O corço é um animal crepuscular, sendo mais facilmente avistado durante as primeiras horas do dia e ao anoitecer. É tímido e esquivo, aparecendo e desaparecendo rapidamente entre a vegetação. Ocupa, preferencialmente, habitats composto por áreas florestadas (com folhosas e resinosas) e áreas com estrato herbáceo ou arbustivo, alternadas com clareiras ou campos cultivados. Apesar da preferência por manchas florestais, o­nde encontra abrigo e alimento, o corço pode também explorar meios agrícolas. O corço é considerado um herbívoro generalista, sendo capaz de se alimentar de uma grande variedade de plantas, chegando a consumir centenas de espécies diferentes das quais aproveita todos os seus tecidos, desde as raízes até às flores. Recorre a estratégias de alimentação muito seletivas que lhe permite manter os seus elevados requisitos energéticos e o elevado investimento parental (o corço é um dos poucos cervídeos com mais que uma cria por parto).

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Artiodactyla; Família: Cervidae; Género: Capreolus; Espécie: Capreolus capreolus;

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Corço;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 25 cm de Altura;

- 100 cm de Comprimento;

- 25 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Plástico;

- Fio de pesca;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/304

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, tilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Trata-se de um texugo-europeu. Está em posição de alerta, tendo as patas assentes na base, a boca aberta, com a dentição evidente e, a cauda curta e caída. Tem olhos de vidro, de tom castanho-escuro, imitando o aspeto natural. A pelagem é comprida, forte e é mesclada em tons de castanho, indo do castanho-escuro (nos membros e risca na cabeça), até ao branco-sujo, no resto do corpo. A risca escura da cabeça vai desde o focinho até um pouco atrás das orelhas, passando pelos olhos. Tem uma cabeça alongada, cauda e patas muito curtas, relativamente, ao seu tamanho, sendo as anteriores, armadas de unhas muito fortes, adaptadas para escavar. É um animal de hábitos, essencialmente, noturnos, iniciando a sua atividade apenas após o pôr-do-sol. A sua dieta é omnívora, uma vez que se alimenta de pequenos mamíferos roedores, raízes, frutos que se dão perto do solo, insetos, pequenos répteis e de carne morta. Encontram-se em todas as regiões montanhosas da Europa, podendo habitar também planícies, desde que exista um pequeno bosque onde possa instalar a sua lura.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Mustelidae; Género: Meles; Espécie: Meles meles;

 

Designação

- Nome Vulgar: Texugo-europeu;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 31 cm de Altura;

- 69 cm de Comprimento;

- 22 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/305

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira, que tem um aplique para colocar na parede. Trata-se de uma cabeça de javali, pertencente à família dos suídeos, que se reconhece, facilmente, pelas narinas se abrirem na frente do focinho e pelo focinho terminar num corpo caloso, denominado de beiço. Tem olhos de vidro, de tom castanho-escuro, imitando o aspeto natural. A pelagem é comprida, forte e é mesclada em tons de castanho, indo do castanho-escuro até ao branco-sujo. A cabeça do javali é volumosa e o seu focinho alongado. A pelagem é constituída por cerdas grossas de grandes dimensões, duras e ásperas bastante desenvolvidas no inverno, e que estão implantadas na pele segundo uma orientação oblíqua que facilita o escorrimento da água da chuva e confere menor resistência à deslocação do animal. Debaixo desta cobertura encontram-se as crinas, que são pelos lanosos muito claros (quase sem cor), que protegem o animal contra o frio. Neste exemplar as crinas são bem visíveis, por baixo. Neste espécime não estão preservados os dentes. O javali pode atingir um comprimento entre 1,10m e 1,55m. Encontra-se com frequência em bosques de folhosas e em áreas agrícolas que apresentam zonas onde se podem abrigar. Frequentemente os indivíduos desta espécie refugiam-se em cavidades pouco profundas e no interior de manchas de vegetação densa. É omnívoro, aprecia frutos tenros e secos, bolotas, landes, raízes, tubérculos, lebres, ratos, répteis, crias de aves e de mamíferos e, alguns animais, mortos. O tipo de locomoção do javali é a corrida, uma vez que apenas assenta no solo dois dedos A sua atividade é muito intensa durante a noite e durante o dia repousa.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Artiodactyla; Família: Suidae; Género: Sus; Espécie: Sus scrofa;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Javali;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 35 cm de Altura;

- 27 cm de Largura;

- 44 cm de Profundidade;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/306

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira coberta de um serrim verde, enrolado num tronco de madeira em direção ao céu. Trata-se de uma serpente, mais concretamente, de uma pitão-africana. É um réptil de corpo comprido e em forma de cilindro, coberto de escamas e sem membros. O dorso tem uma coloração acastanhada-amarelo-esverdeada, a parte ventral, com um tom mais claro, sem manchas. Os olhos são de vidro. A cabeça é triangular e grande e, não se distingue do pescoço, que é forte e musculado. Apresenta uma língua comprida, filiforme, protráctil e com duas ramificações (língua bífida), com as funções de tato e olfato e, que tem a particularidade de se encontrar sempre húmida. Com fossetas termossensoriais. As pitões alimentam-se de pequenos animais, pelo que são carnívoras, incluindo na sua dieta, roedores, macacos, javalis, antílopes, morcegos, lagartos e até crocodilos, em áreas de floresta e, de ratos, aves, cães e cabras, em áreas suburbanas. Não são venenosas, pelo que matam as suas presas por constrição. Ingerem o alimento inteiro, não o mastigam. Depois de se alimentarem, entram em estado de torpor em virtude da digestão do alimento, ser lenta, mas muito eficiente e conseguirem absorver tudo o que necessitam, à exceção dos pelos e das garras, que não eliminam, juntamente, com o excesso de ácido úrico. São ovíparos. Ao contrário da maioria das outras serpentes, a fêmea de pitão-africana protege o seu ninho, enrolando-se em torno dos seus ovos, protegendo-os dos predadores e ajudando-os a incubar, que apenas eclodem 90 dias depois. Para além disso, cuidam dos filhos durante as primeiras duas semanas o que também não é comum nas outras serpentes. Habitam a África Ocidental e Central.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Squamata; Subordem: Serpentes; Família: Boidae; Género: Python; Espécie: Python sebae;

 

Designação

- Nome Vulgar: Pitão-africana;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Répteis;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 400 cm de Comprimento;

- 17 cm de Diâmetro (na zona de maior diâmetro);

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Metal;

- Linha;

- Serrim;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/307

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma estrutura de metal e madeira. Trata-se de um crocodilo. O dorso tem uma coloração escuro-olivácea, a parte ventral do tronco, um tom amarelo-claro. A restante parte ventral é também escuro-olivácea. Os olhos são de vidro de tom verde. A cabeça é achatada, triangular, com o focinho muito comprido, o pescoço é curto, o tronco alongado e a cauda é muito mais comprida que o corpo, é robusta e comprimida, lateralmente. Apresenta dentição numerosa, robusta, com dentes cónicos e agudos, contidos em alvéolos. Este exemplar tem 35 dentes preservados no maxilar superior (1 dente, está dentro do alvéolo; falta 1 dente pois 1 alvéolo está por preencher) e 28 dentes no maxilar inferior (1 dente muito incompleto; faltam 2 dentes, pois 2 alvéolos estão por preencher). O 4.º dente do maxilar inferior é característico desta espécie sendo muito mais desenvolvido que os restantes. Nos membros anteriores apresenta cinco dedos (no membro esquerdo, preservadas duas das unhas), enquanto nos membros posteriores, apresenta apenas quatro dedos (em ambos, preservadas apenas 3 das unhas). Nos membros anteriores, os dedos são individualizados. Por sua vez, nos membros posteriores, os dedos estão total ou parcialmente unidos, por membranas interdigitais, para auxiliar no processo de natação. O corpo é revestido por uma pele espessa, de escamas córneas e placas ósseas dorsais, que convergem, na cauda, para formar uma crista dorsal, que auxilia na natação. Estes répteis são terrestres, apesar de passarem grande parte do tempo dentro de água, quer para se alimentarem, quer para se protegerem de predadores. Os olhos, os orifícios nasais e os ouvidos estão situados na parte superior da cabeça o que lhes permite que o resto do corpo fique escondido debaixo de água, para que possam observar as suas presas e para que não sejam vistos pelos seus predadores. Pescoço com 4 placas occipitais. Logo em seguida no início do tronco 6 características  placas ósseas. São animais ectotérmicos pelo que apresentam comportamentos de adaptação às condições climáticas. O controle da sua temperatura corporal faz-se através de trocas de energia com o meio ambiente. A sua atividade de termorregulação está, diretamente, relacionada com as atividades de reprodução, alimentação, digestão e crescimento. São animais ovíparos, que fazem a postura em ninhos, em tocas. O sexo das crias dependente da temperatura de incubação dos ovos, onde altas temperaturas de incubação dão origem a machos e baixas temperaturas geram fêmeas. Os crocodilos apresentam ossos fortes e porosos, com uma forte musculatura que movimenta a mandíbula disposta de maneira a permitir uma grande abertura e um cerrar rápido e eficaz. Os crocodilos jovens alimentam-se apenas de invertebrados, de anfíbios, de pequenos répteis, de peixes e de outros pequenos vertebrados. Os adultos são predadores de diversas aves, répteis e mamíferos. Alimentam-se de grandes aves, como avestruzes e de grandes cobras, tais como, as pítons. Entre os mamíferos, a maior parte das presas são antílopes, gazelas, impalas,  palancas negras, gnus, zebras, javalis e babuínos. Antigamente, esta espécie era designada por Crocodilus vulgaris. Atualmente, o crocodilo-do-Nilo é o único considerado pertencente a esta antiga espécie.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Crocodylia; Família: Crocodylidae; Género: Crocodilus; Espécie: Crocodilus niloticus;

Designação

- Nome Vulgar: Crocodilo-do-Nilo;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Répteis;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

  • Cabeça:

- 12 cm de Altura;

- 23 cm de Largura;

- 45 cm de Profundidade;

  • Cauda:

- 19 cm de Altura;

- 24 cm de Largura;

- 125 cm de Profundidade;

  • Tronco:

- 24 cm de Altura;

- 40 cm de Largura;

- 97 cm de Profundidade;

  • Largura ao nível dos Membros Anteriores:

- 65 cm de Largura;

  • Largura ao nível dos Membros Posteriores:

- 73 cm de Largura;

  • Tamanho Total:

- 24 cm de Altura (zona mais alta);

- 73 cm de Largura (zona mais larga);

- 267 cm de Profundidade;

 

Material

- Animal;

- Vidro;

- Linha;

- Base em Metal e madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/308

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma estrutura retangular de madeira com quatro pequenos pés também em madeira. Trata-se de um coelho-bravo, que tem as patas assentes na estrutura em madeira e, aparenta estar em observação. O dorso tem uma coloração mesclada de castanho-claro e castanho-escuro, a parte ventral é, predominantemente, branca com algumas partes de tom castanho-claro. As patas são, predominantemente, castanho-claras. Os olhos são de vidro de tom castanho. A cabeça é pequena, com o focinho comprido, orelhas grandes, hirtas e com bordos castanho-escuro, pescoço curto, tronco alongado e a cauda curta, branca por baixo e com uma mancha castanho-escura, por cima. As patas traseiras são mais longas que as dianteiras. São visíveis os dentes incisivos. Tem bigodes. O corpo é revestido por pelos muito macios. Visíveis as unhas. Os coelhos-bravos têm as orelhas mais desenvolvidas que os coelhos domesticados e menos desenvolvidas que as lebres. A orla das orelhas é castanho-escuro, já nas lebres, não. Nas lebres as patas traseiras são mais desenvolvidas ainda. Têm hábitos crepusculares e noturnos, com atividade diurna quando não há interferência do Homem. Na Península Ibérica a época reprodutiva decorre entre o final de outubro e estende-se até junho, atingindo o período máximo entre fevereiro e maio, alguns autores registam pausa na reprodução durante os meses de julho a setembro. O período de gestação dura entre os 28 e os 30 dias podendo as fêmeas ter 3 a 5 ninhadas por ano, resultando cada ninhada em 3 a 6 crias. São indivíduos bastante sociáveis, vivem em 5 grupos familiares de 2 a 7 indivíduos apresentando uma hierarquia social rígida com um macho e fêmea dominante. Alimentam-se sobretudo de folhas de espécies nutritivas (cereais em germinação, árvores novas, couves). No inverno comem gramíneas, bolbos e cascas. Habitam solos cobertos de urze, matagais, campos abertos e prados, orlas de terrenos agrícolas, bosques e solos arenosos e secos. A toca de reprodução é um túnel de 1-2 m de comprimento, que conduz a um ninho constituído por erva e musgo, forrado com pelo da barriga. A longevidade máxima registada foi de 9 anos. Antigamente, a espécie Oryctolagus cuniculus era designada por Lepus cuniculus e é assim que se encontra registada no inventário de 1901. Esta peça faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1901, uma vez que figura do inventário publicado nesse ano no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca (n.º 7 do inventário). Provavelmente, tratar-se-á do espécime enviado a 4 de junho de 1898, pela Universidade de Coimbra, para o Lyceu Central de Braga, uma vez que figura da guia de envio. Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; SubFilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Logomorpha; Família: Leporidae; Género: Oryctolagus; Espécie: Oryctolagus cuniculus;

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Coelho-bravo;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 35 cm de Altura;

- 13 cm de Largura;

- 40 cm de Profundidade;

- 13,5 cm de Comprimento das Orelhas;

- 5 cm de Largura das Orelhas;

 

Material

- Animal;

- Vidro;

- Base em madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/309

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma estrutura retangular de madeira com quatro pequenos pés também em madeira. Trata-se de um tatu-de-nove-faixas, que tem as patas assentes na estrutura em madeira e, aparenta estar em observação. Tem uma coloração mesclada de castanho-claro e castanho-escuro. Apresenta uma carapaça dorsal com nove faixas móveis. Tem também um escudo protetor de escamas ósseas anterior e outro posterior. A cabeça é pequena e alongada, focinho cónico, olhos muito pequenos e, orelhas grandes e afiadas. Cauda longa e anelada (incompleta) - mais fina na ponta. O corpo desta espécie está protegido por placas ósseas escamosas interligadas permitindo o movimento. Possui quatro dedos nos membros anteriores e cinco nos posteriores. Sem pelos. Estes mamíferos, são considerados uma relíquia viva e apresentam sete dentes, sem raízes e sem esmalte, em cada hemimaxila - não visíveis neste exemplar. Pertence à ordem dos Desdentados. Possui garras que, por um lado abrem galerias para a fuga dos predadores e, por outro, permitem a captura de insetos e outros animais de pequeno porte de que se alimentam. São omnívoros, sendo a sua principal base de alimentação, as formigas e os cupins. Uma curiosidade desta espécie é que a fêmea sempre dá à luz 4 crias do mesmo sexo. Esta peça faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1901, uma vez que figura do inventário publicado nesse ano no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca (n.º 8 desse inventário). Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; SubFilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Superordem: Xenarthra; Ordem: Cingulata; Família: Dasypodidae; Género: Dasypus; Espécie: Dasypus novemcinctus;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Tatu-verdadeiro, Tatu-de-nove-faixas ou Tatu-galinha;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 7 cm de Altura;

- 9 cm de Largura;

- 26 cm de Profundidade;

- 1,7 cm de Comprimento das Orelhas;

- 1,2 cm de Largura das Orelhas;

 

Material

- Animal;

- Base em madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/310

Foto(s):

Descrição

- Conservação total da concha, utilizada como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar trata-se de um gastrópode. Caracteriza-se por ser um molusco com falta de simetria, devido ao desenvolvimento em espiral do conjunto de órgãos internos e pela sua concha em espiral em uma só peça. Distingue-se bem o ápice da concha. A abertura da concha tem um brilho de porcelana róseo. Tem uma coloração mesclada de vários tons de castanho-claro, branco e róseo. É ornamentada com várias cristas. Esta espécie marinha ocorre em águas europeias da Noruega ao Mar Negro e, no Oceano Atlântico ao largo dos Açores e da Madeira. Antigamente, esta espécie, era designada por Murex erinaceus, não sendo esta nomenclatura, atualmente, aceite. Este espécime faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1901, uma vez que figura do inventário publicado nesse ano no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca (n.º 2, da secção Molluscos (Conchas) desse inventário). Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Mollusca; Classe: Gastropoda; Subclasse: Caenogastropoda; Ordem: Neogastropoda; Superfamília: Muricoidea; Família: Muricidae; Género: Ocenebra; Espécie: Ocenebra erinaceus;

Designação

- Nome Vulgar: Concha de Gastrópode ou Búzio;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Moluscos;

 

Técnica

- Conservação Total\Concha;

 

Medida (espécime)

- 8,5 cm de Altura;

- 10,5 cm de Largura;

- 14,5 cm de Comprimento;

 

Material

- Animal\Concha;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/311

Foto(s):

Descrição

- Conservação total da concha, utilizada como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar trata-se de um gastrópode. Caracteriza-se por ser um molusco com falta de simetria, devido ao desenvolvimento em espiral do conjunto de órgãos internos e pela sua concha em espiral em uma só peça. Distingue-se bem o ápice da concha. A abertura da concha tem um brilho de porcelana róseo. Tem uma coloração branca de um lado e um castanho-dourado do outro. Tem um canal sifonal muito longo e uma rica ornamentação de espinhas e aguilhões. Uma vez que mede 9 cm de comprimento trata-se de um adulto, pois os adultos medem entre 6 a 9 cm de comprimento. Este gastrópode é característico de águas calmas, de zonas de rochas, das partes central e ocidental do Mar Mediterrâneo zonas de atóis de corais do Oceano Índico e do Mar do Sul da China. É conhecido desde a antiguidade como fonte de corante púrpura. Os indivíduos pertencentes a esta espécie são canibais. Antigamente, esta espécie, era designada por Murex brandaris, não sendo esta nomenclatura, atualmente, aceite. Este espécime faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1901, uma vez que figura do inventário publicado nesse ano no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca (n.º 3, da secção Molluscos (Conchas) desse inventário). Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Mollusca; Classe: Gastropoda; Subclasse: Caenogastropoda; Ordem: Neogastropoda; Superfamília: Muricoidea; Família: Muricidae; Género: Bolinus; Espécie: Bolinus brandaris;

 

Designação

- Nome Vulgar: Concha de Gastrópode ou Búzio;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Moluscos;

 

Técnica

- Conservação Total\Concha;

 

Medida (espécime)

- 5 cm de Altura;

- 6,5 cm de Largura;

- 9 cm de Comprimento;

 

Material

- Animal\Concha;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/312

Foto(s):

Descrição

- Conservação total da concha, utilizada como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar trata-se de um gastrópode. Caracteriza-se por ser um molusco com falta de simetria, devido ao desenvolvimento em espiral do conjunto de órgãos internos e pela sua concha em espiral em uma só peça. A abertura da concha tem um brilho de madrepérola. Tem uma coloração branca. Tem um canal sifonal muito longo e uma rica ornamentação de 6 espinhas longas. Concha espessa e densa. Uma vez que mede 20 cm de comprimento sem contar o canal sifonal e as espinhas e estas últimas são longas, trata-se de uma fêmea. Este gastrópode é característico de águas calmas. Antigamente, esta espécie, era designada por Pterocera lambis, não sendo esta nomenclatura, atualmente, aceite. Este espécime faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1901, uma vez que figura do inventário publicado nesse ano no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca (n.º 72a, da secção Molluscos (Conchas) desse inventário). Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Mollusca; Classe: Gastropoda; Subclasse: Caenogastropoda; Ordem: Neogastropoda; Superfamília: Stomboidea; Família: Strombidae; Género: Lambis; Espécie: Lambis lambis;

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Concha de Gastrópode;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Moluscos;

 

Técnica

- Conservação Total\Concha;

 

Medida (espécime)

- 9,5 cm de Altura;

- 23 cm de Largura;

- 35,5 cm de Comprimento;

 

Material

- Animal\Concha;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/313

Foto(s):

Descrição

- Conservação em esqueleto de coral, utilizada como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma estrutura quadrangular de madeira, que por sua vez se encontra colocada sobre quatro pés também em madeira. Trata-se de um coral, pertencente ao filo dos Cnidaria, também conhecidos por Celenterados. Caracteriza-se por ser um coral em que a estrutura é de cor amarela-alaranjada, enquanto que, os pólipos são de cor branca (estes últimos, não preservados) o que lhe confere um aspeto verdadeiramente impressionante. As suas ramificações crescem em todas as direções conferindo às colónias mais antigas o aspeto de candelabros. As colónias de grandes dimensões são cada vez mais raras, devido à sua recolha para fins de colecionismo e à utilização de redes de pesca cada vez maiores que quebram a estrutura do coral. Esta espécie, anteriormente, era designada por Madrepora ramea. Este espécime faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1901, uma vez que figura do inventário publicado nesse ano no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca (n.º 115, da secção Coelenterados desse inventário).

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Cnidaria; Classe: Anthozoa; Subclasse: Hexacorallia; Ordem: Scleractinia; Família: Dendrophyliidae; Género: Dendrophyllia; Espécie: Dendrophyllia ramea;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Esqueleto de coral-verdadeiro ou coral-anis;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Cnidaria;

 

Técnica

- Conservação\Esqueleto;

 

Medida (espécime)

- 10,5 cm de Altura;

- 13,5 cm de Profundidade;

 

Material

- Animal\Esqueleto;

- Etiqueta antiga em cartão;

- Tira em cetim vermelha;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/314

Foto(s):

Descrição

- Conservação em esqueleto de esponja calcária, utilizada como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Trata-se de um animal, pertencente ao filo dos Porifera. É uma esponja calcária em que a estrutura se caracteriza pela ausência de cor. É tubular, irregular e cheio de poros. As esponjas calcárias habitam lugares escuros, fixadas às rochas. Possuem imensos poros, que são atravessados por água com nutrientes, que utilizam para se alimentar. A escolha do lugar para viver e a ausência de coloração explica a desvantagem que sofrem as esponjas calcárias quando no fundo do mar, elas precisam “lutar” pelo seu espaço. As outras esponjas conseguem, por exemplo, produzir substâncias químicas especiais que garantem a possibilidade de habitarem em mais do que um local. As substâncias produzidas por essas outras esponjas são que fazem com que elas possuam as mais diversas cores. Para além de as tornarem mais bonitas, a coloração ajuda-as a interagir com o meio, afastando-as dos predadores. Por sua vez as esponjas calcárias não têm esta capacidade, no entanto, as espículas de bicarbonato de cálcio desempenham uma importante função ecológica: no momento, em que as esponjas se alimentam, filtram a água do mar, purificando-a. São designadas, por isso mesmo, de bioindicadores, na medida em que, em águas muito poluídas, não sobrevivem. São fonte de alimentação para moluscos e para peixes e, servem de refúgio para uma grande parte da fauna marinha, para se protegerem dos seus predadores. As esponjas calcárias entram na lista de animais em extinção, devido ao aquecimento global levar a um aumento da concentração de dióxido de carbono e isso gerar uma acidificação da água marinha. O ácido provoca distúrbios na estrutura de bicarbonato de cálcio das esponjas calcárias, que tendem a ficar fragilizadas e, com isso, a esponja calcária acaba por ser afetada. Reproduzem-se assexuadamente por gemulação e, também sexuadamente. Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Porifera; Classe: Calcarea; Subclasse: Calcaronea; Ordem: Leucosolenida; Família: Leucosoleniidae; Género: Leucosolenia; Espécie: Leucosolenia variabilis;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Esqueleto de esponja calcária;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Porifera;

 

Técnica

- Conservação\Esqueleto;

 

Medida (espécime)

- 7,5 cm de Altura;

- 7,5 cm de Profundidade;

 

Material

- Animal\Esqueleto;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/315

Foto(s):

Descrição

- Espécime utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais para estudo de características morfológicas e taxonómicas. Este exemplar está colocado sobre um quadro de madeira preto. É um modelo anatómico de tom cinza-azulado. Na parte superior encontra-se representado um corte esquemático de cifomedusa, pelo que apenas se observam dois braços orais (lobos compridos e franzidos), dos quatro existentes nas cifomedusas, das costas europeias. Em baixo, à esquerda, vê-se um modelo de duas células urticantes, denominadas de nematocistos. Na zona inferior, deste quadro, existia um cartão com uma legenda explicativa, em francês, devidamente numerada e identificativa de cada uma das estruturas deste cifozoário, que não se encontra, no entanto, preservada, mas que consta do Catálogo dos materiais de "Les Fils D'Émile Deyrolle", de 1908, existente na nossa Biblioteca. Algumas dessas estruturas bem visíveis no modelo do corte esquemático da cifomedusa são: - abertura bucal, que tem a forma de uma cruz; - estômago central; - faringe; - gónadas; - cavidades subgenitais; - canais circulares; - ropálios; - canais radiais (estreitos e compridos); - endoderme; - ectoderme; - mesogeleia; - numerosos tentáculos. Esta peça fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo, que encerrou em outubro de 1910.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Cnidaria; Classe: Scyphozoa; Subclasse: Discomedusae; Ordem: Semaestomeae; Família: Ulmaridae; Género: Aurelia; Espécie: Aurelia aurita;

Designação

- Nome Vulgar: Medusa/Alforreca/Urtiga-do-Mar/Água-Viva;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Modelo em Gesso;

 

Medida (espécime)

Quadro:

- 54 cm de Altura;

- 39,5 cm de Largura;

- 5 cm de Profundidade;

Modelo em Gesso (corte esquemático):

- 26 cm de Altura;

- 29 cm de Largura;

Modelo em Gesso (nematocistos):

- 9,5 cm de Altura;

- 4,5 cm de Largura;

 

Material

- Gesso;

- Madeira;

- Cola;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (falta a legenda explicativa, em francês, em cartão)

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/316

Foto(s):

Descrição

- Espécime utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais para estudo de características morfológicas e taxonómicas. Este exemplar está colocado sobre um quadro de madeira preto. É um modelo anatómico de tom cinza-azulado, com tons de verde-claro e rosa-velho. Na parte superior, encontra-se representado, em gesso, um corte esquemático de anatomia de uma Plumatella (Briozoário). Na zona inferior, deste quadro, existe um cartão com uma legenda explicativa, em francês, devidamente numerada e identificativa de cada uma das estruturas deste briozoário, distribuído por "Les Fils D'Émile Deyrolle". Tradução da Legenda: 1- Parede divisória; 2- Ectocisto; 3- Endocisto; 4- Parede fibrosa do endocisto; 5- Parede celular do endocisto; 6- Base dos tentáculos; 7- Lofóforo; 8- Tentáculos; 9- Epistoma; 10- Abertura bucal; 11- Boca; 12- Faringe; 13- Esófago; 14- Estômago; 15- Reto; 16- Ânus; 17- Grandes músculos retratores; 18- Músculos retratores da base dos tentáculos; 19- Parede Celular; 20- Gânglio nervoso; 21- Funículo; 22- Estatoblastes; 23- Ovos; 24. 25. 26- Botões em diferentes estádios de desenvolvimento; 27-Intestino. Os Briozoários ou Ectoproctos são invertebrados coloniais, a maioria sésseis, que vivem, principalmente, em ambientes marinhos, ainda que possam ser encontrados em águas salobras e doces. A denominação de Bryozoa (animais-musgo) faz referência, ao aspeto que, apresentam grande parte das colónias. Os Briozoários carecem de um aparelho excretor, e os produtos de excreção são acumulados nas células da mesoderme e do trato digestivo, fazendo assim com que o polipídeo acabe por degenerar, e seja substituído por um novo formado à custa do cistídeo do zoóide anterior, sendo esta uma das características peculiares deste filo. Os Briozoários marinhos estão presentes em todos os mares do mundo, desde as zonas intertidais até às profundidades abissais. Praticamente todas as espécies vivem fixas a um substrato, que pode ser de natureza muito variada, como, entre outros, algas, pedras, conchas de Moluscos, carapaças de Crustáceos, substratos artificiais de diferentes tipos, incluindo ainda algumas espécies que perfuram estruturas calcárias como as conchas dos Moluscos. O género em questão é de água doce. Esta peça fazia parte do espólio do Colégio Espírito Santo, que encerrou em outubro de 1910.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Bryozoa; Classe: Phylactolaemata; Ordem: Plumatellida; Família: Plumatellidae; Género: Plumatella;

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Plumatella (Briozoário);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Modelo\Anatómico;

 

Técnica

- Modelo em Gesso;

 

Medida (espécime)

Quadro:

- 54 cm de Altura;

- 39,5 cm de Largura;

- 5 cm de Profundidade;

Modelo em Gesso (corte esquemático):

- 37,5 cm de Altura;

- 32,5 cm de Largura;

 

Material

- Gesso;

- Madeira;

- Cola;

- Cartão;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/317

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas e taxonómicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, que se encontra assente sobre quatro pequenos cilindros. Sobre a base retangular assenta a ave, numa postura de observação, com as patas apoiadas, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, de tom amarelo, simulando o aspeto natural. Trata-se de um faisão orelhudo azul por apresentar: plumagem cinza-azulada, sendo mais clara na parte superior das asas e nas costas e mais escura na região ventral; pele ao redor dos olhos é nua e vermelha e a testa é negra; tufos de plumas brancas que seguem do queixo até a parte superior dos ouvidos, em ambos os lados da face, semelhantes a orelhas; cauda composta por 22 longas penas brancas com as pontas negras; quase não apresenta dimorfismo sexual, o que é raro entre os faisões - a única forma de distinção é que os machos têm esporões - o exemplar em causa é um macho; patas vermelhas, compridas, sem penas, com unhas adaptadas para escavar; bico curto, com o cúlmen muito encurvado e a mandíbula superior mais comprida e larga do que a inferior, de maneira que a ponta e os bordos da primeira sobressaem da segunda. Originário da China, gostando de habitats como florestas de coníferas e mistas, entre zimbros e matagal alpino. Alimenta-se basicamente de folhas, frutas, brotos, sementes, raízes de gramíneas jovens e insetos. Para a conquista da fêmea, o macho corre em volta dela, exibindo suas penas e vocalizando. Postura de 6 a 8 ovos que são incubados por um período de 25 a 26 dias.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Chossoptilon; Espécie: Crossoptilon auritum;

Designação

- Nome Vulgar: Faisão orelhudo azul ou Faisão Manchuriano (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 47 cm de Altura;

- 86 cm de Comprimento (dos quais 46 cm de cauda);

- 24 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/318

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas e taxonómicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira quadrangular, que se encontra assente sobre dois pequenos paralelepípedos. Sobre a base quadrangular assenta a ave, numa postura de observação, com as patas apoiadas, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom amarelo-esverdeado, simulando o aspeto natural. Trata-se de um faisão-nevada por apresentar: plumagem branca-bege, sendo mais clara na região ventral; pele ao redor dos olhos é nua e vermelha; cauda composta e comprida; apresenta dimorfismo sexual, nomeadamente, a mancha vermelha nos olhos e esporas - o exemplar em causa é um macho; patas amareladas, compridas, sem penas, com unhas adaptadas para escavar; bico curto, com o cúlmen encurvado e a mandíbula superior mais comprida e larga do que a inferior, de maneira que a ponta e os bordos da primeira sobressaem da segunda. Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Phasianus; Espécie: Phasianus colchicus;

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Faisão-nevada (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 34 cm de Altura;

- 60 cm de Comprimento (dos quais 30 cm de cauda);

- 11 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/319

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas e taxonómicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira retangular, onde se encontra pousada a ave numa postura de observação, olhando ligeiramente de modo lateral e uma imitação de um rochedo. Os olhos são de vidro, de tom castanho, simulando o aspeto natural. Trata-se de uma ave-fria com plumagem predominantemente castanho-escura no corpo e asas e, branca no peito e em parte do pescoço (garganta). Revela tonalidades esverdeadas e púrpuras iridescentes no dorso. O uropígio é branco e apresenta uma barra castanho-escura na cauda. Possui uma característica poupa, identificativa da espécie. O bico é direito e comprido. Dedo posterior muito mais acima que os outros três dedos.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Charadriidae; Género: Vanellus; Espécie: Vanellus vanellus;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Ave-fria/Pendre/Abibe/Calispo/Bisbis;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 24,5 cm de Altura;

- 29,5 cm de Comprimento;

- 7,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

- Porcelana a imitar um rochedo;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/320

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas e taxonómicas. Este exemplar está colocado sobre uma base de madeira circular, onde se encontra pousada a cabeça e o pescoço da ave numa postura de observação. Os olhos são de vidro, de tom castanho-alaranjado, simulando o aspeto natural. Trata-se de um calau-corvo com plumagem, predominantemente, castanho-escura. Em redor do olho apresenta uma mancha avermelhada nua. A garganta é pelada e de cor vermelho-vivo. O bico é muito comprido, encimado por uma grande protuberância, casco ou cimeira negra. Este calau tem a particularidade de ser terrestre ao contrário dos restantes que habitam em árvores. Exala um mau cheiro, para evitar os predadores. Eles se alimentam no solo, onde se alimentam de répteis, anfíbios, insetos e mamíferos até ao tamanho de lebres. Encontra-se classificado como espécie vulnerável em termos de extinção.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Bucerotiformes; Família: Bucerotidae; Género: Bucorvus; Espécie: Bucorvus cafer;

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Calau-corvo de África;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 22 cm de Altura;

- 24 cm de Profundidade;

- 12 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Fraco estado de Conservação (plumagem e penas a desfazerem-se; zonas já peladas)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/321

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas e taxonómicas. Este exemplar é de um ovo de avestruz. Está apenas conservado, metade da casca de um ovo. Parte dessa casca está pintada, com uma representação de duas avestruzes, no seu habitat. O ovo de avestruz apresenta cor de marfim, é brilhante, tem poros profundos, com capacidade de, aproximadamente, um litro e quando não quebrado com cerca de um 1,4 Kg de peso. Os ovos de avestruzes são os maiores ovos de uma espécie viva. São também as maiores células unicelulares. Os ninhos de avestruzes podem conter entre 15 a 60 ovos. Os ovos são chocados de dia, pelas fêmeas e de noite, pelos machos, aproveitando as cores diferentes dos 2 sexos, como camuflagem. Após a eclosão, o macho, cria, os filhotes, sozinho. A avestruz é uma ave corredora, característica das estepes e zonas subdesérticas de África. Esta peça tem um pequeno fio, que permite ser pendurada na parede.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Struthioniformes; Família: Struthionidae; Género: Struthio; Espécie: Struthio camelus;

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Ovo de Avestruz (metade);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 12 cm de Largura;

- 14,5 cm de Comprimento;

 

Material

- Casca de Ovo;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (metade)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/322

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação de um feto humano. Este espécime encontra-se conservado em líquido. Já constava de um inventário, sem data, do Liceu Sá de Miranda, com o n.º 200, com a descrição: "Um feto humano de 8 mezes". Consta também da "Relação de utensílios vindos do Seminário Conciliar para o Liceu Sá de Miranda", de 27 de fevereiro de 1913. Consta ainda do inventário de 1920, do Liceu Sá de Miranda. Através das dimensões aproximadas, do facto de apresentar todos os órgãos externos já constituídos e desenvolvidos, a pele já pouco enrugada, apresentar uma leve penugem na cabeça (já não apresentar lanugo, pois nesta fase de desenvolvimento, já o engoliu) e constar, explicitamente, nos inventários a existência de um feto humano de 8 meses, podemos concluir que este é o feto já existente, pelo menos desde 1913, com 8 meses.

Um feto de 8 meses já tem os órgãos internos, incluindo os pulmões, já constituídos. Falta-lhe apenas ganhar peso e aumentar de tamanho, até ao momento do parto.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Primates; Superfamília: Hominoidae; Família: Hominidae; Género: Homo; Espécie: Homo sapiens; Subespécie: Homo sapiens sapiens;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Feto Humano de 8 meses;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamífero;

 

Técnica

- Conservação\Em formol;

 

Medida (considerando só o espécime)

- ≈15 cm de Largura;

- ≈42 cm de Comprimento;

 

Material

- Feto Humano;

- Frasco de Vidro;

- Formol;

- Fio a sustentar a cabeça;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/323

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação de um crânio humano. Este espécime encontra-se conservado em esqueleto. A cabeça óssea é constituída pelos ossos do crânio e pelos ossos da face. Na parte superior do crânio, designada por cúpula do crânio, são visíveis 4 suturas, responsáveis pela mínima mobilidade dos ossos do crânio. A designação dessas suturas são: 1 – Sutura Coronal ou Bregmática: entre os ossos frontal e parietais; 2 – Sutura Sagital: entre os dois parietais (linha sagital mediana); 3 – Sutura Lambdoide: entre os parietais e o occipital; 4 – Sutura Escamosa: entre o parietal e o temporal. Este crânio permitia também estudar os pontos antropométricos do crânio: 1- Bregma – ponto de união das suturas sagital e coronal; 2- Lambda – ponto de união das suturas sagital e lambdoide; 3- Vértex – parte mais alta do crânio; 4- Gónio – ângulo da mandíbula; 5- Ptério – ponto de união dos ossos parietal, frontal, esfenoide e temporal. O crânio é uma caixa óssea constituída por uma parte superior, a abóbada craniana, e uma parte inferior, a base do crânio. A face é constituída por uma maciço ósseo, situado adiante da base do crânio e limitando com este várias cavidades onde se encontra a maior parte dos órgãos dos sentidos. O crânio é constituído por 8 ossos, sendo que dois são pares e quatro são ímpares: frontal; esfenoide, etmoide, occipital, parietais e temporais. O osso frontal é um osso ímpar do crânio formando a calota craniana, sendo a sua localização ântero-superior. Na face inferior do frontal existe a chanfradura etmoidal, largo recorte retangular onde se encaixa o osso etmoide. A face posterior, finalmente, é côncava e corresponde à superfície cerebral. No recém-nascido o frontal mostra, ao longo da linha mediana, a sua separação em duas metades simétricas, pela chamada sutura metópica. O esfenoide, osso mediano, ímpar, simétrico, lembrando uma borboleta, ocupa a parte média da base do crânio. Consta de um corpo, duas pequenas asas, duas grandes asas e duas apófises pterigoides. O corpo apresenta, superiormente, uma escavação, a sela turca. As duas pequenas asas se destacam da parte superior do corpo e têm forma triangular. As grandes asas se destacam da parte média do corpo. As apófises pterigoides estão situadas na parte inferior, e, para vê-las, devemos olhar o crânio por baixo. O etmoide é impar, mediano, simétrico, está adiante do esfenoide, na base do crânio, encaixado na chanfradura etmoidal do frontal. Pequeno, delicado e complexo, este osso apresenta os seguintes elementos: 1) lâmina vertical, mediana, com uma porção acima da lâmina horizontal, denominada apófise crista galli, e urna porção abaixo da lâmina horizontal, que contribui, com o nome de lâmina perpendicular, para a divisão da cavidade nasal em duas fossas; 2) lâmina horizontal, atravessada por numerosos orifícios, que lhe dão o aspeto de crivo, donde lhe provém ainda o nome de lâmina crivada do etmoide; 3) massas laterais, mais ou menos cúbicas, de cujas faces se destacam, de cada lado, duas lâminas delgadas mais ou menos enroladas sobre si mesmas, e às quais se dá o nome de cartuchos superiores e cartuchos médios. O occipital, osso ímpar, mediano, simétrico, ocupa a parte posterior e inferior do crânio. Examinado pela face posterior, ou externa, que é convexa, observa-se, primeiramente, um largo orifício ovalar, o buraco occipital, que põe a cavidade craniana em comunicação com o canal medular. Nas margens do buraco occipital, há duas saliências cobertas de cartilagem: são os côndilos occipitais, destinados a articular-se com a primeira vértebra, ou atlas. A superfície situada atrás desse buraco occipital, mais ou menos rugosa, é a escama do occipital. A face interna do osso, em relação com o encéfalo, é côncava. Os parietais, ossos pares, estão situados lateralmente na parte superior do crânio, atrás do frontal e adiante do occipital. Os temporais, ossos pares, acham-se lateralmente, abaixo dos parietais. Tem cada temporal uma porção superior, em forma de lâmina delgada e convexa, denominada escama do temporal. Do lado de fora, e logo abaixo da escama, há um orifício, o buraco auditivo externo; adiante desse orifício, destaca-se uma apófise que se dirige para frente, em direção à face: é a apófise zigomática, que com o osso malar vai constituir a arcada zigomática. Atrás do buraco auditivo externo, está uma saliência volumosa, cónica, a apófise mastoide. Os ossos da face são: nasal, zigomáticos, maxilar, palatinos, mandíbula, lacrimais, vômer. Nos mamíferos, o maxilar é a estrutura da região frontal do crânio que suporta os dentes superiores e forma uma parte do palato, da cavidade nasal e da órbita. O osso zigomático é um osso par do crânio humano. É achatado, de forma quadrangular, apresentando 2 faces, 4 bordos e 4 ângulos. Articula-se com a maxila, osso temporal, a grande asa do osso esfenoide e o osso frontal. Forma parte da órbita e geralmente é referido como o osso da bochecha ou osso malar. Está situado acima e lateralmente na face. Apresenta o forame zigomaticofacial na sua face externa. Na face interna apresenta o orifício zigomaticotemporal do canal têmporo-malar. A apófise orbital  situa-se no bordo ântero-superior. O bordo póstero-superior apresenta o tubérculo marginal. O bordo póstero-inferior dá inserção ao músculo master. O osso lacrimal, o menor e mais frágil osso da face, está situado na porção anterior da parede medial da órbita. Ele tem duas superfícies e quatro bordas. Os ossos nasais são dois pequenos ossos oblongos, variando de tamanho e forma conforme a pessoa. Eles tão dispostos lado a lado na porção média e superior da face, e formam, através de sua união, "a ponte" do nariz. Os ossos palatinos são ossos pares localizados no teto da cavidade bucal, formando o palato ósseo, cavidade nasal, órbita e a fossa infratemporal. O vômer é um dos ossos ímpares do crânio. Ele está situado na linha sagital mediana, e se relaciona com o osso esfenoide, osso etmoide, ossos palatinos esquerdo e direito e os ossos maxilares esquerdo e direito. Nos vertebrados, a mandíbula é o componente móvel (se movimenta nos três planos: sagital, frontal e transversal) do crânio que forma a parte inferior da cabeça. Por vezes, usa-se erradamente a palavra maxila (por exemplo, maxila inferior, nos mamíferos) para designar a mandíbula. Talvez conste do inventário de 1920 do Liceu Sá de Miranda (não é, totalmente, legível a descrição do objeto). Consta do Levantamento do Património Museológico das Escolas, realizado em 1996, pelo Grupo de Trabalho criado pelo Despacho n.º 137/ME/96, de 1 de Julho, arquivado na Secretaria-Geral, do Ministério da Educação.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Primates; Superfamília: Hominoidae; Família: Hominidae; Género: Homo; Espécie: Homo sapiens; Subespécie: Homo sapiens sapiens;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Crânio Humano;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamífero;

 

Técnica

- Conservação\Esqueleto;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 15,5 cm de Altura;

- 17 cm de Largura;

- 24 cm de Profundidade;

 

Material

- Crânio Humano;

- Arame em ferro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/324

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação de um crânio humano. Este espécime encontra-se conservado em esqueleto. Trata-se de uma cabeça óssea, natural, desarticulada, montada, quase completa, que se apoia numa haste vertical metálica, rotativa, sobre uma base de madeira oval. Parte da mandíbula está, propositadamente, cortada para mostrar como são as raízes dos dentes e os nervos dentários. Faltam parte de alguns ossos, nomeadamente: nasais, dos zigomáticos, esfenoide, vômer, lacrimais, maxilas, palatinos e etmoide. Faltam 3 dentes molares da dentição definitiva (dentes do siso). A cabeça óssea é constituída pelos ossos do crânio e pelos ossos da face. Na parte superior do crânio, designada por cúpula do crânio, são visíveis 4 suturas, responsáveis pela mínima mobilidade dos ossos do crânio. A designação dessas suturas são: 1 – Sutura Coronal ou Bregmática: entre os ossos frontal e parietais; 2 – Sutura Sagital: entre os dois parietais (linha sagital mediana); 3 – Sutura Lambdoide: entre os parietais e o occipital; 4 – Sutura Escamosa: entre o parietal e o temporal. A face é constituída por uma maciço ósseo, situado adiante da base do crânio e limitando com este várias cavidades onde se encontra a maior parte dos órgãos dos sentidos. O crânio é constituído por 8 ossos, sendo que quatro são ímpares e dois são pares: frontal; esfenoide, etmoide, occipital, parietais e temporais. O osso frontal é um osso ímpar do crânio formando a calota craniana, sendo a sua localização ântero-superior. Na face inferior do frontal existe a chanfradura etmoidal, largo recorte retangular onde se encaixa o osso etmoide. A face posterior, finalmente, é côncava e corresponde à superfície cerebral. No recém-nascido o frontal mostra, ao longo da linha mediana, a sua separação em duas metades simétricas, pela chamada sutura metópica. O esfenoide, osso mediano, ímpar, simétrico, lembrando uma borboleta, ocupa a parte média da base do crânio. Consta de um corpo, duas pequenas asas, duas grandes asas e duas apófises pterigoides. O corpo apresenta, superiormente, uma escavação, a sela turca. As duas pequenas asas se destacam da parte superior do corpo e têm forma triangular. As grandes asas se destacam da parte média do corpo. As apófises pterigoides estão situadas na parte inferior, e, para vê-las, devemos olhar o crânio por baixo. O etmoide é impar, mediano, simétrico, está adiante do esfenoide, na base do crânio, encaixado na chanfradura etmoidal do frontal. Pequeno, delicado e complexo, este osso apresenta os seguintes elementos: 1) lâmina vertical, mediana, com uma porção acima da lâmina horizontal, denominada apófise crista galli, e urna porção abaixo da lâmina horizontal, que contribui, com o nome de lâmina perpendicular, para a divisão da cavidade nasal em duas fossas; 2) lâmina horizontal, atravessada por numerosos orifícios, que lhe dão o aspeto de crivo, donde lhe provém ainda o nome de lâmina crivada do etmoide; 3) massas laterais, mais ou menos cúbicas, de cujas faces se destacam, de cada lado, duas lâminas delgadas mais ou menos enroladas sobre si mesmas, e às quais se dá o nome de cartuchos superiores e cartuchos médios. O occipital, osso ímpar, mediano, simétrico, ocupa a parte posterior e inferior do crânio. Examinado pela face posterior, ou externa, que é convexa, observa-se, primeiramente, um largo orifício ovalar, o buraco occipital, que põe a cavidade craniana em comunicação com o canal medular. Nas margens do buraco occipital, há duas saliências cobertas de cartilagem: são os côndilos occipitais, destinados a articular-se com a primeira vértebra, ou atlas. A superfície situada atrás desse buraco occipital, mais ou menos rugosa, é a escama do occipital. A face interna do osso, em relação com o encéfalo, é côncava. Os parietais, ossos pares, estão situados lateralmente na parte superior do crânio, atrás do frontal e adiante do occipital. Os temporais, ossos pares, acham-se lateralmente, abaixo dos parietais. Tem cada temporal uma porção superior, em forma de lâmina delgada e convexa, denominada escama do temporal. Do lado de fora, e logo abaixo da escama, há um orifício, o buraco auditivo externo; adiante desse orifício, destaca-se uma apófise que se dirige para frente, em direção à face: é a apófise zigomática, que com o osso malar vai constituir a arcada zigomática. Atrás do buraco auditivo externo, está uma saliência volumosa, cónica, a apófise mastoide. Os ossos da face são: nasal, zigomáticos, maxilar, palatinos, mandíbula, lacrimais, vômer. Nos mamíferos, o maxilar é a estrutura da região frontal do crânio que suporta os dentes superiores e forma uma parte do palato, da cavidade nasal e da órbita. O osso zigomático é um osso par do crânio humano. É achatado, de forma quadrangular, apresentando 2 faces, 4 bordos e 4 ângulos. Articula-se com a maxila, osso temporal, a grande asa do osso esfenoide e o osso frontal. Forma parte da órbita e geralmente é referido como o osso da bochecha ou osso malar. Está situado acima e lateralmente na face. Apresenta o forame zigomaticofacial na sua face externa. Na face interna apresenta o orifício zigomaticotemporal do canal têmporo-malar. A apófise orbital situa-se no bordo ântero-superior. O bordo póstero-superior apresenta o tubérculo marginal. O bordo póstero-inferior dá inserção ao músculo master. O osso lacrimal, o menor e mais frágil osso da face, está situado na porção anterior da parede medial da órbita. Ele tem duas superfícies e quatro bordas. Os ossos nasais são dois pequenos ossos oblongos, variando de tamanho e forma conforme a pessoa. Eles tão dispostos lado a lado na porção média e superior da face, e formam, através de sua união, "a ponte" do nariz. Os ossos palatinos são ossos pares localizados no teto da cavidade bucal, formando o palato ósseo, cavidade nasal, órbita e a fossa infratemporal. O vômer é um dos ossos ímpares do crânio. Ele está situado na linha sagital mediana, e se relaciona com o osso esfenoide, osso etmoide, ossos palatinos esquerdo e direito e os ossos maxilares esquerdo e direito. Nos vertebrados, a mandíbula é o componente móvel (se movimenta nos três planos: sagital, frontal e transversal) do crânio que forma a parte inferior da cabeça. Por vezes, usa-se erradamente a palavra maxila (por exemplo, maxila inferior, nos mamíferos) para designar a mandíbula. Consta do inventário de materiais até janeiro de 1952, com o n.º 64 do Capítulo "Esqueletos Humanos", com a descrição "Um crânio humano, com os ossos deslocados", arquivado na Biblioteca Antiga, com a Cota: B.L.S.M. C.N. 542. Esta peça fazia parte do espólio do Colégio do Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910).

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Primates; Superfamília: Hominoidae; Família: Hominidae; Género: Homo; Espécie: Homo sapiens; Subespécie: Homo sapiens sapiens;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Crânio Humano Desarticulado montado à Beauchène;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamífero;

 

Técnica

- Conservação\Esqueleto;

 

Medida (considerando só o espécime)

  • Da base:

- 54 cm de Altura;

- 27,5 cm de Largura;

- 44 cm de Comprimento;

 

Material

- Crânio Humano;

- Metal;

- Madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (em falta a campânula de vidro e alguns dos ossos já se encontram incompletos)

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/325

Foto(s):

Descrição

- Material didático que servia para estudo e observação da dentição dos equinos. Permitia ainda a observação de alguns dos ossos do crânio. Este espécime encontra-se conservado em esqueleto. Trata-se de metade de uma cabeça óssea de um equino, provavelmente, de um cavalo, mais propriamente da lateral esquerda. Encontra-se montada, sobre uma haste vertical metálica que está apoiada sobre uma base de madeira retangular. Quer ao nível da mandíbula, quer ao nível do maxilar, verifica-se que os dentes, estão, propositadamente, esculpidos, para demonstrar como são, nos equinos. Este meio crânio faz parte de uma coleção de crânios da "Maison Émile Deyrolle" e consta do catálogo de setembro de 1908, com materiais desta casa, arquivado na nossa Biblioteca. Trata-se de um crânio de equino, pois apresenta, na mandíbula 3 dentes incisivos, 1 dente canino, 3 dentes pré-molares e 3 dentes molares e ainda, no maxilar 3 dentes incisivos, 1 dente canino, 3 dentes pré-molares e 3 dentes molares. Para além da observação da dentição permite ainda a observação dos ossos: nasal, frontal, occipital, parietal, mandíbula, maxilar, zigomático e lacrimal.

Esta peça fazia parte do espólio do Colégio do Espírito Santo (encerrou em outubro de 1910). Há, também, registo fotográfico, em 1928, desta peça, no Gabinete Sciências-Histórico do Liceu Sá de Miranda.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Perissodactyla; Família: Equidae; Género: Equus;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Meio Crânio de Equino para estudo da dentição;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamífero;

 

Técnica

- Conservação\Esqueleto;

 

Medida (considerando só o espécime)

- 27 cm de Altura;

- 9 cm de Largura;

- 60 cm de Comprimento;

 

Material

- Crânio Humano;

- Metal;

- Madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/326

Foto(s):

Descrição

- Ninho de aves com vestígios de ovos, taxidermizados, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais. É constituído por um conjunto de pequenos ramos e folhas, construído pelas aves para ali porem os seus ovos, para fornecerem proteção e alimentarem as suas crias, até estas se poderem defender e saírem do ninho para procurarem os seus próprios alimentos. Encontra-se protegido por uma caixa de madeira, que é possível ser pendurada na parede. Este ninho é de um casal de toutinegras-de-barrete-preto. O macho ajuda na construção do nicho. Estas toutinegras apresentam corpo acinzentado, mais escuro nas partes superiores do que nas inferiores, onde já apresenta alguns tons esbranquiçados. Como característica mais saliente apresenta um barrete conspícuo, no alto da cabeça, preto nos machos e arruivado nas fêmeas. O macho é o que se encontra pendurado no ramo, ao pé do ninho com os ovos. A fêmea desprendeu-se, provavelmente, do ninho. Esta peça figura do Catálogo de 1901 das peças existentes no Lyceu Central de Braga. Consta ainda da relação dos materiais existentes no Liceu em 1985, em resposta dada à carta enviada pela DGIP aos reitores a 15 de setembro de 1985 e do inventário de materiais de 1910.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Vertebrata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Sylviidae; Género: Sylvia; Espécie: Sylvia atricapilla;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Ninho com dois ovos de um casal de toutinegras-de-barrete-preto;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

A caixa:

- 37,5 cm altura;

- 30,5 cm de largura;

- 9 cm de profundidade;

 

Material

- Animal;

- Vegetal;

- Metal;

- Madeira;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (uma das aves - a fêmea - encontra-se solta dentro da caixa de registo)

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/327

Foto(s):

Descrição

- Caixa de madeira com tampa de vidro, no interior da qual estão expostos 211 exemplares de insetos, utilizados em contexto das práticas pedagógicas de Ciências Naturais, para observação e estudo desta classe de seres vivos. Os diferentes espécimes foram colocados com pequenos alfinetes entomológicos de modo a serem visíveis as suas características anatómicas. Designam-se por insetos coleópteros, vulgarmente, conhecidos por escaravelhos. Esta peça pode ser uma das que é referida no inventário de 1910, no inventário sem data e no inventário de 1920, do Liceu, com a descrição "Duas caixas de insetos".

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Arthropoda; Classe: Insecta; Ordem: Coleoptera; Família: Scarabaeidaea;

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Insetos;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

A caixa:

- 10,5 cm altura;

- 34,5 cm de largura;

- 59,5 cm de comprimento;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Metal;

- Madeira;

- Vidro;

- Etiqueta original com o n.º 719;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Fraco estado de Conservação (faltam alguns insetos e respetivos alfinetes entomológicos; a parte de trás da caixa de madeira está carcomida pelo bicho da madeira e parte do papel protetor encontra-se também carcomida)

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/328

Foto(s):

Descrição

- Caixa de cartão com tampa de vidro, no interior da qual estão expostos 194 exemplares de insetos, utilizados em contexto das práticas pedagógicas de Ciências Naturais, para observação e estudo desta classe de seres vivos. Os diferentes espécimes foram colocados com pequenos alfinetes entomológicos de modo a serem visíveis as suas características anatómicas. Em alguns dos alfinetes tem mais do que um exemplar e, em alguns deles já faltam exemplares. Designam-se por insetos coleópteros, vulgarmente, conhecidos por escaravelhos. Foram recolhidos por várias pessoas, sendo que por algumas das etiquetas que apresentam, alguns, aparentam ter sido recolhidos por turmas. As etiquetas legíveis de alguns desses espécimes indicam o seguinte: "8.º07 COIMBRA"; "MIRANDA TAMAGNINI"; "ZULMIRA BRAGA"; "Barca D'Alva C. de Barros"; "LANHOSO 10-5º 8"; "LANHOSO B. De MELLO"; "9º07 FÃO"; "10º07 P.VARZIM"; "434", "450"; "461". Esta peça pode ser uma das que é referida no inventário de 1910, no inventário sem data e no inventário de 1920, do Liceu, com a descrição "Duas caixas de insetos".

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Arthropoda; Classe: Insecta; Ordem: Coleoptera; Família: Scarabaeidaea;

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Insetos;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

A caixa:

- 6 cm altura;

- 25,5 cm de largura;

- 39 cm de comprimento;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Cartão;

- Vidro;

- Fita adesiva preta;

- Metal (alfinetes entomológicos);

- Etiqueta original com o n.º 783;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (faltam alguns insetos e respetivos alfinetes entomológicos; alguns insetos incompletos)

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/329

Foto(s):

Descrição

- Caixa de cartão com tampa de vidro, no interior da qual estão expostos 132 exemplares de insetos (contando os incompletos), utilizados em contexto das práticas pedagógicas de Ciências Naturais, para observação e estudo desta classe de seres vivos. Os diferentes espécimes foram colocados com pequenos alfinetes entomológicos de modo a serem visíveis as suas características anatómicas. Em alguns dos alfinetes tem mais do que um exemplar e, em alguns deles já faltam exemplares. Designam-se por insetos coleópteros, porque pertencem todos a esta ordem. Foram recolhidos por várias pessoas, sendo que por algumas das etiquetas que apresentam, alguns, aparentam ter sido recolhidos por turmas. As etiquetas legíveis de alguns desses espécimes indicam o seguinte: "COIMBRA 11-10º 8"; "ZULMIRA BRAGA"; "CABECEIRAS ÁLVARO"; "Cogine Italie"; "Neyton d'elain". Exceto quatro grupos de espécimes encontram-se sem etiqueta de identificação da espécie ou género. As espécies/géneros que se encontram representadas por espécimes são: Anisoplia floricola; Phyllognathus silenus; Oryctes nasicornis grypus; Tropinota squalida; Gnorimus nobilis; Cetonia oblonga; Cetonia morio; Cetonia aurata; Cetonia metallica; Valgus hemipterus; Chalcophora mariana; Anthaxia salicis; Anthaxia funerula; Sphenoptera geminata; Agrilus viridis; Agrilus angustulus; Trachys pygmaea; Capnodis tenebrionis; Ampedus praeustus; Cardiphorus bipunctatus; Melanotus tenebrosus; Athous obsoletus; Agriotes lineatus; Silesis rutilipensis; Synaptus filiformis; Dicronychus cinereus; Diacanthus rugosus; Paraphotistus impressus; Drasterius bimaculatus; Cyphon; Lampyris noctiluca; Luciola lusitanica; Athous dejeani; Rhagonycha patricia; Cyrtosus flavilabis; Malachius lusitanicus; Dasytes asperulus; Psilothrix illustris; Psilothrix nobilis; Opilo mollis; Thanasimus fornicarius; Thanasimus multillarius; Mezium sulcatum; Ptinus dilophus; Ptinus obesus; Ptinus spitzyi; Ptinus brunneus; Scaurus sticticus; Anobium pertinax. Esta peça pode ser uma das que é referida no inventário de 1910, no inventário sem data e no inventário de 1920, do Liceu, com a descrição "Duas caixas de insetos".

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Arthropoda; Classe: Insecta; Ordem: Coleoptera; (Ver restante classificação, na tabela anexa)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Insetos;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

A caixa:

- 6 cm altura;

- 26 cm de largura;

- 39 cm de comprimento;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Cartão;

- Vidro;

- Fita adesiva preta;

- Metal (alfinetes entomológicos);

- Etiqueta original com o n.º 784;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Fraco estado de Conservação (faltam muitos insetos e respetivos alfinetes; alguns insetos incompletos)

 

 

Tabela Anexa de Classificação de cada exemplar:

Nome da espécie/género que aparece em cada  etiqueta

Família

Género

(designação atual)

Espécie

(designação atual)

Subespécie

(designação atual)

Anisoplia floricola

Rutelidae

Anisoplia

Anisoplia floricola

 

Phyllognathus silenus

Scarabaeidae

Phyllognathus

Phyllognathus silenus

 

Oryctes grypus

Dynastidae

Oryctes

Oryctes nasicornis

Oryctes nasicornis grypus

Oxythyrea funesta

Cetoniidae

Oxythyrea

Oxythyrea funesta

 

Nome da espécie/género que aparece em cada  etiqueta

Família

Género

(designação atual)

Espécie

(designação atual)

Subespécie

(designação atual)

Tropinota squalida

Cetoniidae

Tropinota

Tropinota squalida

 

Gnorimus nobilis

Cetoniidae

Gnorimus

Gnorimus nobilis

 

Cetonia oblonga

Scarabaeidae

Cetonia

Cetonia oblonga

 

Cetonia morio

Scarabaeidae

Cetonia

Cetonia morio

 

Cetonia aurata

Scarabaeidae

Cetonia

Cetonia aurata

 

Cetonia metallica

Scarabaeidae

Cetonia

Cetonia metallica

 

Valgus hemipterus

Cetoniidae

Valgus

Valgus hemipterus

 

Chalcophora mariana

Buprestidae

Chalcophora

Chalcophora mariana

 

Anthaxia saliceti

Buprestidae

Anthaxia

Anthaxia salicis

 

Anthaxia funerula

Buprestidae

Anthaxia

Anthaxia funerula

 

Sphenoptera geminata

Buprestidae

Sphenoptera

Sphenoptera geminata

 

Agrilus viridis

Buprestidae

Agrilus

Agrilus viridis

 

Agrilus angustulus

Buprestidae

Agrilus

Agrilus angustulus

 

Trachys pygmaea

Buprestidae

Trachys

Trachys pygmaea

 

Capnodis tenebrionis

Buprestidae

Capnodis

Capnodis tenebrionis

 

Elater praeustus

Elateridae

Ampedus

Ampedus praeustus

 

Cardiphorus bipunctatus

Elateridae

Cardiphorus

Cardiphorus bipunctatus

 

Melanotus tenebrosus

Elateridae

Melanotus

Melanotus tenebrosus

 

Athous obsoletus

Elateridae

Athous

Athous obsoletus

 

Agriotes lineata

Elateridae

Agriotes

Agriotes lineatus

 

Silesis rutilipensis

Elateridae

Silesis

Silesis rutilipensis

 

Nome da espécie/género que aparece em cada  etiqueta

Família

Género

(designação atual)

Espécie

(designação atual)

Subespécie

(designação atual)

Synaptus filiformis

Elateridae

Synaptus

Synaptus filiformis

 

Cardiphorus cinereus

Elateridae

Dicronychus

Dicronychus cinereus

 

Diacanthus rugosus

Elateridae

Diacanthus

Diacanthus rugosus

 

Corymbites impressus

Elateridae

Paraphotistus

Paraphotistus impressus

 

Drasterius bimaculatus

Elateridae

Drasterius

Drasterius bimaculatus

 

Cyphon

Scirtidae

Cyphon

 

 

Lampyris noctiluca

Lampyridae

Lampyris

Lampyris noctiluca

 

Luciola lusitanica

Lampyridae

Luciola

Luciola lusitanica

 

Athous dejeani

Elateridae

Athous

Athous dejeani

 

Rhagonycha patricia

Cantharidae

Rhagonycha

Rhagonycha patricia

 

Cyrtosus flavilabis

Malachiidae

Cyrtosus

Cyrtosus flavilabis

 

Malachius lusitanicus

Malachiidae

Malachius

Malachius lusitanicus

 

Homeodipnis javeti

Malachiidae

Homeodipnis

Homeodipnis javeti

 

Troglops capitata

Malachiidae

Troglops

Troglops capitatus

 

Dasytes asperulus

Dasytidae

Dasytes

Dasytes asperulus

 

Psilothrix illustris

Dasytidae

Psilothrix

Psilothrix illustris

 

Psilothrix nobilis

Dasytidae

Psilothrix

Psilothrix nobilis

 

Opilo mollis

Cleridae

Opilo

Opilo mollis

 

Cleroides formicarius

Cleridae

Thanasimus

Thanasimus formicarius

 

Cleroides multillarius

Cleridae

Thanasimus

Thanasimus multillarius

 

Mezium sulcatum

Anobiidae

Mezium

Mezium sulcatum

 

Nome da espécie/género que aparece em cada  etiqueta

Família

Género

(designação atual)

Espécie

(designação atual)

Subespécie

(designação atual)

Bruchus dilophus

Anobiidae

Ptinus

Ptinus dilophus

 

Bruchus obesus

Anobiidae

Ptinus

Ptinus obesus

 

Bruchus spitzyi

Anobiidae

Ptinus

Ptinus spitzyi

 

Bruchus brunneus

Anobiidae

Ptinus

Bruchus brunneus

 

Scaurus sticticus

Tenebrionidae

Scaurus

Scaurus sticticus

 

Anobium pertinax

Anobiidae

Anobium

Anobium pertinax

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/330

Foto(s):

Descrição

- Caixa de cartão com tampa de vidro, no interior da qual estão expostos 12 exemplares de celenterados/cnidários utilizados em contexto das práticas pedagógicas de Ciências Naturais, para observação e estudo deste filo de seres vivos e 1 exemplar do filo Porifera. Cinco espécimes estão presos, diretamente e, oito estão dentro de frascos, sendo que estes últimos estão presos à caixa. Todos apresentam etiquetas identificativas do local onde foram recolhidos e da respetiva espécie.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Cnidaria (exceto o último que é do Filo: Porifera); (Ver restante classificação, na tabela anexa)

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Celenterados/Cnidários e de um Porífero;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

A caixa:

- 6 cm altura;

- 26 cm de largura;

- 39 cm de comprimento;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Cartão;

- Vidro;

- Fita adesiva castanha;

- Metal;

- Cortiça;

- Linha preta;

- Etiqueta original com o n.º 620;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (falta formol em cada um dos frasquinhos e há alguns espécimes que já tiveram que ser fixados, à posteriori)

 

Tabela Anexa de Classificação de cada exemplar:

Nome da espécie/género que aparece em cada  etiqueta

Classe

Ordem

Família

Género

(designação atual)

Espécie

(designação atual)

Corallium rubrum

Anthozoa

Ancianônea

Coralliidae

Corallium

Corallium rubrum

Madrepora sp.

Anthozoa

Scleractinia

Oculinidae

Madrepora

Madrepora sp.

Tubipora musica

Anthozoa

Alcyonacea

Tubiporidae

Tubipora

Tubipora musica

Palythoa fatua

Anthozoa

Zoantharia

Sphenopidae

Palythoa

Palythoa fatua

Nome da espécie/género que aparece em cada  etiqueta

Classe

Ordem

Família

Género

(designação atual)

Espécie

(designação atual)

Hyppodius meopolitanus

?

?

?

?

?

Hormiphora plumosa

?

?

?

?

?

Diphyes sieboldi

Hydrozoa

Siphonophorae

Diphydae

Diphyes

Diphyes sieboldi

Siriope exigua

?

?

?

?

?

Oceania pilcata

?

?

?

?

?

Bolina hydrotina

?

?

?

?

?

Nausithoe punctata

Scyphozoa

Coronatae

Nausithoidae

Nausithoe

Nausithoe punctata

Rhizophysa filiformis

Scyphozoa

Siphonophorae

Rhizophysidae

Rhizophysa

Rhizophysa filiformis

Spongia usitatissima

Demospongiae

Dictyoceratida

Spongiidae

Spongia

Spongia usitatissima

 

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/331

Foto(s):

Descrição

- Caixa de cartão com tampa de vidro, no interior da qual estão expostos 2 exemplares de celenterados/cnidários utilizados em contexto das práticas pedagógicas de Ciências Naturais, para observação e estudo deste filo de seres vivos. Ambos apresentam etiquetas identificativas do local onde foram recolhidos e da respetiva espécie.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Cnidaria; Classe: Anthozoa; Ordem: Alcynocea; Família: Gorgoniidae; Género: Gorgonia; Espécies: Gorgonia verrucosa e Gorgonia filabellum;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Celenterados/Cnidários;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (considerando só o espécime)

A caixa:

- 6 cm altura;

- 26 cm de largura;

- 39 cm de comprimento;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Cartão;

- Vidro;

- Fita adesiva castanha;

- Metal;

- Linha preta;

- Etiqueta original com o n.º 624;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (um dos espécimes já teve que ser, novamente, fixado, à posteriori)

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/332

Foto(s):

Descrição

- Quadro didático com vinte e três espécimes de borboletas, taxidermizadas, diferentes, que serviam para o estudo das características anatómicas, desta ordem de insetos, nas aulas de Ciências Naturais. Trata-se de uma caixa de madeira e de cartão, com tampa de vidro onde os diferentes espécimes foram guardados com pequenos alfinetes entomológicos de modo a serem visíveis as suas características anatómicas. Estes insetos têm o corpo dividido em cabeça, tórax e abdómen. Na cabeça têm um par de antenas, um par de olhos formados por várias lentes e, peça bucal, com uma forma específica para sugar o néctar das flores, sendo designada esta estrutura por espiritromba. No tórax apresentam 6 patas e, em geral, 2 pares de asas. Há, no entanto, lepidópteros noturnos, cujas fêmeas são ápteras, ou seja, sem asas. No abdómen encontram-se os órgãos vegetativos e reprodutivos. A maioria das borboletas, tem dois pares de asas membranosas cobertas de escamas e peças bucais adaptadas a sucção. Distinguem-se pelas antenas retilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos (as mariposas, pelos hábitos de vida noturnos), pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima e têm uma importante função polinizadora. A grande diversidade de colorações apresentadas por estes insetos lepidópteros deve-se ao facto de possuírem as asas cobertas de escamas coloridas e sobrepostas. As cores podem ser fortes, suaves, metálicas ou iridescentes, formadas por diferentes pigmentos e microtexturas que, devido aos efeitos de refração e difração da luz incidente, lhes conferem padrões de coloração das mais variadas tonalidades. É nas asas que se observam quase todos os caracteres externos que os naturalistas utilizam para distinguir os géneros e as espécies de lepidópteros. A borboleta azul com as pontas das asas anteriores enegrecidas existente, nesta caixa (1.º a contar de cima, da 3.ª fila a contar da esquerda), tem a particularidade de ser iridescente, ou seja reflete algumas das cores (neste caso, tons de azul, de verde e violeta) do arco-íris, quando é incidida sobre ela, luz. Pertence à família Nymphalidae, à subfamília Morphinae, ao género Morpho e à espécie Morpho anaxibia. Esta espécie é uma das mais conhecidas borboletas brasileiras, símbolo dos trópicos e da sua exuberância. É chamada vulgarmente de “azul-seda” – o azul é provocado pela refração da luz em minúsculas escamas transparentes, inseridas nas asas da borboleta macho, que atraem as fêmeas para o acasalamento. Ocorrem no sul e sudeste brasileiros, sendo comum no Rio de Janeiro, nos meses de verão, principalmente fevereiro. Impressionam pelo voo alto, lento e majestoso, aproveitando as correntes aéreas. Embora ocorra no topo das grandes árvores, nos dias quentes e secos, cedo, pela manhã, desce aos lugares húmidos para sugar a água. Os ovos isolados são colocados na parte superior das folhas de diversas plantas, tais como a grumixama (Eugenia), o arco-de-pipa (Erythroxylum pulchrum) e a caneleira. As lagartas, logo que nascem, 3 mm, comem a casca do ovo e alojam-se na parte inferior da folha, onde tecem uma seda para se fixarem. No crepúsculo, saem para se alimentar, voltando após para o mesmo local, onde passam o dia. Crescem lentamente e em abril ainda estão no primeiro estágio. Antes da formação da crisália, a lagarta muda de cor, 40 mm, cor que será a da crisálida de 35 mm, e que passa a cinza, pouco antes da eclosão do inseto adulto. Os adultos machos realizam breves disputas aéreas. Vista por baixo, apresenta asas de coloração castanha com ocelos pouco visíveis e de coloração alaranjada. A envergadura deste espécime é de 12,5 cm. Logo por baixo deste exemplar, encontrámos um outro de envergadura de 13,5 cm, com a tonalidade predominantemente, castanha, pertencente à família Nymphalidae, à subfamília Satyrinae, ao género Morpho e à espécie Morpho hercules. Visto por cima, o padrão básico deste exemplar (macho) apresenta asas de coloração castanho-olivácea com duas fileiras com apontamentos amarelados próximas à margem das asas anteriores e posteriores. Vista por baixo, possui asas de coloração castanha com 6 ocelos. Por baixo desta borboleta, encontra-se em tons de laranja e castanho e com breves apontamentos de branco, com envergadura 8,5 cm, um espécime pertence à família Nymphalidae, à subfamília Heliconiinae, ao género Dryadula e à espécie Dryadula phaetusa. Na 4.ª fila e na última posição encontrámos um espécime, predominantemente, laranja com asas de contornos moderadamente serrilhados, com padrão em amarelo e negro. Apresenta um prolongamento anguloso em cada metade inferior das asas posteriores, com desenho próximo formando um contorno de três lúnulas em negro e amarelo. Por baixo o padrão é o de uma folha seca, com discretos ocelos. Pertence à família Nymphalidae, à subfamília Nymphalinae, ao género Hypanartia e à espécie Hypanartia bella. Na 5.ª fila a contar da esquerda e na 4.ª posição a contar de cima, encontrámos uma borboleta de tonalidades castanha e laranja, com duas bandas brancas e duas manchas alaranjadas maiores e duas pequenas manchas laranja pequenas. Tem de envergadura 5,5 cm e pertence à família Nymphalidae, à subfamília Limenitidinae, ao género Adelpha e à espécie Adelpha erotia.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Arthropoda; Classe: Insecta; Ordem: Lepidoptera.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Insetos - Borboletas;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (caixa)

- 6 cm de Altura;

- 39 cm de Comprimento;

- 26 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Cartão;

- Vidro;

- Fita adesiva preta;

- Metal (alfinetes entomológicos);

- Etiqueta original com o n.º 774;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação

 

3

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/333

Foto(s):

Descrição

- Quadro didático com dezasseis espécimes de borboletas, taxidermizadas, diferentes, que serviam para o estudo das características anatómicas, desta ordem de insetos, nas aulas de Ciências Naturais. Trata-se de uma caixa de madeira e de cartão, com tampa de vidro onde os diferentes espécimes foram guardados com pequenos alfinetes entomológicos de modo a serem visíveis as suas características anatómicas. Estes insetos têm o corpo dividido em cabeça, tórax e abdómen. Na cabeça têm um par de antenas, um par de olhos formados por várias lentes e, peça bucal, com uma forma específica para sugar o néctar das flores, sendo designada esta estrutura por espiritromba. No tórax apresentam 6 patas e, em geral, 2 pares de asas. Há, no entanto, lepidópteros noturnos, cujas fêmeas são ápteras, ou seja, sem asas. No abdómen encontram-se os órgãos vegetativos e reprodutivos. A maioria das borboletas, tem dois pares de asas membranosas cobertas de escamas e peças bucais adaptadas a sucção. Distinguem-se pelas antenas retilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos (as mariposas, pelos hábitos de vida noturnos), pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima e têm uma importante função polinizadora. A grande diversidade de colorações apresentadas por estes insetos lepidópteros deve-se ao facto de possuírem as asas cobertas de escamas coloridas e sobrepostas. As cores podem ser fortes, suaves, metálicas ou iridescentes, formadas por diferentes pigmentos e microtexturas que, devido aos efeitos de refração e difração da luz incidente, lhes conferem padrões de coloração das mais variadas tonalidades. É nas asas que se observam quase todos os caracteres externos que os naturalistas utilizam para distinguir os géneros e as espécies de lepidópteros. A 3.ª borboleta a contar de cima, mais à esquerda, de tons castanho-bege, com bordos de tom castanho-escuro com pintas brancas, existente, nesta caixa, é, vulgarmente, conhecida por borboleta-rainha. É uma borboleta, norte-sul-americana da família Nymphalidae, da subfamília Danainae, do género Dannaus e da espécie Dannaus gillipus. A envergadura deste espécime é de 8 cm. Logo por baixo deste exemplar, encontrámos um outro, negro com manchas azuis, de envergadura de 7 cm, pertencente à família Nymphalidae, à subfamília Biblidinae, ao género Hamadryas e à espécie Hamadryas arete. Esta espécie quando voa faz um barulho característico que se ouve bastante bem e parece o frigir do bacon numa frigideira. Na 3.ª fila a contar da esquerda, a 1.ª borboleta a contar de cima, com envergadura de 12,5 cm, com a tonalidade predominantemente, castanha, pertencente à família Nymphalidae, à subfamília Satyrinae, ao género Morpho e à espécie Morpho theseus. Visto por cima, o padrão básico deste exemplar (macho) apresenta asas de coloração castanho, com apontamentos azuis iridescentes e brancos. Vista por baixo, possui asas de coloração castanha com 7 ocelos. A penúltima borboleta, na 5.ª fila a contar da esquerda é conhecida, vulgarmente, por imperador turquesa, de tom azul-esverdeado à luz, de envergadura 9,5 cm, pertence à família Nymphalidae, à subfamília Nymphalinae, ao género Doxopa e à espécie Doxopa laurentia. Trata-se de um macho devido à sua mancha azul metálica iridescente, muito característica destes e ausente nas fêmeas. A última borboleta a contar de cima e do lado direito, castanha com manchas azul-claras e algumas manchas brancas, de envergadura de 7,5 cm, pertencente à família Nymphalidae, à subfamília Biblidinae, ao género Hamadryas e à espécie Hamadryas amphinome. Esta espécie quando voa faz um barulho característico que se ouve bastante bem e parece o frigir do bacon numa frigideira. Seu voo é normalmente rápido e irregular. Ao sobrevoar a planta de que se vai alimentar começa a voar em círculos de forma mais lenta. Alimenta-se de frutas maduras caídas no chão das florestas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Arthropoda; Classe: Insecta; Ordem: Lepidoptera.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Insetos - Borboletas;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (caixa)

- 6 cm de Altura;

- 39 cm de Comprimento;

- 26 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Cartão;

- Vidro;

- Fita adesiva preta;

- Metal (alfinetes entomológicos);

- Etiqueta original com o n.º 771;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação

 

 

 

 

 

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/334

Foto(s):

Descrição

- Quadro didático com vinte espécimes de borboletas, taxidermizadas, diferentes, que serviam para o estudo das características anatómicas, desta ordem de insetos, nas aulas de Ciências Naturais. Trata-se de uma caixa de madeira e de cartão, com tampa de vidro onde os diferentes espécimes foram guardados com pequenos alfinetes entomológicos de modo a serem visíveis as suas características anatómicas. Estes insetos têm o corpo dividido em cabeça, tórax e abdómen. Na cabeça têm um par de antenas, um par de olhos formados por várias lentes e, peça bucal, com uma forma específica para sugar o néctar das flores, sendo designada esta estrutura por espiritromba. No tórax apresentam 6 patas e, em geral, 2 pares de asas. Há, no entanto, lepidópteros noturnos, cujas fêmeas são ápteras, ou seja, sem asas. No abdómen encontram-se os órgãos vegetativos e reprodutivos. A maioria das borboletas, tem dois pares de asas membranosas cobertas de escamas e peças bucais adaptadas a sucção. Distinguem-se pelas antenas retilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos (as mariposas, pelos hábitos de vida noturnos), pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima e têm uma importante função polinizadora. A grande diversidade de colorações apresentadas por estes insetos lepidópteros deve-se ao facto de possuírem as asas cobertas de escamas coloridas e sobrepostas. As cores podem ser fortes, suaves, metálicas ou iridescentes, formadas por diferentes pigmentos e microtexturas que, devido aos efeitos de refração e difração da luz incidente, lhes conferem padrões de coloração das mais variadas tonalidades. É nas asas que se observam quase todos os caracteres externos que os naturalistas utilizam para distinguir os géneros e as espécies de lepidópteros. A 1.ª borboleta a contar de cima, mais à esquerda, de tons laranja e castanho e breves apontamentos em brancos, de envergadura 8,5 cm, pertence à família Nymphalidae, à subfamília Heliconiinae, ao género Dryadula e à espécie Dryadula phaetusa. A borboleta logo abaixo a esta, de tons castanho, com 2 manchas laranja e 4 manchas brancas é uma das variações cromáticas, ou subespécies, de Heliconius erato que habita a América Central e do Sul, entre o nível médio do mar até os 2300 metros de altitude, que apresenta padrões de mimetismo. Seus indivíduos podem atingir até os seis ou oito centímetros de envergadura. O exemplar em questão mede 7 cm de envergadura. Pertence à família Nymphalidae, à subfamília Heliconiinae, ao género Heliconius, à espécie Heliconius erato e à subspécie Heliconius erato phyllis. A 3.ª borboleta da 1.ª fila a contar da esquerda, pertence à espécie Pierella nereis, pois pode ser distinguida, de outras espécies, pelas suas asas posteriores, em tom laranja, apresentarem uma banda mediana branca, proeminente e muito claramente definida, riscando ambas as superfícies das asas. Para além disso, apresenta 2 ocelos em cada asa posterior. Existe uma espécie similar a Pierella nereis - Pierella helvina - porém esta última, apresenta coloração mais avermelhada, sem banda clara e apenas um ocelo. Na 2.ª fila, o 3.º exemplar, com tons de castanho, azul e amarelo, de envergadura 7,5 cm, pertence à família Nymphalidae, à subfamília Heliconiinae, ao género Heliconius e à espécie Heliconius sara. O 4.º exemplar desta mesma fila, pertence à família Nymphalidae, à subfamília Limenitidinae, ao género Adelpha e à espécie Adelpha erotia e tem de envergadura 5,5 cm. O 5.º exemplar desta mesma fila, conhecida, vulgarmente, como olho-de-pavão-diurno, de envergadura 5,5 cm pertence à família Nymphalidae, à subfamília Nymphalinae, ao género Junonia e à espécie Junonia evarete. O 1.º exemplar da 3.ª fila a contar de cima e da esquerda, de tom alaranjado, com asas de contorno irregular, incomuns, que apresentam 3 listas negras paralelas e, com longas caudas escuras, de envergadura de 7,5 cm, pertence à família Nymphalidae, à subfamília Biblidinae, ao género Marpesia e à espécie Marpesia petreus. O espécime, logo abaixo deste é conhecido, vulgarmente, por imperador púrpura, de tom azul-arroxeado à luz, com  envergadura de 5,5 cm, pertence à família Nymphalidae, à subfamília Nymphalinae, ao género Doxopa e à espécie Doxopa agathina. Trata-se de um macho devido ao seu padrão azul-arroxeado metálico iridescente, muito característico destes e ausente nas fêmeas. Na 4.ª fila a contar da esquerda e, na 1.º posição a contar de cima, com tom negro e manchas alaranjada-avermelhadas, em forma de banda, temos um exemplar pertencente à família Nymphalidae, à subfamília Biblidinae, ao género Biblis e à espécie Biblis hyperia. Tem de envergadura 6,5 cm. Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Arthropoda; Classe: Insecta; Ordem: Lepidoptera.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Insetos - Borboletas;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (caixa)

- 6 cm de Altura;

- 39 cm de Comprimento;

- 26 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Cartão;

- Vidro;

- Fita adesiva preta;

- Metal (alfinetes entomológicos);

- Etiqueta original com o n.º 772;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/335

Foto(s):

Descrição

- Quadro didático com 2 espécimes taxidermizados, que serviam para o estudo das características anatómicas, da borboleta e da larva da espécie Acherontia atropos, nas aulas de Ciências Naturais. Trata-se de uma caixa de madeira e de cartão, com tampa de vidro onde os espécimes foram guardados com alfinetes entomológicos de modo a serem visíveis as suas características anatómicas. Estes insetos têm o corpo dividido em cabeça, tórax e abdómen. Na cabeça têm um par de antenas, um par de olhos formados por várias lentes e, peça bucal, com uma forma específica para sugar o néctar das flores, sendo designada esta estrutura por espiritromba. No tórax apresentam 6 patas e 2 pares de asas. No abdómen encontram-se os órgãos vegetativos e reprodutivos. Distinguem-se pelas antenas retilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos (as mariposas, pelos hábitos de vida noturnos), pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima e têm uma importante função polinizadora. A grande diversidade de colorações apresentadas por estes insetos lepidópteros deve-se ao facto de possuírem as asas cobertas de escamas coloridas e sobrepostas. As cores podem ser fortes, suaves, metálicas ou iridescentes, formadas por diferentes pigmentos e microtexturas que, devido aos efeitos de refração e difração da luz incidente, lhes conferem padrões de coloração das mais variadas tonalidades. É nas asas que se observam quase todos os caracteres externos que os naturalistas utilizam para distinguir os géneros e as espécies de lepidópteros. Esta espécie, ao nível da borboleta, apresenta as seguintes tonalidades: branca, castanha e amarela. Riscas típicas no tronco de cores: castanha e amarela. De envergadura: 11,5 cm. Por baixo da borboleta, com alfinetes, temos presa uma larva de tom amarelo-alaranjado, de 13 cm de comprimento. Esta caixa-vitrine já constava do Catálogo de 1901 (n.º 95), arquivado na nossa Biblioteca e da relação de "Animais, vertebrados e invertebrados, enviados pela Universidade de Coimbra", a 4 de junho de 1898, ao Liceu de Braga, conforme consta no arquivo da Torre do Tombo. Constava ainda do inventário, sem data, com cota B.L.S.M. C.N. 541, da Biblioteca Antiga, da Escola Sá de Miranda, com o n.º de inventário 173.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Arthropoda; Classe: Insecta; Ordem: Lepidoptera; Família: Sphingidae; Género: Acherontia; Espécie: Acherontia atropos;

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Quadro didático de Inseto - Borboleta-caveira e sua larva;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Quadro Didático;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (caixa)

- 6 cm de Altura;

- 18 cm de Comprimento;

- 14 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Papel;

- Cartão;

- Vidro;

- Fita adesiva preta;

- Metal (alfinetes entomológicos);

- Etiquetas com os n.ºs 614, 173 e 174;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/336

Foto(s):

Descrição

- Espécime conservado em líquido, num recipiente de vidro, para estudo e observação das características anatómicas nas aulas de Ciências Naturais. Trata-se de um porquinho-da-índia, também, vulgarmente, conhecido por cobaia, roedor, de origem sul-americana, da família dos caviídeos, preservado em formol. É branco com manchas acastanhadas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Rodentia; Família: Caviidae; Género: Cavia; Espécie: Cavia porcellus;

Designação

- Nome Vulgar: Porquinho-da-índia em líquido;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Formol;

 

Medida (frasco)

- 30 cm de Altura;

- 11 cm de Diâmetro;

 

Material

- Substância química\Formol;

- Animal;

- Etiqueta em papel;

- Vidro;

- Lacre;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (necessita de ser acrescentado um pouco formol)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/337

Foto(s):

Descrição

- Espécime conservado em líquido, num recipiente de vidro, para estudo e observação das características anatómicas nas aulas de Ciências Naturais. Trata-se de um gato doméstico, um animal da família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Este gato encontra-se dissecado a meio, com os órgãos visíveis. O pelo do gato é de tons castanhos, preto e cinzento. Foi-lhe retirado os olhos. Boca fechada. Patinhas com algumas unhas visíveis. Os órgãos encontram-se numerados, não havendo nenhuma legenda no objeto. Esses órgãos que se encontram numerados de 1 a 16 são: 1-Laringe; 2- Traqueia; 3- Pulmões; 4- Coração; 5- Carótidas; 6- Esófago; 7- Diafragma; 8- Estômago; 9- Fígado; 10- Baço; 11- Intestino Delgado; 12- Intestino Grosso - Cólon Transversal; 13- Intestino Grosso - Cólon Descendente; 14- Não foi encontrado o n.º 14 no objeto; 15- Rim; 16- Ureter. É um predador natural de roedores, pássaros e lagartixas, embora também possa ingerir ervas e plantas. Os gatos, geralmente, pesam entre 2,5 e 7 kg e vivem de 15 a 20 anos. Possuem trinta e dois músculos na orelha, o que lhes permite ter um tipo de audição direcional, movendo cada orelha, independentemente, da outra. O método de conservação de energia dos gatos é o sono (12 a 16 horas por dia), acima da média da maioria dos animais, sobretudo à medida que envelhecem. Os gatos têm, em média, campo visual com uma abertura estimada em 200° com sobreposição binocular mais estreita que a dos humanos. Possuem, em média, uma dúzia de bigodes, dispostos em quatro fileiras sobre os lábios superiores, alguns nas bochechas, tufos sobre os olhos e no queixo, que os auxiliam na navegação e no tato. O olfato de um gato doméstico é 14 vezes mais forte que o dos humanos. O miado é o som típico que caracteriza o gato, sendo representativo do seu estado. Ainda que não aparentem sinais externos decorrentes do envelhecimento, com o avanço da idade, os gatos apresentam mudanças fisiológicas significativas, que afetam o seu metabolismo e os deixam mais suscetíveis de contrair doenças.

Esta peça faz parte do espólio da escola, desde 1898, uma vez que figura da "Relação dos exemplares de Vertebrados que a 4 de Junho de 1898 foram remettidos ao Lyceu Central de Braga.

 Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Felidae; Género: Felis; Espécie: Felis catus; Subespécie: Felis catus domestica;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Gato doméstico em líquido;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Formol;

 

Medida (frasco)

- 39 cm de Altura;

- 17,3 cm de Diâmetro;

 

Material

- Substância química\Formol;

- Animal;

- Etiqueta em papel;

- Vidro;

- Lacre;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/338

Foto(s):

Descrição

- Espécime conservado em líquido (formol), num recipiente de vidro, para estudo e observação das características anatómicas nas aulas de Ciências Naturais. Trata-se de um lagarto varano, uma vez que se caracteriza por ser de grandes dimensões e ter uma cabeça mais alargada, pescoço, corpo e cauda, além de terem membros muito desenvolvidos, com 5 dedos unguiculados e pele coberta de escamas muito pequenas. Mede, aproximadamente, 115 cm de comprimento. De tons castanho-bege.

Classificação científica: Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Squamata; Família: Varanidae; Género: Varanus; Espécie: Varanus giganteus;

Designação

- Nome Vulgar: Lagarto varano em líquido;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Répteis;

 

Técnica

- Conservação\Formol;

 

Medida (frasco)

- 41,5 cm de Altura;

- 17,5 cm de Diâmetro;

 

Material

- Substância química\Formol;

- Animal;

- Etiqueta em papel;

- Fita adesiva;

- Vidro;

- Lacre;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (deve ser acrescentado um pouco de líquido)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/339

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar está assente sobre uma base de madeira retangular, por sua vez assente em 4 pequenos cilindros de madeira. A raposa-vermelha encontra-se numa postura de observação, apoiada nos quatro membros, na base de madeira e, olhando lateralmente. Os olhos são de vidro, grandes, de tom castanho-esverdeado, simulando o aspeto natural. A raposa-vermelha tem um focinho esguio rematado por orelhas longas, triangulares e pontiagudas. No caso desta subespécie - Vulpes vulpes silacea - a parte de trás das orelhas são pretas. A cauda é espessa, vistosa e termina numa pelagem branca. A pelagem do corpo é avermelhada, com tons de cinzento e castanho. As patas estão dotadas de garras não retrácteis. O seu comprimento pode variar entre 55 a 90 cm, a cauda entre 35-45 cm e o peso entre 3 a 7 kg. As fêmeas são, ligeiramente, mais pequenas.

Esta peça faz parte do espólio da escola, desde pelo menos 1920, uma vez que, figura do inventário de 1920, do Liceu de Braga. Figura também do inventário, sem data, do Liceu com um dos n.ºs 19 ou 20. Poderá ser ainda o objeto referenciado na "Relação dos utensílios vindos do Seminário Conciliar para o Liceu de Sá de Miranda" como "Raposa", em 27 de fevereiro de 1913.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Subfilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Carnivora; Família: Canidae; Género: Vulpes; Espécie: Vulpes vulpes; Subespécie: Vulpes vulpes silacea;

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Raposa-vermelha;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida

- ≈ 30 cm de Altura;

- ≈ 70 cm de Comprimento;

- ≈ 22,5 cm de Profundidade;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/340

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, que por sua vez está também apoiada. A tartaruga encontra-se numa postura de observação, olhando de frente. Os olhos são de vidro, de tom preto, simulando o aspeto natural. É uma tartaruga-terrestre por apresentar: uma carapaça óssea, de origem dérmica e revestida por placas córneas, convexa; a placa nucal estreita e as placas caudais mais desenvolvidas/volumosas; uma dimensão total (incluindo a cauda) de 49 cm. A sua cor é entre tons de amarelo e negro. Os membros são maciços, curtos e com escamas amarelas. A cabeça encontra-se fora da carapaça. Apresenta uma cauda pequena. A tartaruga-terreste de patas amarelas tem um exosqueleto constituído por uma carapaça, formada de um escudo dorsal, convexo, e outro ventral, achatado, ligados entre si, mas com duas aberturas, anterior e posterior, por onde saem a cabeça, a cauda curta e os membros. Pela sua dimensão trata-se de uma fêmea, porque os machos desta espécie são maiores.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Reptilia; Ordem: Chelonia; Família: Testudinidae; Género: Chelonoides; Espécie: Chelonoides denticulata;

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Tartaruga-terrestre de patas amarelas ou Jabuti Tinga;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Répteis;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (só do espécime)

- 20,5 cm de Altura;

- 49 cm de Comprimento;

- 22 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/341

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre um tronco de madeira que por sua vez se encontra obre uma base de madeira retangular. Trata-se de um primata, um cercopiteco. Apresenta: cauda muito longa; por debaixo da cauda, em cada um dos lados uma calosidade, sem pelos; cauda não preênsil; nariz delgado, com as narinas muito próximas e para baixo; pelo mesclado de amarelo-castanho na parte externa e amarelo na parte interna. São muito ágeis, encontram-se em populações, quase sempre sobre as árvores, trepando com destreza e lançando-se com desenvoltura de um ramo para o outro. Alimentam-se de frutos e quando têm oportunidade invadem terrenos cultivados. O seu habitat natural são os grandes bosques de África, do sul do Sara até África austral.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Primates; Família: Cercopithecidae; Subfamília: Cercopithecinae; Género: Cercopithecus; Espécie: Cercopithecus aethiops;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Tota;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 29 cm de Altura;

- 47,5 cm de Comprimento (sem cauda);

- 30 cm de Profundidade;

- 65 cm de cauda;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/342

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, em observação. Trata-se de um primata, um cercopiteco. Apresenta: cauda muito longa; por debaixo da cauda, em cada um dos lados uma calosidade, sem pelos; cauda não preênsil; nariz delgado, com as narinas muito próximas e para baixo; pelo bastante escuro em toda a parte externa e amarelo na parte interna. São muito ágeis, encontram-se em populações, quase sempre sobre as árvores, trepando com destreza e lançando-se com desenvoltura de um ramo para o outro. Alimentam-se de frutos e quando têm oportunidade invadem terrenos cultivados. O seu habitat natural são os grandes bosques de África.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Primates; Família: Cercopithecidae; Subfamília: Cercopithecinae; Género: Cercopithecus; Espécie: Cercopithecus denti;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Cercopiteco;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 39,5 cm de Altura;

- 53 cm de Comprimento (sem cauda);

- 22 cm de Profundidade;

- 62 cm de cauda;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

 

N.º de Inventário

ME/402849/343

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Trata-se de um morcego. Os morcegos são os únicos animais mamíferos capazes de voar, uma vez que são providos de uma membrana alar, aerodinâmica, em forma de asa que lhes confere a capacidade de voo. Existem cerca de mil espécies, que possuem uma enorme variedade de formas e tamanhos. Nos morcegos os ossos das mãos alongaram-se para suportar uma prega de pele que envolve todas as peças dos membros, à exceção dos polegares anteriores e dos pés que são livres. Tal configuração lembra um guarda-chuva em que as peças ósseas são as suas varetas. Caracterizam-se pela sua enorme capacidade de adaptação a qualquer ambiente e ampla variedade de hábitos alimentares. Contribuem substancialmente para o equilíbrio dos ecossistemas, pois atuam como polinizadores, dispersores de sementes e controladores das populações de insetos. Possuem o grande sentido de ecolocalização ou biossonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para voar por entre obstáculos, que evitam, ou para caçar as suas presas, visto emitirem ultrassons cujos ecos são captados pelos seus apuradíssimos ouvidos. Este exemplar apresenta: membrana caudal; cauda; 2 pernas; dedos dos pés; 2 joelhos voltados para trás por causa da rotação das pernas para fora; 2 cotovelos; 8 braços; olhos muito pequenos; 2 orelhas pontiagudas; fossa nasal em forma de ferradura; 10 dedos - 5 de cada lado unidos, formando o patágio, pelagem amarelada-acastanhada na zona do peito. Os morcegos têm hábitos noturnos, passando o dia dependurados a qualquer coisa, pelas garras dos pés e, envoltos nas membranas. Esta espécie - morcego-de-ferradura-grande - hiberna entre setembro e abril, procurando locais abrigados do frio, húmidos e escuros. Tem grande envergadura de membrana alar, pelo que o seu voo é lento e rasante. Alimenta-se, essencialmente, de insetos voadores, dando preferência a borboletas.

Deverá ser um dos 4 morcegos referenciados na "Relação dos utensílios vindos do Seminário Conciliar para o Liceu de Sá de Miranda" como "4 animais mamíferos (3 morcegos e 1 toupeira)", em 27 de fevereiro de 1913. Consta também do inventário sem data "Sciencias Naturais" com o n.º 3 e do inventário de 1920, do espólio do Liceu, que foi enviado como resposta, à Circular remetida pela Direção Geral do Ensino Secundário aos reitores de todos os Liceus.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Infraclasse: Plecentalia; Ordem: Chiroptera; Família: Rhinolophidae; Género: Rhinolophus; Espécie: Rhinolophus ferrumequinum;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Morcego-de-ferradura-grande;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 8,5 cm de Altura;

- 14,5 cm de Comprimento;

- 15,5 cm de Envergadura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

 

N.º de Inventário

ME/402849/344

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular. Trata-se de um esqueleto de faisão, consoante etiqueta, antiga, do comerciante: Emille Deyrolle, 23 Rue, de Paris. A espécie que consta de tal etiqueta (designação da altura) não é encontrada em nenhuma base de dados de nomes de espécies atuais. Este objeto serviria para o estudo osteológico das aves, permitindo a observação dos ossos, do seu tamanho e a posição entre eles.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Galliformes; Família: Phasianidae; Género: Phasianus;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Esqueleto de Faisão;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Esqueleto;

 

Medida (espécime)

- 35 cm de Altura;

- 28 cm de Comprimento;

- 17,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Cartão;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/379

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, em postura de observação. Os olhos são de vidro, tentando simular os originais, ainda que não a cor original vermelhos (os deste objeto são negros). Trata-se de um colhereiro-rosado ou colhereiro-americano por apresentar: um bico grande achatado, em forma de "colher"; cabeça sem penas e cinzenta; plumagem com predominância rósea e pescoço branco; patas negras. Trata-se de um macho e na época de acasalamento, porque tem manchas rosa forte nas asas. Os colhereiros adquirem a sua tonalidade mais ou menos rósea devido à sua alimentação. Quanto mais camarão ingerem mais róseos são, devido aos carotenoides presentes nestes. Além de camarão, o colhereiro consome uma grande variedade de criaturas: pequenos anfíbios, pequenos peixes, moluscos, crustáceos, insetos e plantas. Peneira a água, sacudindo e mergulhando o bico à procura de alimento. Têm uma parada nupcial elaborada, que inclui batimentos de bico e ofertas mútuas de pequenos galhos. Nidifica em colónias e constrói o ninho com gravetos e talos secos de gramíneas em árvores. As colónias costumam ser mistas, englobando também outras espécies de aves, como por exemplo, íbis e garças. A fêmea, geralmente, realiza a postura de 2 a 3 ovos que são incubados por cerca de 22 dias. Após 6 semanas o juvenil começa a voar e aos 3 anos de idade atinge a maturidade sexual e apresenta a plumagem adulta. Chega a viver entre 10 e 15 anos. A presença de colhereiros-rosados num dado ambiente são bons indicadores de boa qualidade ambiental, pois estes são muito sensíveis à poluição, não resistindo quando esta está presente.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Pelecaniformes; Família: ThresKiornithidae; Género: Platalea; Espécie: Platalea ajaja;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Colhereiro-rosado ou Colhereiro-americano;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 49 cm de Altura;

- 68 cm de Comprimento;

- 22 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/380

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, em postura de observação. Os olhos são de vidro com a íris vermelha, tentando simular os originais. Trata-se de um mergulhão-de-crista ou mergulhão-de-poupa por apresentar: um bico grande achatado, de tom róseo-amarelado; pescoço longo e branco; crista acastanhada escura/negra no cimo da cabeça; corpo alongado; faixa castanho-avermelhada e preta no pescoço característica da época da reprodução; face ventral do corpo esbranquiçada com leves tons de bege; face dorsal, com tons castanho-escuro; cauda muito curta; tarsos muito compridos lateralmente, apresentando uma forte aresta anterior e outra posterior; dedos separados e cada um deles com uma expansão membranosa aos lados, parecendo como que dedos espalmados, cujas membranas se tivessem recortado de modo a que os dedos se separassem (esta adaptação permite-lhes nadar e mergulhar em águas doces). Têm o hábito frequente de mergulhar em busca de alimento. Alimentam-se de pequenos peixes, insetos aquáticos e moluscos. Têm um corpo hidrodinâmico e patas otimizadas para a locomoção aquática que impedem uma locomoção terrestre eficiente. É uma ave residente, que ocorre de norte a sul de Portugal, mas geralmente pouco abundante. Vive normalmente em lagos interiores e rios com canaviais. No inverno pode ser observado ao longo da costa e em albufeiras, em grandes bandos. A reprodução tem lugar no início do verão. Têm uma dança nupcial, que executam, na água, adotando as mais extravagantes atitudes e levantando, com os seus movimentos, verdadeiras nuvens de espuma. Os dois cônjuges entreajudam-se na construção do ninho e na incubação.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Podicipediformes; Família: Podicipedidae; Género: Podiceps; Espécie: Podiceps cristatus;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Mergulhão-de-crista ou Mergulhão-de-poupa;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 38 cm de Altura;

- 45,5 cm de Comprimento;

- 12,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/381

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, assente sobre quatro pequenos pilares, em postura de observação. Os olhos são de vidro vermelho. Trata-se de um mergulhão-caçador por apresentar: bico curto espesso, de tom róseo-amarelado; pescoço longo, branco, proeminente em forma de S; corpo alongado; face ventral do corpo esbranquiçada com leves tons de bege; face dorsal, com tons castanho-escuro; cauda muito curta; tarsos muito compridos lateralmente, apresentando uma forte aresta anterior e outra posterior; dedos separados e cada um deles com uma expansão membranosa aos lados, parecendo como que dedos espalmados, cujas membranas se tivessem recortado de modo a que os dedos se separassem (esta adaptação permite-lhes nadar e mergulhar em águas doces). É um pouco maior que o mergulhão-pequeno e o bico é mais espesso. Têm o hábito frequente de mergulhar em busca de alimento. Alimentam-se de pequenos peixes, insetos aquáticos e moluscos. Têm um corpo hidrodinâmico e patas otimizadas para a locomoção aquática que impedem uma locomoção terrestre eficiente. É uma ave residente, que ocorre de norte a sul de Portugal, mas geralmente pouco abundante. Vive normalmente em lagos interiores e rios com canaviais. No inverno pode ser observado ao longo da costa e em albufeiras, em grandes bandos. A reprodução tem lugar no início do verão. Têm uma dança nupcial, que executam, na água, adotando as mais extravagantes atitudes e levantando, com os seus movimentos, verdadeiras nuvens de espuma. Os dois cônjuges entreajudam-se na construção do ninho e na incubação.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Podicipediformes; Família: Podicipedidae; Género: Podilymbus; Espécie: Podilymbus podiceps;

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Mergulhão-caçador;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 20,5 cm de Altura;

- 22,5 cm de Comprimento;

- 9,2 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/382

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, em postura de observação. Os olhos são de vidro, pretos. Trata-se de um mergulhão-pequeno por apresentar: bico curto achatado, de tom róseo-amarelado; pescoço longo e de tom claro; corpo alongado; face ventral do corpo esbranquiçada com leves tons de bege; face dorsal, com tons castanho-escuro; cauda muito curta; tarsos muito compridos lateralmente, apresentando uma forte aresta anterior e outra posterior; dedos separados e cada um deles com uma expansão membranosa aos lados, parecendo como que dedos espalmados, cujas membranas se tivessem recortado de modo a que os dedos se separassem (esta adaptação permite-lhes nadar e mergulhar em águas doces). Têm o hábito frequente de mergulhar em busca de alimento. Alimentam-se de pequenos peixes, insetos aquáticos e moluscos. Têm um corpo hidrodinâmico e patas otimizadas para a locomoção aquática que impedem uma locomoção terrestre eficiente. É uma ave residente, que ocorre de norte a sul de Portugal, mas geralmente pouco abundante. Vive normalmente em lagos interiores e rios com canaviais. No inverno pode ser observado ao longo da costa e em albufeiras, em grandes bandos. A reprodução tem lugar no início do verão. Têm uma dança nupcial, que executam, na água, adotando as mais extravagantes atitudes e levantando, com os seus movimentos, verdadeiras nuvens de espuma. Os dois cônjuges entreajudam-se na construção do ninho e na incubação.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Podicipediformes; Família: Podicipedidae; Género: Tachybaptus; Espécie: Tachybaptus ruficollis;

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Mergulhão-pequeno;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 21 cm de Altura;

- 23 cm de Comprimento;

- 8,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/383

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular, em postura de observação. Os olhos são de vidro, pretos (os do animal em vida são vermelhos). Trata-se de um mergulhão-de-pescoço-preto por apresentar: bico curto achatado, de tom amarelado-preto; pescoço longo; corpo alongado; partes inferiores brancas, e da nuca ao dorso e cauda,
pretos, e com plumas esbranquiçadas nos flancos; bochechas brancas; corpo em tons acastanhados; cauda muito curta; tarsos muito compridos lateralmente, apresentando uma forte aresta anterior e outra posterior; dedos separados e cada um deles com uma expansão membranosa aos lados, parecendo como que dedos espalmados, cujas membranas se tivessem recortado de modo a que os dedos se separassem (esta adaptação permite-lhes nadar e mergulhar em águas doces). Apresentam pequena dimensão. Têm o hábito frequente de mergulhar em busca de alimento. Alimentam-se de pequenos peixes, insetos aquáticos e moluscos. Têm um corpo hidrodinâmico e patas otimizadas para a locomoção aquática que impedem uma locomoção terrestre eficiente. É uma ave residente, que ocorre de norte a sul de Portugal, mas geralmente pouco abundante. Vive normalmente em lagos interiores e rios com canaviais. No inverno pode ser observado ao longo da costa e em albufeiras, em grandes bandos. A reprodução tem lugar no início do verão. Têm uma dança nupcial, que executam, na água, adotando as mais extravagantes atitudes e levantando, com os seus movimentos, verdadeiras nuvens de espuma. Os dois cônjuges entreajudam-se na construção do ninho e na incubação.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Podicipediformes; Família: Podicipedidae; Género: Podiceps; Espécie: Podiceps nigricollis;

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Mergulhão-de-pescoço-preto;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 16 cm de Altura;

- 19 cm de Comprimento;

- 8,2 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/384

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira quadrangular. Os olhos são de vidro, pretos. Trata-se de um maçarico-real por apresentar: bico encurvado enorme, de tom amarelado-castanho; corpo todo barrado e acastanhado; pouca diferenciação entre o padrão das asas e do abdómen (mais evidente no maçarico-galego); patas longas. Alimentam-se de pequenos invertebrados que habitam no lodo.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Scolopacidae; Género: Numenius; Espécie: Numenius arquata;

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Maçarico-real;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 31 cm de Altura;

- 33 cm de Comprimento;

- 12 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/385

Foto(s):

 

- Herbário composto por 11 folhas, com 11 espécies distintas. Cada folha do herbário tem identificada o nome da espécie (à época) e algumas características. A folha n.º 1 diz respeito à espécie Polystrichum aculeatum, à época designada por Aspidium angulare, sendo que esta habita nas paredes e lugares sombrios. A folha n.º 2 refere-se à espécie Pteridium aquilinum, identificada à época como, Pteris aquilina, sendo esta o feto-comum, que habita em todos os terrenos e que serve para camas de gado. A folha n.º 3 alude à espécie Asplenium trichomanes, vulgarmente conhecida por avenca, que habita em paredes velhas, sendo-lhe reconhecidas as suas propriedades peitoral e aperitiva. A folha n.º 4 faz referência à espécie Asplenium adiantum-nigrum que habita lugares sombrios e húmidos. A folha n.º 5 é um exemplar de Phyllitis scolopendrium, na altura designada por Scolopendrium officinale, vulgarmente conhecida por língua-de-veado, que habita lugares húmidos e sombrios, sendo útil para tratar os escarros de sangue e enquanto peitoral. A folha n.º 6 diz respeito à espécie Abutilon pictum, à época designada Sida picta. A folha n.º 7 refere-se à espécie Cystopteris fragilis, que se caracteriza por habitar nas margens dos rios. A folha n.º 8 faz referência à espécie Dryopteris filis-mas, identificada à época por Polystichium filix-mas ou Polipodium filix-mas, vulgarmente conhecida por feto-macho e, por habitar lugares sombrios. A folha n.º 9 é um exemplar de Polypodium vulgare, que se caracteriza por habitar paredes e árvores velhas, assim como, rochedos. Para além disso, tem propriedade laxante e aperitiva. A folha n.º 10 corresponde a um exemplar de Blechnum spicant, ou seja, um feto-pente, que habita em lugares sombrios e húmidos. A folha n.º 11 refere-se à espécie Osmunda regalis, ou seja, feto-real, a qual habita nas margens dos rios, de onde se pode extrair potassa e, que ajuda a controlar doenças do fígado e de raquitismo. Deverá ser o herbário que consta da carta enviada à DGIP (Direção Geral de Instrução Pública) a 18 de setembro de 1895 e, que se encontra arquivada na Torre do Tombo com o inventário de 1895 do Liceu de Braga, assim como, o herbário referido no inventário de materiais de 1910. Será, certamente, um herbário anterior a 1911, atendendo à grafia de algumas das palavras, que foram suprimidas no Acordo Ortográfico de 1911. De seguida procede-se à classificação científica atual das 11 espécies, numeradas consoante cada folha. Classificação científica:

1 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Subdivisão: Pterophyta; Classe: Pteridopsida; Ordem: Blechnales; Família: Dryopteridaceae; Género: Polytrichum; Espécie: Polytrichum aculeatum;

2 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Subdivisão: Pterophyta; Classe: Pteridopsida; Ordem: Pteridales; Família: Dennstaedtiaceae; Género: Pteridium; Espécie: Pteridium aquilinum;

3 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Classe: Polypodiopsida; Ordem: Polypodiales; Família: Aspleniaceae; Género: Asplenium; Espécie: Asplenium trichomanes;

4 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Classe: Polypodiopsida; Ordem: Polypodiales; Família: Aspleniaceae; Género: Asplenium; Espécie: Asplenium adiantum-nigrum;

5 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Classe: Polypodiopsida; Ordem: Polypodiales; Família: Aspleniaceae; Género: Phyllitis; Espécie: Phyllitis scolopendrium;

6 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Malvales; Família: Malvaceae; Género: Abutilon; Espécie: Abutilon pictum;

7 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Classe: Polypodiopsida; Ordem: Polypodiales; Família: Woodsiaceae; Género: Cystopteris; Espécie: Cystopteris fragilis;

8 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Classe: Polypodiopsida; Ordem: Polypodiales; Família: Dryopteridaceae; Género: Dryopteris; Espécie: Dryopteris filix-mas;

9 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Classe: Polypodiopsida; Ordem: Polypodiales; Família: Polypodiaceae; Género: Polypodium; Espécie: Polypodium vulgare;

10 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Classe: Pteridopsida; Ordem: Athyriales; Família: Blechnaceae; Género: Blechnum; Espécie: Blechnum spicant;

11 - Reino: Plantae; Divisão: Pteridophyta; Classe: Pteridopsida; Ordem: Osmundales; Família: Osmundaceae; Género: Osmunda; Espécie: Osmunda regalis;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Herbário de 11 espécies;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Botânica;

- Tipologia\Flora;

 

Técnica

- Conservação\Exsicata;

 

Medida

- 50 cm de Comprimento [cada folha];

- 37,5 cm de Largura[cada folha];

- 4,5 cm de Espessura [conjunto das 11 folhas];

 

Material

- Plantas;

- Papel;

- Papel\Cartão;

- Papel\Vegetal;

- Cola;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Fraco estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/386

Foto(s):

Descrição

- Herbário geral composto por 25 folhas, com 25 espécies distintas. Cada folha, do herbário, tem a identificação do nome da espécie e da família a que pertence (à época), na língua francesa. A folha n.º 1 diz respeito à espécie Anemone hepatica, à época designada por Hepatica triloba, da família das Ranunculáceas. A folha n.º 2 refere-se à espécie Salix caprea, da família das Salicáceas. A folha n.º 3 alude à espécie Luzula forsteri, à época designada por Luzula vernalis, da família das Juncáceas. A folha n.º 4 faz referência à espécie Lamium purpureum, da família das Labiadas. A folha n.º 5 é um exemplar de Glechoma hederacea, à época designada por Glecoma hederacea, da família das Lamiáceas. A folha n.º 6 diz respeito à espécie Veronica hederifolia, da família das Scrophulariáceas. A folha n.º 7 refere-se à espécie Primula grandiflora, da família Primuláceas. A folha n.º 8 faz referência à espécie Carex acuta, da família Ciperáceas. A folha n.º 9 é um exemplar de Lathyrus linifolius, à época designada por Orobus tuberosus, da família das Fabáceas. A folha n.º 10 corresponde a um exemplar de Equisetum arvense, da família Equisetáceas. A folha n.º 11 refere-se à espécie Ohloeunu pratenea, da família das Gramíneas. A folha n.º 12 refere-se à espécie Prunus mahaleb, à época designada por Cerasus mahaleb, pertencente à família das Rosáceas. A folha n.º 13 alude à espécie Maianthemum bifolium, da família das Liliáceas. A folha n.º 14 faz referência à espécie Capsella bursa-pastoris, da família das Crucíferas. A folha n.º 15 é um exemplar de Barbarea vulgaris, da família das Crucíferas. A folha n.º 16 diz respeito à espécie Anthriscus sylvestris, da família das Apiáceas. A folha n.º 17 refere-se à espécie Pilosela officinarium, à época designada por Hieracium pilosella, da família Asteraceae. A folha n.º 18 faz referência à espécie Galium odoratum, à época designada por Asperula odorata, da família Rubiáceas. A folha n.º 19 é um exemplar de Adonis aestivalis, da família das Ranunculáceas. A folha n.º 20 corresponde a um exemplar de Berberis vulgaris, da família Berberidáceas. A folha n.º 21 refere-se à espécie Fragaria vesca, da família das Rosáceas. A folha n.º 22 refere-se à espécie Genista pilosa, da família das Fabáceas. A folha n.º 23 alude à espécie Linum catharticum, da família das Lináceas. A folha n.º 24 faz referência à espécie Bromus asper, da família das Gramíneas. A folha n.º 25 é um exemplar de Sinapsis arvensis, da família das Crucíferas. Pelos recortes de jornal, quer franceses, quer portugueses presentes a separar as folhas deste Herbário, este terá sido preparado na década de 90, do século XIX. O excerto da notícia mais recente é de um jornal português referente a 1896 e a mais antiga de 25 de outubro de 1888, de um jornal francês. Do jornal português apenas esse excerto de papel; todos os restantes serão da exsicata original e, são de jornal francês. Tem várias notícias de 1893, de vários recortes de jornal francês. Será este o ano mais provável da exsicata. De seguida procede-se à classificação científica atual das 25 espécies, numeradas consoante cada folha. Classificação científica:

1 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Ranunculales; Família: Ranunculaceae; Género: Anemone; Espécie: Anemone hepatica;

2 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Malpighiales; Família: Salicaceae; Género: Salix; Espécie: Salix caprea;

3 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Monocotiledóneas; Ordem: Poales; Família: Juncaceae; Género: Luzula; Espécie: Luzula forsteri;

4 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Lamiales; Família: Lamiaceae; Género: Lamium; Espécie: Lamium purpureum;

5 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Lamiales; Família: Lamiaceae; Género: Glechoma; Espécie: Glechoma hederacea;

6 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Lamiales; Família: Scrophulariaceae; Género: Veronica; Espécie: Veronica hederifolia;

7 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Ericales; Família: Primulaceae; Género: Primula; Espécie: Primula grandiflora;

8 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Monocotiledóneas; Ordem: Poales; Família: Cyperaceae; Género: Carex; Espécie: Carex acuta;

9 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Fabales; Família: Fabaceae; Género: Lathyrus; Espécie: Lathyrus linifolius;

10 - Reino: Plantae; Divisão: Equisetophyta; Classe: Equisetopsida; Ordem: Equisetales; Família: Equisetaceae; Género: Equisetum; Espécie: Equisetum arvense;

11 - Reino: Plantae; Género: Ohloeunu; Espécie: Ohloeunu pratenea - não encontrei documentos sobre esta espécie;

12 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Rosales; Família: Rosaceae; Género: Prunus; Espécie: Prunus mahaleb;

13 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Monocotiledóneas; Ordem: Asparagales; Família: Asparagaceae; Género: Maianthemum; Espécie: Maianthemum bifolium;

14 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Brassicales; Família: Brassicaceae; Género: Capsella; Espécie: Capsella bursa-pastoris;

15 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Brassicales; Família: Brassicaceae; Género: Barbarea; Espécie: Barbarea vulgaris;

16 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Apiales; Família: Apiaceae; Género: Anthriscus; Espécie: Anthriscus sylvestris;

17 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Asterales; Família: Asteraceae; Género: Pilosela; Espécie: Pilosela officinarium;

18 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Gentianales; Família: Rubiaceae; Género: Galium; Espécie: Galium odoratum;

19 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Ranunculales; Família: Ranunculaceae; Género: Adonis; Espécie: Adonis aestivalis;

20 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Ranunculales; Família: Berberidaceae; Género: Berberis; Espécie: Berberis vulgaris;

21 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Rosales; Família: Rosaceae; Género: Fragaria; Espécie: Fragaria vesca;

22 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Fabales; Família: Fabaceae; Género: Genista; Espécie: Genista pilosa;

23 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Malpighiales; Família: Linaceae; Género: Linum; Espécie: Linum catharticum;

24 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Monocotiledóneas; Ordem: Poales; Família: Poaceae; Género: Bromus; Espécie: Bromus asper;

25 - Reino: Plantae; Divisão: Angiospermae; Classe: Dicotiledóneas; Ordem: Capparales; Família: Brassicaceae; Género: Sinapis; Espécie: Sinapis arvensis;

Deverá ser o herbário que consta do inventário de material de 1910, do Lyceu Nacional Central de Braga, com a designação: "Hervario (pasta com plantas)".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Herbário Geral de 25 espécies;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Botânica;

- Tipologia\Flora;

 

Técnica

- Conservação\Exsicata;

 

Origem

- França; Paris;

 

Produção

- LES FILS D'ÉMILE DEYROLLE; Paris, França; Fabricante;

 

Medida

- 45 cm de Comprimento [cada folha];

- 27,3 cm de Largura[cada folha];

- 4 cm de Espessura [conjunto das 25 folhas];

 

Material

- Plantas;

- Papel;

- Papel\Cartão;

- Papel\Vegetal;

- Cola;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/387

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular assente sobre duas pequenas tábuas de madeira. Os olhos são de plástico, castanhos. Trata-se de um cabra-anã malhada de tons branco, bege e castanho. Apresenta-se de frente, com a boca semicerrada, vendo-se-lhe os dentes, olhos bem abertos, patas bem apoiadas. Apresenta no topo da cabeça as duas saliências dos cornos já evidentes, mas ainda não visíveis. O seu pelo é curto e macio. As cabras-anãs são animais herbívoros e ruminantes. São dóceis. Vivem cerca de 20 anos e a sua gestação é de, aproximadamente, 5 meses. As fêmeas podem reproduzir-se a partir dos 7/8 meses de idade e os machos a partir dos 18 meses. Estes animais foram dos primeiros a serem domesticados. As cabras são animais brincalhões e muito curiosos, aproximando-se com facilidade das pessoas. O seu leite, a sua carne e a sua pele são muito utilizados pelo Homem. Por dia, as cabras produzem 3 a 4 litros de leite, que pode ser transformado em queijo e manteiga. Nesta espécie ambos os sexos apresentam cornos. O bode tem uma estrutura maior e é mais dominante. Trata-se, provavelmente, de uma cabra-anã fêmea, devido a que a sua altura é inferior a 45 cm, sendo que os bodes, normalmente, medem 50 cm.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; SubFilo: Vertebrata; Classe: Mammalia; Ordem: Artiodactyla; Família: Bovidae; Subfamília: Caprinae; Género: Capra; Espécie: Capra aegagrus; Subespécie: Capra aegagrus hircus;


 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Cabra-anã ou Cabra da Guiné;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 42,5 cm de Altura;

- 73 cm de Comprimento;

- 16 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/388

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira quadrangular assente sobre quatro pequenos cilindros de madeira, em posição de observação. Os olhos são de plástico, pretos. A pelagem é predominantemente, branca, com as pontas das primárias e secundárias pretas. O bico é bastante comprido e vermelho-alaranjado. As patas têm quatro dedos e são alaranjadas-avermelhadas. Os três dedos anteriores encontram-se reunidos por pequenas membranas interdigitais. Quer as patas quer o pescoço são muito compridos. Trata-se de uma cegonha-branca. Apresenta-se de frente, com o bico, ligeiramente, aberto. A cegonha-branca é uma ave migratória, que se alimenta por uma grande variedade de espécies, dependendo da disponibilidade e localização. Em anos secos alimenta-se principalmente de insetos e ratos e em anos mais húmidos de organismos aquáticos. A base da alimentação compõe-se essencialmente por insetos, larvas (Coleoptera, Ortoptera), anfíbios (girinos e rãs adultas), répteis (lagartos e cobras), pequenos mamíferos e anelídeos. Mais raramente alimenta-se dos ovos e das crias das aves que nidificam no solo, moluscos, crustáceos, peixes e escorpiões. Encontra-se sobretudo em zonas abertas ocupadas com pastagens, pousios ou culturas de sequeiro, montado aberto, estuários, lagoas costeiras, prados húmidos, arrozais, cursos de água, pauis, charcos, açudes, barragens e lixeiras sobretudo durante o Inverno. Evita locais frios e zonas de densa vegetação alta. Nidifica em locais ensolarados, geralmente perto de zonas favoráveis de alimentação. Descansa durante a noite perto do local de nidificação em pontos elevados, tais como em telhados, chaminés ou topo das árvores. Um dos progenitores descansa no ninho enquanto o parceiro descansa em pontos elevados, perto deste.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Ciconiiformes; Família: Ciconiidae; Género: Ciconia; Espécie: Ciconia ciconia;


 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Cegonha-branca ou Cegonha comum;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 76,5 cm de Altura;

- 83 cm de Comprimento;

- 22 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (faltam penas e tem outras a soltarem-se)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/389

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira quadrangular assente sobre quatro pequenos cilindros de madeira, em posição de observação. Os olhos são de plástico, pretos. A pelagem é predominantemente, branca, na parte inferior e na parte superior negra-pardacenta. O bico é bastante grosso, largo, robusto, curto e preto. As patas têm três dedos compridos ligados por membrana interdigital. Trata-se de uma torda-mergulheira. Apresenta-se de frente, com o bico, fechado. A torda-mergulheira é uma ave migratória e invernante, que se alimenta por uma grande variedade de espécies, dependendo da disponibilidade e localização. A torda-mergulheira frequenta sobretudo águas pouco profundas, encontrando-se confinada à plataforma continental tanto de verão como de inverno. Em Portugal, é frequente encontrar indivíduos isolados ou em pequenos grupos, refugiados em portos de pesca, marinas ou no interior de barras. É uma excelente mergulhadora, podendo atingir várias dezenas de metros de profundidade. Alimenta-se principalmente de pequenos peixes pelágicos, nomeadamente de sardinhas e biqueirões. Esta espécie reproduz-se colonialmente em falésias íngremes ou em ilhéus rochosos. Esta espécie é, facilmente, identificável pelo seu bico grosso traçado a branco, e pela combinação de preto nas partes superiores e de, branco desde o pescoço até à cauda. No entanto, o característico bico só é visível a curta distância, pois esta é uma ave marinha de pequena-média dimensão, e que, quando em voo e a grandes distâncias, é confundível com o airo. No entanto, apenas os espécimes adultos apresentam o traçado branco no bico e na zona dos olhos. Este espécime não tem o traçado branco pelo que se trata de um juvenil.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Alcidae; Género: Alca; Espécie: Alca torda;

 

 

 

 


Designação

- Nome Vulgar: Torda-mergulheira ou Torda-comum (juvenil);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 27,5 cm de Altura;

- 40 cm de Comprimento;

- 13,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/390

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira quadrangular assente sobre quatro pequenos cilindros de madeira, em posição de observação. Os olhos são de plástico, pretos. A pelagem é predominantemente, branca, na parte inferior e na parte superior negra-pardacenta. O bico é bastante grosso, largo, robusto, curto e preto. As patas têm três dedos compridos ligados por membrana interdigital. Trata-se de uma torda-mergulheira. Apresenta-se de frente, com o bico, fechado. A torda-mergulheira é uma ave migratória e invernante, que se alimenta por uma grande variedade de espécies, dependendo da disponibilidade e localização. A torda-mergulheira frequenta sobretudo águas pouco profundas, encontrando-se confinada à plataforma continental tanto de verão como de inverno. Em Portugal, é frequente encontrar indivíduos isolados ou em pequenos grupos, refugiados em portos de pesca, marinas ou no interior de barras. É uma excelente mergulhadora, podendo atingir várias dezenas de metros de profundidade. Alimenta-se principalmente de pequenos peixes pelágicos, nomeadamente de sardinhas e biqueirões. Esta espécie reproduz-se colonialmente em falésias íngremes ou em ilhéus rochosos. Esta espécie é, facilmente, identificável pelo seu bico grosso traçado a branco, e pela combinação de preto nas partes superiores e, de branco desde o pescoço até à cauda. No entanto, o característico bico só é visível a curta distância, pois esta é uma ave marinha de pequena-média dimensão, e que, quando em voo e a grandes distâncias, é confundível com o airo. No entanto, apenas os espécimes adultos apresentam o traçado branco no bico e na zona dos olhos. Este espécime tem o traçado branco pelo que se trata de um adulto.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Alcidae; Género: Alca; Espécie: Alca torda;

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Torda-mergulheira ou Torda-comum (adulto);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 27,5 cm de Altura;

- 40 cm de Comprimento;

- 14,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/391

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira quadrangular assente sobre quatro pequenos cilindros de madeira, em posição de observação. Os olhos são de plástico, pretos. A pelagem é predominantemente, branca, na parte inferior e na parte superior negra-pardacenta. O bico é bastante parecido com o das gaivotas, com a ponta adunca e a base coberta por uma espécie de cera. As patas têm três dedos bem compridos ligados por membrana interdigital. As unhas são fortes e aceradas. Trata-se de um moleiro-pequeno. Apresenta-se de frente, olhando, ligeiramente, lateralmente, com o bico, ligeiramente, aberto. Alimenta-se, em grande parte, de peixes. Não os tendo, ingere também, pequenas aves marinhas, os seus ovos, carne de baleia e carnes mortas. Nunca se afasta muito do mar. Este exemplar trata-se de um adulto porque o barrete é negro e o pescoço branco.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Stercorariidae; Género: Stercorarius; Espécie: Stercorarius parasiticus;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Moleiro-pequeno;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 34,5 cm de Altura;

- 48 cm de Comprimento;

- 16 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/392

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira circular assente sobre três pequenos cilindros de madeira, em posição de observação. Os olhos são de plástico, castanho-escuro. Apresenta-se de frente, olhando, lateralmente, com o bico, fechado. Trata-se de uma gaivota-parda. A pelagem é predominantemente, branca, na parte inferior e na parte superior é, essencialmente, cinza, com alguns pormenores a castanho claro e as rémiges a castanho-escuro com umas manchas brancas. O bico é amarelo-esverdeado e mais curto que as restantes espécies do mesmo género. As patas são também amarelo-esverdeadas escuras e têm três dedos bem compridos ligados por membrana interdigital. As unhas são fortes e aceradas. A cabeça é mais arredondada que as outras espécies de gaivota. Alimenta-se, em grande parte, de minhocas, moluscos e insetos. Gaivota de tamanho médio pouco abundante em Portugal, ocorrendo exclusivamente no inverno. Nidifica na Europa Central e do Norte.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Laridae; Género: Larus; Espécie: Larus canus;

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Gaivota-parda (adulto);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 25 cm de Altura;

- 42 cm de Comprimento;

- 11 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/393

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base de madeira retangular assente sobre dois pequenos paralelipípedos de madeira, em posição de observação. Os olhos são de plástico, castanho-escuro. Apresenta-se de frente, olhando, lateralmente, com o bico, fechado. Trata-se de uma tarambola-americana fêmea. A pelagem é predominantemente, castanho-escura, com mesclados de castanho-claro e bege. Nas rémiges destaque para uma característica linha bege. O bico é esverdeado-escuro, curto e adunco na ponta. As patas esverdeadas-escuras e têm três dedos bem compridos ligados por membrana interdigital. As unhas são fortes e aceradas. Procria no ambiente da tundra no ártico e subártico, onde nidifica nas encostas rochosas mais altas e secas. Os ninhos são depressões no solo onde quatro ovos são postos. O período de incubação é de 25-27 dias. Normalmente, o macho incuba os ovos durante o dia e a fêmea à noite. Juvenis são precoces e deixam o ninho dentro de horas após a eclosão.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Charadriiformes; Família: Charadriidae; Género: Pluvialis; Espécie: Pluvialis dominica;


 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Tarambola-americana (fêmea);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 24 cm de Altura;

- 37 cm de Comprimento;

- 11 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Plástico;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Fraco estado de Conservação (asas quase a caírem)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/394

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre um tronco de madeira fixado numa base de madeira retangular, em posição de observação. Os olhos são de vidro, castanho-escuros. Apresenta-se de frente, olhando, lateralmente, com a boca, semiaberta, observando-se os dentes. Trata-se de um esquilo-cinzento-americano. A pelagem é, predominantemente, cinza, com alguma tonalidade acastanhada-escura e a parte ventral, mais clara. A cauda é espessa, comprida, formando algumas riscas intercaladas de cinzento e castanho. Tem cinco dedos nas patas traseiras e quatro nas patas dianteiras. Quanto à alimentação, os esquilos comem diversos frutos, nomeadamente, castanhas e bolotas, assim como outros alimentos, tais como, sementes, cascas e galhos de árvores, cogumelos e fungos encontrados na floresta. Para poder mastigar os alimentos contam com os seus afiados 4 dentes incisivos, na parte da frente da boca. Uma das principais características desta espécie é apanhar a maior quantidade de alimento e guardar em troncos, buracos ou na toca, para se alimentarem mais tarde. Não se esquecem de onde guardam a comida. Reproduzem-se, uma vez por ano, quando a fêmea é jovem e duas vezes, quando esta é mais velha. A gestação dura cerca de 45 dias e cada ninhada é de 4 filhotes, sendo que apenas 1 sobrevive até 1 ano de idade.

A doação de um Atlas de Zoologia [Cota: ESSM BE/A (RES) (PC) 59 GER], à Biblioteca do Liceu, com anotações referentes a esta espécie, por Pereira Caldas, antigo e ilustre Professor do Liceu, faz-nos supor que este objeto possa ter sido, também, doado por este.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Rodentia; Família: Sciuridae; Género: Sciurus; Espécie: Sciurus carolinensis;


 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Esquilo-cinzento-americano;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 9 cm de Altura;

- 25 cm de Comprimento (da cauda);

- 18 cm de Comprimento (do corpo, sem contabilizar a cauda);

- 5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/395

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre um tronco de madeira fixado numa base de madeira mais ou menos ovalada, em posição de observação. Os olhos são de vidro, castanho-escuros. Apresenta-se de frente, olhando, lateralmente, com a boca, semiaberta, observando-se os dentes. Trata-se de um macaco de Sumatra. A pelagem é, predominantemente, castanha e bege, na parte dorsal e, na parte ventral, é mais clara, um amarelo-pálido. A parte ventral das patas dianteiras e traseiras também é amarelo-pálido. A cauda é espessa e comprida, de cor castanha-escura. Tem cinco dedos quer nas patas traseiras quer nas patas dianteiras. Quanto à alimentação, os macacos de Sumatra comem frutos, folhas e, ocasionalmente, sementes e flores. Esta espécie de macaco vive em grupo, sendo que apenas um é macho e, os restantes são entre cinco a dezassete fêmeas. Esse macho acasala com todas as fêmeas da colónia. As crias que são macho quando estão a chegar à idade adulta têm que abandonar a comunidade, onde nasceram e criarem a sua própria colónia. O seu habitat natural é as florestas secas subtropicais ou tropicais. Está ameaçado pela ocupação do seu habitat e sua destruição, por outras espécies, nomeadamente, o Homem.

A doação de um Atlas de Zoologia [Cota: ESSM BE/A (RES) (PC) 59 GER], à Biblioteca do Liceu, com anotações referentes a esta espécie, por Pereira Caldas, antigo e ilustre Professor do Liceu, faz-nos supor que este objeto possa ter sido, também, doado por este.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Mammalia; Ordem: Primates; Família: Cercopithecidae; Subfamília: Colobinae; Género: Presbytis; Espécie: Presbytis melalophos;

 

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Surili de Sumatra - Macaco de Sumatra;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Mamíferos;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 40 cm de Altura;

- 60 cm de Comprimento (da cauda);

- 54 cm de Comprimento (do corpo, sem contabilizar a cauda);

- 22,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/396

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base quadrangular de madeira, em posição de observação. Os olhos são de vidro, pretos. Apresenta-se de frente, olhando, lateralmente, com o bico fechado. Trata-se de uma alvéola-branca-enlutada. A pelagem é, predominantemente, negra no dorso (ao invés de cinzento, na alvéola-branca-comum), mancha negra na garganta a estender-se até ao peito e, zona do abdómen/zona ventral branca. As patas são compridas, frágeis e negras. Tem 4 dedos, 3 dirigidos para a frente e, o polegar, mais desenvolvido, para trás. Numa das patas, 2 dos dedos não se encontram preservados e na outra, 1 deles está colado, precariamente. A cauda, proporcionalmente, ao tamanho da ave é estreita e longa, de cor, predominante, negra. Esta ave é conhecida pelo seu abanar característico da sua cauda, quando se encontra, pousada no chão. Alimenta-se de insetos. As crias são nídicolas (permanecem no ninho, algum tempo após eclodirem). Os pintos nascem cegos e despidos; poucos dias depois abrem-se-lhes os olhos e aos poucos vão-se cobrindo de penas. Entre os meses de outubro e março, ocorre na metade sul do território português, como invernante, sendo uma espécie endémica da Grã-Bretanha, no restante do ano.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Motacillidae; Género: Motacilla; Espécie: Motacilla alba; Subspécie: Motacilla alba yarrellii;

 

Designação

- Nome Vulgar: Alvéola-branca-enlutada ou Lavandisca-branca-enlutada;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 9 cm de Altura;

- 17 cm de Comprimento;

- 4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Metal;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Fraco estado de Conservação (sem 2 dedos, numa das patas e com 1 dedo colado, na outra; com uma das retrizes quase a cair)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/397

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base circular de madeira, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave, que se encontra em posição de observação. Os olhos são de vidro, castanho-escuros. Apresenta-se de frente, olhando, lateralmente, com o bico fechado. Trata-se de uma escrevedeira-de-garganta-preta. A pelagem, do dorso, é riscada de 2 tons de castanho, do ventre é amarela, da garganta negra com uma mancha logo abaixo amarela, da cabeça é com riscas negras e amarelas. As patas são compridas, frágeis, negras, com alguma penugem na parte superior. Tem 4 dedos, 3 dirigidos para a frente e, o polegar, mais desenvolvido, para trás. Numa das patas, 1 dos dedos não se encontra preservado. A cauda, proporcionalmente, ao tamanho da ave é estreita e longa, de cor, predominante, castanho-escura. Apresenta uma ondulação na mandíbula inferior do bico, sensível ao tato. Tem bico grosso, pequeno. Efetua voos diretos. Esta escrevedeira distribui-se de norte a sul do país e é, razoavelmente, comum, exceto na parte oriental do Baixo Alentejo e do Algarve onde se torna rara. Aprecia paisagens agrícolas em mosaico, onde as sebes ou matos esparsos confinam com terrenos agrícolas, e também orlas de bosquetes. É uma espécie residente, que raramente é observada fora dos seus locais habituais de ocorrência. Faz o ninho em forma de taça, normalmente a baixa altitude e no meio das moitas. Alimenta-se à base de sementes, cereais, bagas e rebentos, podendo durante a fase de criação dos juvenis alimentar-se de pequenos insetos e larvas.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Emberizidae; Género: Emberiza; Espécie: Emberiza cirlus;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Escrevedeira-de-garganta-preta;

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 7,5 cm de Altura;

- 14 cm de Comprimento;

- 4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (sem 1 dos dedos, numa das patas)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/398

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base circular de madeira, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave, que se encontra em posição de observação. Os olhos são de vidro, castanho-escuros. Apresenta-se de frente, olhando, em frente, com o bico grosso e amarelo, fechado. Trata-se de uma fêmea de pardal-comum. A pelagem, do dorso, é riscada de tons de castanho, a do ventre, de tons de bege e, apresenta uma característica lista creme, desde o olho até à nuca, por se tratar de uma fêmea. As patas são castanha-amareladas. Tem 4 dedos, 3 dirigidos para a frente e, o polegar, mais desenvolvido, para trás. A cauda, proporcionalmente, ao tamanho da ave é estreita e longa, dos mesmos tons do dorso da ave. Tem bico grosso, pequeno, uma vez que é, granívora.

Esta peça faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1901, uma vez que figura do inventário publicado nesse ano no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca. Consta também do inventário de 1910 e, do inventário de 1920 (n.º 51).

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Passeridae; Género: Passer; Espécie: Passer domesticus;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Pardal-comum (fêmea);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 7 cm de Altura;

- 4,5 cm de Comprimento;

- 4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/399

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base circular de madeira, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave, que se encontra em posição de observação. Os olhos são de vidro, castanho-escuros. Apresenta-se de frente, olhando, ligeiramente lateralmente, com o bico fino, amarelo e fechado. Trata-se de um macho de toutinegra-de-barrete-preto. A pelagem, do dorso, é cinza com ligeiros apontamentos de castanho, a do ventre, cinzento claro e, tem um barrete preto. As patas são castanha-amareladas, compridas. Tem 4 dedos, 3 dirigidos para a frente e, o polegar, mais desenvolvido, para trás. A cauda, proporcionalmente, ao tamanho da ave é estreita e longa, dos mesmos tons do dorso da ave. Tem bico fino e pequeno. Esta toutinegra é essencialmente arborícola, podendo igualmente frequentar zonas com arbustos bem desenvolvidos. Nidifica em praticamente todo o território nacional, incluindo todas as ilhas dos arquipélagos dos Açores e da Madeira. É abundante todo o ano nas ilhas e no litoral norte e centro do continente. No interior, particularmente nas zonas mais áridas do sul, é rara como nidificante, mas muito comum no outono e inverno. Na primavera-verão é uma ave tipicamente insetívora, alimentando-se de uma diversificada gama de pequenos invertebrados. Fora da época reprodutora, a Toutinegra-de-barrete exibe um alargamento notável do seu espetro alimentar. Embora continue a ingerir invertebrados onde estes são o principal recurso disponível, passam a alimentar-se na sua ausência de bagas ou pequenos frutos carnudos. Também se alimentam de néctar de plantas.

Esta peça faz parte do espólio da escola, pelo menos desde 1895, porque consta do inventário de 1895 do Liceu, enviado à DGIP arquivado na Torre do Tombo. Figura do inventário publicado em 1901 no Lyceu Central de Braga, sobre a forma de Catálogo (n.º 45) e, que se encontra arquivado na nossa Biblioteca. Consta também, provavelmente, do inventário de 1887, com a designação de "Toutinegra".

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Sylviidae; Género: Sylvia; Espécie: Sylvia atricapilla;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Toutinegra-de-barrete-preto (macho);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 6,5 cm de Altura;

- 13 cm de Comprimento;

- 4,5 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/400

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base circular de madeira, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave, que se encontra em posição de observação. Os olhos são de vidro, castanho-escuros. Apresenta-se de frente, olhando, de frente, com o bico grosso, amarelo e fechado. Trata-se de uma fêmea de canário doméstico. A pelagem, do dorso, é cinza com ligeiros apontamentos de amarelo claro, a do ventre, amarelo claro e, tem alguns apontamentos de cinza. As patas são castanha-amareladas, compridas. Tem 4 dedos, 3 dirigidos para a frente e, o polegar, mais desenvolvido, para trás. A cauda, proporcionalmente, ao tamanho da ave é estreita e longa, amarelo claro. Tem bico curto e grosso.

Esta peça faz parte do espólio da escola, provavelmente, desde 1887, porque no inventário de 1887, consta a existência de 1 "Canário".

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Fringillidae; Género: Serinus; Espécie: Serinus canaria; Subespécie: Serinus canaria domestica;

 

 

 

Designação

- Nome Vulgar: Canário doméstico (fêmea);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 9,5 cm de Altura;

- 14,5 cm de Comprimento;

- 4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Razoável estado de Conservação (numa das patas, falta 1 dedo)

 

Ficha do Objeto:

N.º de Inventário

ME/402849/401

Foto(s):

Descrição

- Espécime taxidermizado, utilizado como material didático no ensino das Ciências Naturais, para estudo de características morfológicas. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base circular de madeira, do centro da qual se ergue uma barra mais ou menos cilíndrica, sobre o qual se apoia, em ângulo reto, uma outra barra cilíndrica, formando o poleiro da ave, que se encontra em posição de observação. Os olhos são de vidro, castanho-avermelhados. Apresenta-se de frente, olhando, de frente, com o bico grosso, amarelo, curto e fechado. Trata-se de um pica-pau-chorão fêmea, por ser toda parda e não apresentar a mancha avermelhada na nuca. A pelagem, do dorso, é castanha, com apontamentos de tom bege, a do ventre, branco com pormenores em castanho. As patas são de tom castanho muito escuro, de tamanho médio. Tem 4 dedos, 2 dirigidos para a frente e, 2 dirigidos para trás. Todos os dedos têm garras fortes. A cauda, proporcionalmente, ao tamanho da ave é larga e comprida, listada de diferentes tons de castanho. Este pica-pau alimenta-se de sementes, insetos e suas larvas, formigas e térmites, seus ovos e pupas. O casal de pica-pau-chorão escava o seu ninho em troncos secos ou mortos de palmeiras entre 3 e 6 metros do solo, onde a fêmea põe até 4 ovos brancos e brilhantes. Ocorre do Uruguai, Argentina, Paraguai e Bolívia ao sul de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, no Brasil.

Classificação científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe: Aves; Ordem: Piciformes; Família: Picidae; Género: Veniliornis; Espécie: Veniliornis mixtus;


 

 

Designação

- Nome Vulgar: Pica-pau-chorão (fêmea);

 

Classificação

- Área Disciplinar\Biologia\Zoologia;

- Tipologia\Fauna\Aves;

 

Técnica

- Conservação\Taxidermizado;

 

Medida (espécime)

- 10,2 cm de Altura;

- 15,5 cm de Comprimento;

- 5,4 cm de Largura;

 

Material

- Animal;

- Madeira;

- Vidro;

 

Entidade

ME/Escola Secundária de Sá de Miranda

 

Estado de Conservação

Bom estado de Conservação

 

 

   

 

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